quarta-feira, 27 de maio de 2020

“Portugal Sou Eu” lança apelo ao consumo de produtos nacionais

16 figuras públicas vão passar a mensagem: “O que nos une? Ser Português é o que nos une. E este selo é a nossa garantia. Escolha Portugal”
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Decorre até 15 de julho a campanha do programa “Portugal Sou Eu” para sensibilizar os consumidores para a procura de produtos e serviços, que geram valor acrescentado no nosso país.

Num momento em que Portugal atravessa enormes desafios, o programa apoia o relançamento da economia e o combate ao desemprego, desafiando os consumidores a colaborarem na reconstrução do país, através da compra de produtos com o selo “Portugal Sou Eu”.

Os 16 Embaixadores do programa declaram o seu empenho em ajudar Portugal a recuperar a nossa economia, nesta campanha que promove a compra de produtos com o selo “Portugal Sou Eu” através da assinatura “O que nos une? Ser Português é o que nos une. E este selo é a nossa garantia. Escolha Portugal”

Pela campanha dão a cara Carolina Piteira, Cláudia Vieira, Cristina Ferreira, Cuca Roseta, D.A.M.A., Fátima Lopes, Fernanda Freitas, Henrique Sá Pessoa, Júlio Isidro, Júlio Magalhães, Justa Nobre, Luís Buchinho, Luís Onofre, Nélson Évora, Rosa Mota e Vítor Sobral.

Para o Ministério da Economia, “o apoio dos Embaixadores do programa revela-se crucial num momento em que é necessário transmitir um sinal de união e esperança no futuro. Sabemos que os portugueses já valorizam a origem dos produtos e serviços, mas, neste momento, mais do que nunca, é importante que privilegiem a compra de produtos portugueses, valorizando e dinamizando a oferta nacional”.

A campanha, desenvolvida pela agência de publicidade Nomore, vai decorrer nos meios televisão, rádio, plataformas digitais e nas Redes Sociais.

Sobre o “Portugal Sou Eu”:

O programa “Portugal Sou Eu” foi lançado em dezembro de 2012 pelo Governo de Portugal para dinamizar a competitividade das empresas portuguesas, promover o equilíbrio da balança comercial, combater o desemprego e contribuir para o crescimento sustentado da economia.

Dirigido ao setor Primário, Indústria, Serviços, Artesanato, Comércio a Retalho e por Grosso, Restauração e Alojamento com Restauração, o “Portugal Sou Eu” já conta com cerca de 3400 Empresas e 1200 Estabelecimentos Aderentes, e com o Selo estão já qualificados mais de 10 mil produtos e serviços que, no conjunto, representam um volume de negócios agregado superior a 12 mil milhões de euros. A maioria dos produtos tem marcas registadas, sendo que 57 por cento são do setor da alimentação e bebidas e 23 por cento correspondem às atividades de artesanato.

O programa, cofinanciado pelo Compete 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, é gerido por um Órgão de Gestão formado pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), Associação Industrial Portuguesa-Câmara de Comércio e Indústria (AIP-CCI), Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e pelo IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, IP.

Mais informações: (www.portugalsoueu.pt)

DECO: Pagamento de compras até 50 euros com contactless!

Para sua segurança opte por pagamentos com cartões multibanco, secundarizando os pagamentos através de numerário.

Os cartões contactless são cartões de pagamento com tecnologia de leitura por aproximação, permitindo fazer pagamentos sem ter de introduzir o PIN bastando para tal aproximar o cartão a um terminal de pagamento automático (TPA) preparado para receber pagamentos contactless.

Esta tecnologia é ativada assim que o cartão contactless seja utilizado pela primeira vez numa caixa automática ou assim que se realizar um pagamento em TPA no qual insira o PIN associado ao cartão.

Até 25 de março o consumidor só poderia pagar compras até 20euros, utilizando o cartão multibanco com contactelss. Desde então o valor da transação subiu para os 50 euros.

O Banco de Portugal em coordenação com a SIBS, tendo por base as recomendações de distanciamento social e em prol da segurança do consumidor, determinaram o alargamento do valor do capital a pagamento através desta tecnologia.

Assim, o consumidor não necessita de entregar o cartão ao funcionário do estabelecimento comercial, apenas necessita de aproximar o cartão do terminal de pagamento, sem ter de inserir o código pessoal. O cartão não sai da mão do seu detentor.

Os cartões que não estejam ainda preparados para a utilização desta tecnologia serão progressivamente substituídos pelos respetivos bancos.

Em caso de dúvidas não hesite em contactar a Deco Centro através do número de telefone 239841004, do endereço eletrónico (deco.centro@deco.pt) ou marcar atendimento via skype. (Ilustração nossa)

sexta-feira, 22 de maio de 2020

EDP dá palco à música Tradicional Portuguesa com a iniciativa Let’s Go Local

Empresa desafia artistas nacionais a reinventar a celebração da música tradicional portuguesa no âmbito do movimento Portugal #EntraEmCena. 
A EDP quer apoiar músicos portugueses e ajudar a manter os festejos tradicionais tão característicos de Portugal, durante este período excecional para a sociedade e para a cultura portuguesa. Para isso, lança o Let’s Go Local, o mais recente desafio do movimento Portugal #EntraEmCena que quer dar palco a músicos portugueses. 
Do cante alentejano à música popular, passando pelo folclore, a EDP desafia os artistas portugueses, a apresentarem um conceito criativo para a celebração da música tradicional portuguesa. Os artistas interessados devem também enviar um vídeo com a sua atuação e indicar o local e as necessidades técnicas para a concretização da sua ideia. 
Estas ideias têm de ser submetidas até dia 12 de junho no site do Portugal #EntraEmCena e as que melhor refletirem a essência da música popular portuguesa poderão ser implementadas ainda este ano. »Mais informações AQUI«

sexta-feira, 15 de maio de 2020

DECO - Saldos em tempos de pandemia: conheça as novas regras!

