No contexto actual, conseguir colocar algum dinheiro de parte e constituir poupança é cada vez mais difícil. No passado dia 31 de outubro assinalou-se o dia mundial da poupança pelo que a DECO deixa alguns conselhos para rentabilizar as suas poupanças.

Os depósitos a prazo são um empréstimo que um investidor faz ao banco, pelo qual recebe como contrapartida juros, que representam o preço que o banco paga pela disponibilização do dinheiro. É o investimento mais simples de todos composto pela taxa de juro e a duração do depósito a prazo que varia consoante os bancos.
Quando se pretende aplicar a poupança deve levar-se em consideração três características do possível investimento:
Rentabilidade: Quanto é que nos vai render a aplicação?
Liquidez: Podemos tirar o dinheiro aplicado a qualquer momento? Somos penalizados se o fizermos?
Segurança: Corremos o risco de perder o dinheiro investido?
Há depósitos a prazo que estipulam o montante mínimo e/ou máximo para investir. Também os há em que o levantamento antecipado do dinheiro investido acarreta algum custo ou apenas uma perda, total ou parcial, dos juros.
Assim, quando estiver a ponderar a sua escolha deve escolher o depósito a prazo que melhor se adapte às suas necessidades e ter em atenção o prazo previsto para o resgate (caso exista).
Vantagens: Risco próximo do zero; Remuneração garantida; Simples de perceber; Não obriga a despesas adicionais (na maioria dos casos); Oferta variada; Benéfico para ambas as partes: o investidor rentabiliza o seu dinheiro, de forma segura, e o banco dispõe de capital adicional, mediante um baixo custo.
Desvantagens: Juros normalmente baixos; Desmobilização antecipada do capital obriga, geralmente, a penalizações; Depósitos a prazo com taxa atrativa têm, normalmente, duração superior a 6 meses; Em determinados períodos económicos, oferecem uma taxa de juro inferior à inflação.
Para investir sem risco, pesquise e simule. Poupar é sempre o melhor remédio!
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