Foi aprovado um regime excecional e provisório, para as práticas comerciais com redução de preço que se estende até ao final do presente ano: É permitida a realização de uma época adicional de saldos, que se poderá realizar já no mês de maio ou junho
Esta medida permite aos estabelecimentos comerciais que tiveram de ser encerrados ou cuja atividade foi suspensa, escoar os seus produtos e dinamizar a respetiva atividade económica. 
Este período adicional não será tido em consideração para o limite máximo de venda em saldos, já previsto na lei. 
Todos os produtos devem exibir, de forma legível e inequívoca, o preço anterior e o preço promocional; 
Os produtos vendidos com redução de preço em função de defeito devem indicar essa informação de forma destacada; 
Se, após a compra, o consumidor verificar que o bem tem um defeito e não havia indicação expressa nesse sentido, pode solicitar ao comerciante a troca ou devolução com reembolso. Para o efeito deve conservar o talão de compra e venda e exibi-lo aquando da reclamação. 
Se o produto adquirido não apresenta defeito o comerciante não está obrigado a efetuar a troca ou devolução dos artigos vendidos. Poderá, contudo, estar prevista a possibilidade de devolução, dentro de um determinado período de tempo, embora sujeita ao cumprimento de determinadas condições. Verifique a possibilidade de troca no talão ou junto do comerciante. 
Se o stock se esgotar, o comerciante é obrigado a comunicar essa informação; e os comerciantes têm de aceitar, durante a época de saldos, todos os meios de pagamento que aceitam durante o resto do ano; 
Qual a diferença entre Promoções e Saldos? 
As promoções são praticadas tendo em vista o aumento do volume de vendas, o lançamento de um produto, ou antecipar o escoamento das existências. Os saldos referem-se a vendas em fim da estação. Como se afere a percentagem de redução em saldos? Tendo em consideração o preço mais baixo anteriormente praticado ou, tratando-se de um produto não comercializado anteriormente pelo agente económico naquele estabelecimento, relativamente ao preço a praticar após o período de redução. 
Considera-se “preço mais baixo anteriormente praticado”, o preço mais baixo a que o produto foi vendido, fora de eventuais períodos de saldo ou de promoção, nos 90 dias anteriores ao dia em que é posto à venda em saldo ou em promoção. 
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DECO CENTRO Conte com o apoio da DECO Centro através do número de telefone 239 841 004 ou do endereço eletrónico (deco.centro@deco.pt). Pode também marcar atendimento via skype.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

DECO Centro alerta para compras virtuais que podem acabar mal!

Têm chegado à DECO Centro denúncias de consumidores que, aliciados nas redes sociais por ofertas atrativas de produtos a preços simpáticos e à distância de um clique, efetuaram compras online que não correram bem, ou porque o produto não foi entregue, ou porque o reembolso não foi efetivado. Estes consumidores reclamaram junto das lojas virtuais e verificaram que, posteriormente, quem estava por detrás da página da rede social bloqueou o acesso.
A situação torna-se ainda mais difícil quando as lojas das redes sociais não se encontram registadas como empresas em Portugal, nem possuem um endereço físico de contacto. Neste caso não estamos perante vendas de comerciantes para consumidores, mas sim entre particulares, complicando assim a resolução de um possível conflito.
Aconselhando a que se mantenha seguro em sua casa, e antes de fazer compras online a DECO Centro alerta:
Recolha informação sobre a página com a qual pretende fazer negócio, opiniões de anteriores compradores, se existem ou não reclamações e o seu fundamento.
Verifique os contactos da loja, inclusive endereço físico para usar em caso de conflito. Algumas lojas nas redes sociais podem encerrar com um simples clique, ficando sem o produto encomendado e sem qualquer reembolso.
Se o preço for bom demais, desconfie.
Opte por meios de pagamentos seguros. O pagamento à cobrança, a transferência bancária ou por multibanco serão as melhores opções.
Certifique-se que recebe comprovativo da encomenda, com a descrição do produto, o preço, o endereço do vendedor e o prazo de entrega. A fatura é imprescindível caso seja necessário acionar a garantia do produto.
Se efetuou uma compra e não recebeu o produto dentro do prazo, pode cancelar a encomenda e pedir o reembolso do valor pago.
Não se esqueça que numa compra à distância existe o prazo de 14 dias seguidos, após receção da encomenda, para desistir, mas só se for um negócio entre comerciantes e consumidores. Caso tenha adquirido o produto a um particular, não existe esta possibilidade.
Conte com sempre com o apoio da DECO através do número de telefone 239841004, pode efetuar marcação para atendimento via skype ou por email (deco.centro@deco.pt).

quarta-feira, 29 de abril de 2020

DECO: Leitura estimada e real da eletricidade e da água - Quais são as diferentes??

É importante comunicar as leituras dos contadores de eletricidade e água para pagar apenas o que efetivamente consome e evitar acertos futuros. 
Quando não há uma leitura presencial é estimado um valor de consumo. Trata-se de um cálculo do consumo médio diário baseado no histórico das leituras anteriores na sua habitação. Na falta desse histórico (por exemplo, se mudou de casa), o cálculo é feito com base no valor médio de outros consumidores com o mesmo perfil em função da sua potência contratada. 
Se quiser, pode acordar o valor da estimativa de consumo para os meses em que não há leitura presencial. Esse valor deve ser comunicado pelo seu comercializador ao operador da rede. 
O acerto da estimativa é feito com a leitura real. Esta acontece quando o operador da rede de distribuição, o comercializador ou o consumidor verifica presencialmente o consumo registado no contador. Esta leitura é importante porque é a única forma de pagar o que consome de facto. A leitura estimada, por basear-se numa média, pode implicar sobrefaturação. 
Para evitar a sobrefaturação, consulte a última fatura e verifique qual a data indicada para dar a leitura. A indicação desta data é obrigatória e é uma forma simples de evitar surpresas. 
Para fazer a leitura lembre-se que, independentemente do seu contador ser mais antigo ou mais evoluído, toda a informação necessária está no visor. Não se esqueça de tomar nota das leituras de todos os períodos horários apresentados no contador, para que na altura da comunicação tenha toda a informação necessária. 
No site da FATURA AMIGA (www.fatura-amiga.pt) pode encontrar estas e outras informações úteis, conhecer melhor a sua fatura da eletricidade e dicas de poupança para ajudar a reduzir o consumo de eletricidade. 
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DECO CENTRO Conte com o apoio da DECO Centro através do número de telefone 239841004, do endereço eletrónico (deco.centro@deco.pt) ou também pelo atendimento via skype.

domingo, 26 de abril de 2020

Despedida emocionada a Afonso Matias da Banda de Santana que faleceu a 25 de Abril!

"Até um dia Senhor Afonso Matias. 
Existem pessoas com quem temos o prazer de conviver, socializar, conversar e sobretudo, termos o privilégio da sua amizade e consideração, cujos predicados enumerados eram recíprocos. Refiro-me ao Senhor Afonso Matias, que eu o caracterizava como 'amigo do seu amigo'. 
Quis o destino que partisse no dia 25 de Abril. De facto, esta data que lhe era tão querida, aliada aos ideais em que ele também foi um lutador, estaria com certeza este dia fora do calendário para a sua família e amigos receberem essa triste notícia. 
Personalidade bem conhecida no meio figueirense e não só, mas sobretudo em Santana e arredores, pelas suas múltiplas funções que ao longo da sua vida sempre ombreou e que faziam parte do seu ADN, nomeadamente, como chefe de família, músico, autarca, dirigente associativo, agente cultural e cidadão muito polido e culto. 
A sua vida artística na sua “querida Filarmónica Santanense” daria para fazer um livro, pois nas mais de quatro décadas durante as quais entusiasticamente (e noutras Bandas) “marchou” e fez marchar, foi sempre um homem de grande valor e muito respeitado como (excelente) músico, professor da Escola de Música, director (Presidente da Direcção e outros cargos), actor de teatro e sobretudo como amante da arte sónica e incentivador para os jovens, predicados esses que também eram visíveis e reconhecidos pela comunidade em geral. 
Por questões de saúde foi “obrigado” a deixar de tocar o seu Saxofone em Outubro de 2015, porém, estava sempre presente nas actividades da “sua Filarmónica”, daí que, a família da Sociedade Musical Santanense ficou mais pobre. Para a posteridade, irão permanecer as memórias das muitas alegrias que passámos juntos “dentro das fileiras” e fora delas! 
O seu funeral realiza-se na segunda-feira dia 27 de Abril, contudo com as limitações devido ao Covid-19 não será possível prestar-lhe (toda) a homenagem que justamente merecia, no entanto, como Maestro da Banda de Santana e amigo, neste momento de dor, apresento a toda a família as minhas sentidas condolências e que Deus o guarde junto dos coros dos Querubins e Serafins. 
Santana, 25 de Abril de 2020 (Francisco M. Relva Pereira – Maestro da Banda de Santana)

quarta-feira, 8 de abril de 2020

EDP Live Sessions - EDP vai transmitir concertos em direto no Instagram @edpoficial

A EDP vai juntar alguns dos vencedores das últimas edições do EDP Live Bands Portugal e transmitir concertos em direto através da página oficial da marca no Instagram, em @edpoficial, nos dias 9 e 10 de abril, numa iniciativa chamada EDP Live Sessions. Ao evento juntam-se ainda o embaixador do projeto, Hélio Morais, músico da banda Paus e Linda Martini, e os LOT, banda que deu música à campanha da marca em 2019. 
Esta iniciativa tem como objetivo proporcionar momentos de entretenimento e consciencializar para a importância de permanecer em casa, num momento crítico para o País e para o mundo. Com uma grande parte da população a viver um período de confinamento social, a música pode ser a chave para manter a tranquilidade e acreditar num rápido regresso à normalidade. Ao mesmo tempo, procura-se dar palco aos artistas para que possam partilhar o seu talento e as suas criações com o público em casa. 
Data e hora das EDP Live Sessions que serão transmitidas em direto no Instagram da EDP, em @edpoficial: 
Dia 09 19h00-19h20, CHURKY; 19h25-19h45, yazz x b-mywingz; 19h50-20h10, LOT. 
Dia 10 19h00-19h20, Hélio Morais; 19h25-19h45, Daniel Kemish (menção honrosa EDP Live Bands 2015); 19h50-20h10, THEM FLYING MONKEYS. 
Para mais informações, pode consultar o site da EDP.

DECO - Como detetar fake news!?

Já ouviu certamente o termo fake news, mas sabe exatamente ao que se refere? Sabe como verificar a veracidade de uma notícia?
Se ainda antes da situação pandémica que o mundo atravessa a desinformação nas redes sociais era uma realidade, com esta situação, a disseminação de informações falsas tem tido um crescimento ainda mais exponencial.
Há na verdade as informações incorretas, mas sem intenção de causar dano, as propositadamente falsas e com o objetivo de prejudicar, e as que apesar de verdadeiras são divulgadas de forma a provocar pânico. A complexidade das fake news é tal que alguns especialistas preferem a expressão “poluição informativa”.
Mas atenção, não se deixe enganar, existem formas de verificar a veracidade de uma notícia, tome nota:
- Pesquise a fonte: Saia da notícia e pesquise mais sobre o site, a sua missão e o respetivo contacto;
- Verifique o autor: Faça uma pesquisa rápida sobre o autor, verificando se existe mesmo e se tem dados que permitam identificar que é credível;
- Verifique a data do artigo: muitas vezes circulam na net conteúdos antigos que perderam a relevância na atualidade;
- Verifique se existem fontes extras e qual a sua credibilidade: caso o artigo contenha links para artigos científicos, explore e analise se serão reais;
- Leia o conteúdo toda da notícia: muitas vezes os títulos são sensacionalistas apenas para o levar a abrir a notícia, leia todo o texto não se ficando apenas pelas “gordas”;
- Será que é uma piada? Se o conteúdo do artigo lhe parecer demasiado disparatado, pode ser uma sátira, pelo que deve pesquisar o site e qual a missão do mesmo;
- Fale com quem sabe: Se tem dúvidas o ideal é consultar um médico, um serviço de verificação de factos, uma entidade oficial ou até um organismo oficial.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

DECO: Com alastramento da pandemia a União Europeia age contra os falsos produtos!

O Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF) desencadeou uma investigação no mercado negro, isto é, dos infratores que tentam lucrar com a elevada procura de produtos de prevenção e terapêuticos no meio da propagação em curso da pandemia coronavírus na europa.
Destacam-se produtos de proteção pessoal e de higiene falsos e dispendiosos, incluindo máscaras, dispositivos médicos, desinfetantes, higienizadores e kits de teste contrafeitos que, para além de serem ineficazes, podem ser mesmo prejudiciais para a saúde.
Este organismo lançou um inquérito para combater a venda de produtos médicos do mercado negro e que são frequentemente vendidos a preços muito superiores ao normal.
A sondagem surge depois de a Comissão Europeia ter anunciado que tinha lançado uma ação conjunta com as autoridades nacionais de defesa do consumidor, em toda a União, contra "comerciantes fraudulentos que vendem produtos falsos online que alegadamente podem prevenir ou curar o novo vírus".
O OLAF afirmou que não é usual a divulgação dos inquéritos numa fase tão prematura, todavia esta decisão foi tomada no sentido de alertar o público sobre a venda de produtos falsos, bem como oferecer garantias de que a questão está a ser acompanhada. No comunicado o OLAF dá ainda o exemplo de uma falsa máscara para crianças com imagens do filme Frozen e de outras que foram vendidas a preços três vezes superiores ao normal (entre cinco a dez euros).
Os produtos falsificados entram na Europa por meio de vendas online e chegam principalmente por serviços de entrega ou pelo correio.
Face a esta realidade, desconfie sempre, seja critico, verifique se o site é seguro e caso tenha sido uma vítima contacte as autoridades.

terça-feira, 31 de março de 2020

Regeneração de ossos vale uma bolsa de 2,5 milhões de euros para cientista da Universidade de Aveiro!

O cientista João Mano da Universidade de Aveiro (UA) acaba de vencer uma bolsa de 2,5 milhões de euros atribuída pelo Conselho Europeu de Investigação (ERC, na sigla em inglês) para trabalhar na regeneração de tecidos ósseos. Esta é já a segunda vez que João Mano, especialista em biomateriais, é galardoado com a ERC Advanced Grant, uma das mais importantes bolsas europeias. Neste concurso o cientista de Aveiro foi o único em Portugal a receber este tipo de bolsa. 
A bolsa permitirá, durante 5 anos, desenvolver trabalho na área da bioengenharia de tecidos humanos e biomateriais avançados, nomeadamente na criação de estratégias para a regeneração de tecido ósseo que poderá ter impacto em casos de perda massiva ou fraturas extensas de osso. 
“Sinto-me extremamente honrado com este reconhecimento extraordinário e pelo apoio de todos os membros do grupo”, congratula-se João Mano, professor catedrático no Departamento de Química e investigador no CICECO – Instituto de Materiais de Aveiro, uma das unidades de investigação da UA. 
“Com esta bolsa vemos assim reforçada a oportunidade de combinar investigação de base de elevado nível com soluções terapêuticas radicalmente inovadoras que poderão vir a ter impacto na qualidade de vida de pacientes”, aponta. 
Artur Silva, Vice-reitor da UA para a área da Investigação, sublinha que esta bolsa é “mais um reconhecimento europeu da investigação de ponta” que se realiza na Academia de Aveiro. Esta ERC Advanced Grant, aponta o responsável, “reconhece a qualidade do nosso docente e investigador João Mano e da investigação que realiza e é também uma prova da aposta que tanto a Reitoria como o Laboratório Associado CICECO têm colocado nestes concursos a estas importantes e milionárias bolsas europeias”. 
Uma das grandes inovações do projeto “REBORN: Full human-based multi-scale constructs with jammed regenerative pockets for bone engineering” liderado por João Mano prende-se com a utilização de proteínas obtidas a partir de tecidos recolhidos durante o parto, e normalmente descartáveis, como a membrana amniótica e o cordão umbilical. Estas servirão de base para a construção de dispositivos altamente hierarquizados, desde a nano à macro-escala, com uma grande capacidade de gerar tecido ósseo mineralizado e promover a sua vascularização. 
Desses tecidos perinatais também será possível retirar células que desempenharão um papel fundamental na construção dos tecidos em laboratório. As células serão introduzidas dentro de pequenas “placentas” artificiais que, ao fornecerem sinais bioquímicos e mecânicos adequados, fomentarão a formação de micro-tecidos de forma completamente autónoma. A aglomeração dessas “bolsas regenerativas” de forma controlada no espaço permitirá o desenvolvimento de tecidos tridimensionais à escala dos defeitos ósseos reais, com grande precisão geométrica. 
Para além das aplicações in vivo prevê-se que estes dispositivos inovadores possam também servir como modelos de doenças de dimensões e especificações semelhantes aos dos tecidos reais, a fim de testar novos fármacos e terapias, podendo assim ser vistos como alternativa aos ensaios com animais ou aos testes clínicos. 
João Mano possui trabalho reconhecido internacionalmente no domínio do desenvolvimento de biomateriais e propostas de novos conceitos para aplicações biomédicas, em particular na área da Medicina Regenerativa, e dirige um dos grupos de investigação mais ativos na europa na área dos biomateriais e bioengenharia de tecidos humanos, o COMPASS Research Group (http://compass.web.ua.pt/). 
Critérios muito apertados 
Estas bolsas individuais são conseguidas após a participação em concursos extremamente competitivos, em que os critérios de avaliação se baseiam unicamente na excelência científica. A avaliação inclui a análise do currículo científico do investigador, que deve estar no topo dos investigadores a trabalhar na Europa, e também na excelência do projeto a executar, o seu grau de risco e a abordagem radicalmente inovadora nas fronteiras da ciência adotada no plano de trabalhos proposto. 
Mesmo recebendo candidaturas dos mais eminentes cientistas da Europa, a taxa de sucesso de bolsas financiadas este ano foi inferior a 10 por cento. Esta bolsa avançada foi a única, de entre as 185 aprovadas, atribuída a um investigador português ou a trabalhar em Portugal. 
Um feito notável e raro foi o desta bolsa avançada ser a segunda que João Mano conseguiu ver financiada, sendo que a primeira ainda está em execução. Adicionalmente, uma bolsa do ERC para prova de conceito (ERC-PoC) já havia sido atribuída em 2018. As bolsas ERC-PoC, apoiam atividades no estágio inicial de transformação de resultados obtidos por investigadores possuidores de bolsas ERC em propostas com potencial comercial, capazes de alcançar benefícios económicos ou sociais. 
Para além desta bolsa avançada, em 2019 também já haviam sido atribuídas 3 bolsas para investigadores do CICECO da UA: duas bolsas de consolidação (Consolidator Grants, ERC-CoG) e outra bolsa de prova de conceito (ERC-PoC).

quinta-feira, 26 de março de 2020

Cibersegurança - Duplique os cuidados em tempo de quarentena!

Recebeu algum email a solicitar donativos para auxiliar o combate ao novo coronavírus? Esteja alerta, pode ser para enganar! A DECO recomenda a adoção de boas práticas e alerta para os cuidados a ter no ciberespaço. 
A atual pandemia associada à propagação do novo coronavírus mostra-se ser terreno fértil para a proliferação de campanhas de phishing veiculadas por mensagens de correio eletrónico, SMS ou através das redes sociais. 
Nas mensagens é solicitado que os consumidores acedam a uma página através de um link que é disponibilizado. 
O link direciona o consumidor para uma página onde são solicitados dados pessoais, tais como nome, morada, idade, contacto telefónico, número de conta bancária ou número do cartão de crédito. 
O objetivo deste esquema é obter informação pessoal e confidencial para uso ilícito. 
Dá-se o nome de "phishing" a utilização indevida de logos e nomes de instituições credíveis para obter dados pessoais de consumidores, com intenções ilícitas. 
A cibersegurança depende, acima de tudo, de um comportamento cauteloso no uso da tecnologia.
Pode-se adotar boas práticas nos dispositivos pessoais, tais como: Manter o software atualizado, em especial o sistema operativo e o navegador Browser; manter o antivírus atualizado; fazer backups da informação; usar pin nos smartphones. 
Como evitar o phishing: Não responder a mensagens ou emails que considere duvidosos; verificar o endereço (URL) do site ou email; não aceder a links enviados; não enviar, por email, qualquer informação pessoal; se receber alguma mensagem de texto ou algum email com o teor descrito recomenda-se que não aceda a páginas através do link cedido antes de confirmar diretamente, com as entidades que supostamente lhe enviaram o mesmo, a veracidade do seu conteúdo. 
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DECO CENTRO Informamos todos os consumidores que em linha com as orientações da Direção Geral de Saúde e de acordo com o Plano de Contingência para o COVID-19, o atendimento presencial na delegação Centro está suspenso, por tempo indeterminado. Estamos disponíveis para atendimento aos consumidores através de email (deco.centro@deco.pt) e de contacto telefónico (239 841 004).

sexta-feira, 20 de março de 2020

DECO - Contacteless: seguro ou inseguro?

A tecnologia contactless permite que, ao aproximar uns centímetros um cartão de débito ou de crédito de um terminal de pagamento adaptado, o consumidor possa efetuar uma transação, sendo o código pessoal desnecessário.
Muitos consumidores podem ter já um cartão destes, mesmo sem o saber. Para verificar se o seu cartão tem esta funcionalidade basta verificar se no lado direito está impresso uma imagem com várias ondas em sequência, semelhante a um sinal de radar.
O regulador do setor, o Banco de Portugal, indica que os bancos devem informar os clientes das condições de utilização dos cartões contactless, nomeadamente no que diz respeito aos limites dos pagamentos sem utilização do PIN. Se o seu banco só disponibilizar cartões com esta funcionalidade, poderá junto do mesmo, solicitar a sua desativação caso assim o pretenda.
As transações sem PIN – contactless- têm o limite de 20 euros, sendo, por regra, o valor máximo de transações diárias sem PIN 60 euros. Ultrapassado este limite, o cliente só pode voltar a efetuar pagamentos contactless depois de realizar uma operação num terminal de pagamento ou numa caixa automática com o código PIN.
Com um cartão contactless conseguirá fazer pagamentos superiores a 20 euros, mas terá sempre de introduzir o PIN. Se preferir, pode usá-lo como um cartão normal, introduzindo-o no terminal de pagamento e digitando o código.
Relativamente aos riscos deste tipo de cartões, algumas apps de telemóvel permitem ler os dados do cartão contactless, exibindo o nome do portador, o número e os movimentos efetuados no dia.
Se estiver num transporte público cheio, não é impossível que alguém com um telemóvel que tenha esta app instalada lhe consiga, caso esteja muito próximo, sacar os dados do cartão. Recomenda-se prudência, como por exemplo alguma distância, embora seja necessária uma grande proximidade do telemóvel ao cartão, e talvez transportar o cartão numa carteira de alumínio, para melhor o isolar.
Para saber mais consulte (www.deco.proteste.pt).
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DECO CENTRO
Informamos todos os consumidores que em linha com as orientações da Direção Geral de Saúde e de acordo com o Plano de Contingência para o COVID-19, o atendimento presencial na delegação Centro está suspenso, por tempo indeterminado. Estamos disponíveis para atendimento aos consumidores através de email (deco.centro@deco.pt) e de contacto telefónico (239 841 004).

sexta-feira, 13 de março de 2020

DECO - Dizer não ao desperdício da água que é um recurso natural imprescindível à vida mas limitado

A água é um recurso natural imprescindível à vida, mas é limitado. Está nas nossas mãos adotar medidas para fazer um uso mais eficiente deste recurso e diminuir o desperdício! 
Cada português consome em média 195 litros de água por dia. Os banhos (20 a 30%) são a atividade em que mais gastamos água, seguida das descargas sanitárias (33%) e das máquinas de lavar roupa e louça (15%), sendo que a cozinhar e a beber o gasto é menos significativo (3%). 
Enquanto consumidores temos um papel importante para evitar este desperdício, nomeadamente nas nossas casas e espaços públicos. No dia-a-dia se uma família de três pessoas adotar comportamentos mais responsáveis e sustentáveis poderá poupar, num ano, água suficiente para encher uma piscina ou 60.000 garrafões de 5 litros. 
Tome nota de algumas dicas que o ajudarão a poupar, evitando o desperdício: 
-Mantenha a canalização doméstica em bom estado. Chame um canalizador caso as torneiras não parem de pingar ou se verificar a existência de uma rotura; 
-Feche sempre bem as torneiras. Uma torneira a pingar pode gastar cerca de 25 litros de água por dia;
-Utilize torneiras de regulação do fluxo de água ou instale dispositivos de redução de caudal; 
-Faça uma leitura regular do contador e da fatura da água para controlar os seus gastos;
-Instale autoclismos com dispositivo de dupla descarga. Poderá também colocar garrafas de água com areia no interior do reservatório para evitar enchê-lo na totalidade e reduzir a quantidade de água gasta em cada descarga; 
-Evite fazer descargas desnecessárias, lembre-se que o autoclismo não é um caixote do lixo. Cada descarga gasta cerca de 10 litros de água; 
-Utilize a máquina de lavar roupa e loiça com carga completa, evitando o desperdício de água e de energia; 
-Se lavar a loiça à mão, não deixe a água a correr continuamente, encha o lava-loiça com a água necessária. 
Lembre-se que evitar o desperdício está nas nossas mãos! 
(Ilustração nossa)
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A DECO CENTRO informa os todos os consumidores que em linha com as orientações da Direção Geral de Saúde e de acordo com o Plano de Contingência para o COVID-19, o atendimento presencial na delegação Centro está suspenso, por tempo indeterminado. Mas continua disponível para atendimento aos consumidores através de email (deco.centro@deco.pt) e de contacto telefónico (239 841 004).

quinta-feira, 5 de março de 2020

'Entre Paredes d'Opital' abriu concurso para trazer intervenções artísticas ao Instituto Português de Oncologia de Coimbra!

'Entre Paredes d’Opital' é o nome do concurso nacional lançado a 2 de março pela Associação Palhaços d’Opital, que assim pretende levar mais cor, alegria e boa disposição a 4 paredes do Instituto Português de Oncologia de Coimbra.
A iniciativa, divulgada em conferência de imprensa, surge na continuidade do trabalho desenvolvido pela associação nesta unidade hospitalar, e tem como intuito a
valorização de duas salas de espera com intervenções artísticas em vários domínios: pintura, desenho, artes digitais, fotografia e artes visuais.
"-Pretende-se transformar duas salas de espera num local acolhedor, sereno e promotor da alegria, do bem-estar e da esperança, e trazer arte e afetos aos utentes que vêm ao IPO” assume Isabel Rosado presidente da Palhaços d’Opital.
Também Margarida Ornelas, presidente do conselho de administração do IPO de Coimbra realça a importância desta atividade, uma vez que “por estas duas salas de esperas passam diariamente centenas de pessoas, e achámos que precisariam de um espaço mais acolhedor”.
No concurso podem participar artistas a partir dos 15 anos que poderão candidatar os seus trabalhos de forma individual ou coletiva, tendo a entrega dos projetos que decorrer até 31 de março para apreciação pelo júri. A divulgação dos trabalhos vencedores será realizada a 15 de abril. Cada um dos vencedores receberá um prémio de 2000 euros, e a inauguração será a 20 de maio, em homenagem ao professor dr. Luís Raposo, fundador do IPO de Coimbra, e um nome incontornável na história desta Instituição.
São 4 também as entidades que patrocinam este projeto: Somengil (Vagos), Ramalhos (Águeda), Pousadinha (Tentúgal e Ferneto (Vagos).
O regulamento, assim como a ficha de inscrição, podem ser solicitados através do email (geral@palhacosdopital.com).

terça-feira, 3 de março de 2020

Cascas de banana limpam águas com metais pesados segundo uma Investigação da Universidade de Aveiro!

Pequenas ou grandes, da Madeira ou da América do Sul, tanto faz. As cascas da banana são altamente eficientes na remoção de metais pesados de águas contaminadas, nomeadamente do mercúrio, um metal muito tóxico para a saúde e para o ambiente. A descoberta é de uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA). 
Formadas por celulose, lenhina e hemicelulose, materiais com grupos funcionais que captam o mercúrio da água, o grupo de investigação descobriu igualmente que as cascas da banana são eficazes na remoção de outros metais tóxicos como o chumbo ou o cádmio. 
No caso específico do mercúrio, onde as cascas são as campeãs da limpeza, explica a investigadora Elaine Fabre, “o que as diferencia dos outros materiais biológicos [que também são formados por celulose, lenhina e hemicelulose] é que as mesmas são mais ricas em grupos de enxofre e o mercúrio tem elevada afinidade por esse elemento”. Por isso, desvenda a responsável pela investigação, “estas cascas são tão eficientes na remoção de mercúrio da água”. 
Publicado na revista Science of the Total Environment, o trabalho mostra que, para tratar 100 litros de água contaminada com 0,05 miligramas de mercúrio, e de forma a atingir-se a concentração permitida para águas de consumo humano, que é de 0,001 miligramas de mercúrio por litro, seriam necessários apenas 291 gramas de cascas. 
A aplicação de cascas de banana para remoção de mercúrio através de processos de sorção - processos que envolvem a retenção de um composto de uma fase fluida na superfície de um sólido - pode ser realizada em estações de tratamento de águas residuais, em efluentes industriais, ou mesmo em qualquer outro sistema que contenha águas contaminadas. Para tal, asseguram os cientistas de Aveiro, basta colocar as cascas em contacto com a água contaminada por um determinado período de tempo.
As cascas foram já testadas em diversos sistemas reais. Com água da torneira, água do mar ou água de efluentes industriais, e na presença de muitos outros elementos para além de metais pesados, em todos os casos as cascas mostraram-se eficazes. “Os resultados mostram um potencial muito promissor na aplicação das cascas em sistemas reais”, aponta a investigadora. 
O trabalho com as cascas de banana envolveu, além de Elaine Fabre, investigadora do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM), CICECO – Instituto de Materiais de Aveiro e LAQV-REQUIMTE, os cientistas Cláudia Lopes, Eduarda Pereira, Carlos Silva, Carlos Vale, Paula Figueira e Bruno Henriques.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

DECO-Cancelamento da hipoteca da minha casa? O que devo saber!

A constituição de uma hipoteca é um clássico no crédito habitação
Todos os créditos habitação exigem uma hipoteca sobre o imóvel, que funciona como garantia real para a instituição bancária, sendo necessário, para se tornar eficaz e válida, o seu registo na conservatória do registo predial. 
Terminada a liquidação do crédito, ou seja, quando o consumidor procede ao reembolso total do valor em divida, é necessário o distrate da hipoteca para poder efetuar o seu cancelamento. 
Verifica-se o distrate de hipoteca quando o crédito à habitação é totalmente pago e o banco emite um documento onde declara que a hipoteca se extinguiu e que a dívida do crédito à habitação terminou.
Nesse documento a instituição bancária renuncia à hipoteca que tinha sido constituída a seu favor, e declara a dívida como liquidada. 
Contudo, se o consumidor pensar vender a sua casa e o crédito à habitação não se encontrar ainda liquidado, no momento em que conseguir vender o seu imóvel, a propriedade do mesmo terá de passar para o comprador e a dívida referente ao seu empréstimo terá de ser extinta: é nesta fase que se tem que efetuar também o distrate de hipoteca. 
Assim que o consumidor tiver o distrate de hipoteca deve de ir junto de uma conservatória do registo predial para proceder ao cancelamento do registo de hipoteca. 
Em regra, todos os bancos cobram uma comissão pela emissão do distrate, que terá de estar contemplada no preçário. Para não ser apanhado desprevenido, informe-se previamente. (Ilustração nossa) 
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Em caso de dúvidas não hesite em contactar a DECO. Os leitores interessados em obter esclarecimentos relacionados com os seus direitos enquanto consumidores, bem como resolver os seus problemas, podem recorrer ao Gabinete de Apoio ao Consumidor da DECO bastando, para isso, escreverem para a DECO – Rua Padre Estêvão Cabral, 79-5º, Sala 504-3000-317 Coimbra ou para (deco.coimbra@deco.pt).

sábado, 22 de fevereiro de 2020

DECO: Taxa de esforço – o que é?

Saber como calcular a taxa de esforço é essencial para perceber qual a proporção do rendimento mensal é que pode ser utilizada para fazer face aos encargos de um crédito. 
A taxa de esforço é um indicador económico que indica qual a percentagem dos rendimentos familiares é destinada ao pagamento de créditos. 
Neste indicador apenas são considerados os gastos com cartões de crédito, crédito pessoal, crédito automóvel ou crédito à habitação, excluindo as despesas mensais referentes a eletricidade, água, gás e telecomunicações. 
Assim, é muito importante que antes de avançar com a contratação de um crédito analise a sua situação económica, uma vez que, o total da dívida não deve ultrapassar 35% do rendimento mensal líquido. 
Para isso, deve proceder ao cálculo da mesma, através da seguinte fórmula: (Taxa de esforço = (Encargos financeiros mensais / Rendimento) x 100). 
Uma análise correcta da taxa de esforço irá permitir-lhe saber quanto dinheiro vai ter disponível após o pagamento das suas obrigações, o que irá ajudar numa boa gestão orçamental das suas receitas e despesas. Deste modo poderá canalizar alguns valores para amortização de créditos, o que irá permitir uma diminuição do valor em dívida e do prazo. 
Tenha atenção a taxas de esforço demasiado elevadas, pois isso significa que as despesas com os créditos consomem uma grande fatia do orçamento familiar, e por consequência, corre um maior risco de se deparar com uma situação de incumprimento. 
Nessas situações, deverá ponderar a renegociação do crédito, desta forma, poderá obter melhores condições e, por conseguinte, reduzir a taxa de esforço ao alargar o prazo de pagamento. 
A Deco tem um gabinete especializado nesta matéria, o Gabinete de Protecção Financeira, onde ajuda a analisar a situação sócio-económica do consumidor, e sempre que se justifique entra em contacto com as entidades credoras com o intuito de efectuar uma reestruturação de créditos/dívidas e encontrar assim formas que permitam ao consumidor cumprir com as suas obrigações financeiras. 
Se porventura, tiver demasiados créditos, deverá igualmente ponderar a hipótese de consolidação de créditos, ou seja, agrupar todos os créditos num só, o que irá contribuir para melhorar a taxa de esforço, dado que, irá ter a cargo apenas uma prestação mensal. 
O cálculo da taxa de esforço é um elemento essencial para saber o estado das finanças pessoais, pois assim não irá sobrecarregar o orçamento familiar, evitando uma situação de endividamento.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Amêijoa asiática limpa águas contaminadas segundo investigadores da Universidade de Aveiro!

São invasoras, estão a destruir gradualmente os ecossistemas ribeirinhos nacionais, mas podem ser muito úteis na hora de despoluir águas contaminadas. Chamam-se amêijoas asiáticas e conseguem limpar as águas poluídas por uma das mais poluentes indústrias do sul da Europa: a da produção de azeite. A descoberta é de uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA). 
“Sabemos que as amêijoas asiáticas conseguem remover metais e compostos orgânicos recalcitrantes, ou seja, não biodegradáveis ou de difícil biodegradação, como os que se encontram nos efluentes da indústria de produção do azeite”, refere Joana Pereira, investigadora do Centro de Estudos do Ambiente e do Mara (CESAM), uma das unidades de investigação da UA. 
A cientista responsável pelo estudo sublinha também a capacidade destes bivalves em “remover matéria orgânica no geral, bem como de remover bactérias e vírus potencialmente patogénicos se integradas em determinadas fases dos processos de tratamento de água”. 
“Estes efluentes deverão ser tratados, mas os sistemas de tratamento mais eficazes são ainda bastante dispendiosos e difíceis de manter dada a sazonalidade da produção, pelo que a procura de novas soluções de tratamento é um assunto relevante”, aponta a investigadora. 
No que à indústria do azeite diz respeito, “sabe-se que, todos os anos, a quantidade média de efluentes provenientes da indústria do azeite pelos países mediterrâneos [Espanha, Itália, Portugal e Grécia] equivale a cerca de 30 milhões de toneladas” e que “o impacto ambiental de 1 metro cúbico desses efluentes equivale ao impacto de 200 metros cúbicos de efluentes domésticos”. 
Ainda que o encaminhamento destas águas para tratamento seja feito de forma correta, “como felizmente acontece em muitas unidades”, confirma Joana Pereira, “é fundamental continuar a desenvolver soluções de tratamento eficazes e economicamente e ambientalmente sustentáveis”.
Organismo multifacetado 
Organismos filtradores – os bivalves alimentam-se por filtração de material orgânico em suspensão na água –, as amêijoas asiáticas são uma espécie capaz não só de taxas de filtração elevada como também são tolerantes a condições ambientais adversas, como as que decorrem da contaminação. 
“A tolerância a contaminantes problemáticos pode relacionar-se com as capacidades de acumulação deste tipo de compostos que as amêijoas têm e com a possibilidade de concentrarem os contaminantes nas pseudofezes que libertam para o exterior sob a forma de massas mais densas que a água, que por isso ficam depositadas nos fundos”, explica. 
Ainda em fase experimental nos laboratórios do Departamento de Biologia, a utilização das amêijoas asiáticas adivinha-se como um apoio aos métodos de tratamento de água já existentes, podendo ser integradas em etapas do processo de tratamento de águas residuais em ETAR’s. 
Teoricamente, aponta Joana Pereira, a amêijoa asiática pode ser utilizada “em todos os cenários em que haja uma matriz aquática a tratar, em que seja necessário remover contaminantes compatíveis com a tolerância e capacidade de processamento da amêijoa”. 
Hipoteticamente, “poderá adaptar-se esta ideia a estações de tratamento de águas residuais e de águas para consumo humano, mas também, entre muitos outros locais, a piscinas naturais e praias fluviais, desde que sejam sistemas já invadidos pela amêijoa asiática (ou seja, que esta não seja mais uma via de introdução do invasor) e desde que sejam tomadas todas as precauções para evitar a dispersão da espécie em habitats ainda não invadidos”. 
Estas amêijoas têm duas vantagens essenciais em relação a produtos convencionais. Primeiro, aponta Joana Pereira, são uma solução biológica que poderá substituir a utilização de um ou mais químicos no sistema de tratamento, ou pelo menos diminuir as dosagens de utilização desses químicos, com vantagens óbvias sob o ponto de vista económico e ambiental. Segundo, “é dado um uso a uma espécie invasora que precisa de ser removida dos nossos ecossistemas aquáticos em iniciativas de controlo, o que pode compensar os gastos efetuados para essa remoção beneficiando, de uma forma geral, a sustentabilidade (incluindo a económica) dos programas de gestão desta espécie invasora”. 
Para além de Joana Pereira, o trabalho publicado no Journal of Cleaner Production é assinado por Ana Domingues, Inês Correia Rosa, João Pinto da Costa, Teresa Rocha-Santos, Fernando Gonçalves e Ruth Pereira numa pareceria entre o CESAM, os departamentos de Biologia e de Química da UA e a Universidade do Porto.

Prémios Sophia 2020 = Já foi divulgada a lista de nomeados às 23 categorias dos Prémios Sophia 2020!

A Academia Portuguesa de Cinema anunciou hoje em conferência de imprensa, em cerimónia realizada esta tarde no Palácio Foz, em Lisboa, a lista dos nomeados às 23 categorias dos Prémios Sophia 2020.
Variações e A Herdade lideram a lista de nomeados aos Prémios Sophia 2020. Alfredo Tropa, António-Pedro Vasconcelos e Fernando Matos Silva reconhecidos com o Prémio Carreira.
A oitava cerimónia dos Prémios Sophia realiza-se no dia 22 de março (domingo) no Casino Estoril.
=VER LISTA DE NOMEADOS AQUI=

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

DECO - Cheque dentista, uma medida de promoção oral

O cheque-dentista foi criado para ajudar os utentes a cobrir as despesas de tratamentos dentários preventivos, restaurações, desvitalizações, extrações, destartarizações ou alisamentos radiculares. Este é disponibilizado pelo Serviço Nacional de Saúde no âmbito do Programa Nacional de Promoção de Saúde Oral (PNPSO).
Os cheques destinam-se a pagar a totalidade dos atos previstos no plano de tratamento estabelecido na primeira consulta pelo estomatologista ou médico dentista.
Esta medida criada em 2019 começou por abranger crianças e jovens com menos de 16 anos a frequentar escolas públicas ou instituições particulares de solidariedade social (IPSS). Foi depois alargado a grávidas, idosos, pessoas infetadas com VIH, utentes com risco elevado de desenvolver cancro oral e crianças e jovens de 7, 10 e 13 anos com necessidades especiais de saúde. Posteriormente, foram também incluídos os jovens de 18 anos que tenham sido beneficiários do PNPSO e concluído o plano de tratamentos aos 16 anos.
O primeiro cheque-dentista tem de ser emitido pelo médico de família ou médico assistente, exceto no caso das crianças de 7, 10 e 13 anos, que têm acesso a este cheque na escola; e quando a emissão de cheque é efetuada pelo assistente administrativo do centro de saúde, para quem tem 16 e 18 anos.
Na área do cidadão do Portal do SNS, encontra o Boletim de saúde oral onde são disponibilizados os cheques-dentista.
Poderá também consultar o seu médico de família para obter mais informação sobre esta medida prevenção e promoção de saúde oral, ou junto do gabinete do utente.
Caso o consumidor entenda que o seu direito à informação não se encontra devidamente acautelado poderá reclamar e apresentar queixa em qualquer estabelecimento de saúde manifestando a sua discordância ou insatisfação, podendo fazê-lo diretamente no Livro de Reclamações ou no portal da Entidade Reguladora da Saúde (www.ers.pt).

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

DECO: Sobre-endividamento das famílias portuguesas - Créditos da família não devem absorver mais de 35% do seu rendimento mensal

Até 31 de dezembro de 2019 a DECO recebeu mais de 29 mil pedidos de ajuda de famílias em dificuldades financeiras. 
Até agora, o desemprego era a causa principal de sobre-endividamento, seguido por deterioração das condições laborais. Em 2019, a situação inverteu-se, com as condições de trabalho a levarem mais portugueses para o sobre-endividamento. Atraso no pagamento dos salários, perda de rendimentos, redução de horas extraordinárias ou de comissões bem como os contratos temporários, são alguns dos casos que chegaram à Defesa do Consumidor de deterioração das condições laborais. 
Cada família que está a ser acompanhada tem, em média, um rendimento mensal de 1200 euros e enfrenta uma taxa de esforço em créditos de 76%, uma percentagem muito superior ao que recomendamos. Os gastos mensais com créditos não devem absorver mais de 35% do rendimento mensal. 
Em média, cada família que recorreu ao Gabinete de Proteção Financeira da DECO tem 5 créditos e as prestações ascendem aos 920 euros. 
Os montantes médios do crédito, que em 2018 eram de 16.111 euros para o crédito pessoal e 7.580 euros para os cartões de crédito, subiram no ano passado para, respetivamente, 22 mil euros e 8.300 euros. 
A maioria dos consumidores que pediram ajuda eram trabalhadores do setor privado (44%), contra 14% do setor público, 19% eram desempregados e outros 19% reformados. 
É urgente a criação de “regras muito apertadas” para a concessão de cartões de crédito e a aplicação das recomendações do Banco de Portugal à concessão de crédito ao consumo. (Ilustração nossa)
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A DECO aconselha: Em caso de dificuldade financeiras não hesite em pedir ajuda. Qualquer consumidor de boa-fé que não consiga pagar as suas dívidas pode pedir ajuda ao nosso Gabinete de Proteção Financeira. As dívidas devem ter por base uma relação de consumo e não podem estar em tribunal. 
DECO CENTRO: Os leitores interessados em obter esclarecimentos relacionados com os seus direitos enquanto consumidores, bem como resolver os seus problemas, podem recorrer ao Gabinete de Apoio ao Consumidor da DECO bastando, para isso, escreverem para a DECO – Rua Padre Estêvão Cabral, 79-5º, Sala 504-3000-317 Coimbra ou para (deco.coimbra@deco.pt).

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Hospital Pediátricio de Coimbra recebe expo 'O meu Amigo Polícia'

Nesta 4ª feira de 29 de janeiro pelas 10h30 a "Liga dos Pequeninos – Liga de Amigos do Hospital Pediátrico" e a Polícia de Segurança Pública de Coimbra irão inaugurar, no Hospital Pediátrico, a exposição “O meu Amigo Polícia”. 
A Liga dos Pequeninos e a PSP de Coimbra congregam assim sinergias para contribuírem para uma maior proximidade entre as crianças e esta Força de Segurança. O plano de atividades iniciado em 2019 constou o inicio de uma parceria entre estas duas entidades e foi objetivado, como primeiro passo, diagnosticar sobre a imagem que a Criança do Séc. XXI tem sobre “a Polícia e o agente da autoridade”. 
O plano de trabalhos e ações realizadas ao longo de 2019 foi concretizado e resultou na mostra de algum material executado por crianças, participantes nos projetos da Liga dos Pequeninos, sobretudo no “Brincar no Hospital, no Verão de 2019”: elaboração final de um álbum com desenhos subordinado ao tema “o que é para mim a PSP ou o polícia”. 
Foram feitas algumas atividades de interação com os agentes da PSP e as crianças – momentos lúdicos, musicais e de literacia para a segurança – ao longo do ano. 
Este exposição final conjunta, apresenta material cedido pela PSP de Coimbra e material realizado, nas atividades citadas, pelos mais novos, e pretende contribuir para o desenvolvimento de um maior grau de confiança, das gerações do futuro, nesta importante e próxima força de segurança. 
Estará presente na inauguração o comandante distrital da PSP de Coimbra superintendente Rui Coelho de Moura, a presidente da Liga dos Pequeninos dra. Isabel Maia, e um membro do conselho de administração do CHUC (aguarda-se indicação do nome). A exposição estará patente de 29 de janeiro a 07 de fevereiro no hall do Hospital Pediátrico.

sábado, 25 de janeiro de 2020

DECO - Rótulo Ecológico Europeu nos produtos de limpeza

O Rótulo Ecológico Europeu tem sido reconhecido como a certificação mais amiga do ambiente, promovendo produtos com um impacto ambiental reduzido durante o seu ciclo de vida completo
Quando for às compras, esteja atento e escolha detergentes com o Rótulo Ecológico Europeu, há cinco razões principais que pode ter em conta:
-Poupar energia (e dinheiro): está provado que os detergentes com este rótulo são eficientes a baixas temperaturas, permitindo poupar energia e dinheiro;
-Proteger a saúde: os detergentes com o Rótulo Ecológico Europeu contêm, em geral, químicos menos problemáticos quando comparados com produtos normais, o que minimiza a exposição global;
-Poupar o ambiente: para ostentarem este rótulo, os detergentes não podem ser tóxicos para os organismos aquáticos e têm se der rapidamente biodegradáveis. É por essa razão que não podem conter fosfatos, que potenciam o crescimento de algas, ameaçam outro tipo de vida marinha e reduzem os níveis de oxigénio da água;
-Reduzir o uso de plástico: todos os anos, os europeus produzem mais de 25,8 milhões de toneladas de resíduos de plástico, dos quais apenas 30% são reciclados. O processo de embalamento dos produtos com o Rótulo Ecológico Europeu é circular: privilegia o material reciclável, é reciclável, depende menos do plástico do que as embalagens convencionais e promove recipientes recarregáveis;
-Evitar as alegações ambientais sem fundamento: ao contrário de muitos rótulos, este em específico, garante que os detergentes minimizam o impacto no ambiente. Tal acontece graças aos requisitos exigentes que os fabricantes têm de cumprir para obter o rótulo. A União Europeia e os Estados-membros, em cooperação com a indústria, organizações não-governamentais e associações de consumidores, definem os critérios do Rótulo Europeu Ecológico e reveem-nos de quatro em quatro anos.