“Nos
termos do n.º 1 do artigo 25.º dos Estatutos, e dos artigos 17.º e
18.º do Regulamento Interno da Associação Novo Olhar, convoco a
reunião de Assembleia Geral para o dia 31
de março de 2026 pelas 18h30,
a efetuar na sede sita na Rua
Comandante João Mano n.º 2 — 3090-877,
freguesia de S.
Pedro da Figueira da Foz.
Ordem
de Trabalhos:
Aprovação
do Relatório de Contas e Relatório de Atividades de 2025
Outros
assuntos de interesse da instituição.
De
acordo com o n.º 1 do artigo 21.º do Regulamento Interno da
Associação Novo Olhar, a Assembleia Geral reunirá à hora marcada
na convocatória, se estiverem presentes mais de metade dos
associados com direito a voto, ou trinta minutos depois com qualquer
número de presentes.
Quem
desejar expressar o seu voto por via escrita pode, como usualmente,
fazê-lo, sendo que poderão recorrer a votação via email.
O
Presidente da Mesa da Assembleia, Pedro Rodrigues”.
Circular
com pneus abaixo da pressão recomendada pode aumentar o consumo de
combustível até 7%, alerta a Euromaster, especialista em manutenção
integral do veículo, com base em dados da Michelin.Um
gesto simples como verificar a pressão dos pneus torna-se assim uma
forma de poupança face ao aumento do preço do gasóleo, que
aumentou quase 20% em duas semanas, já com o apoio do Estado, e da
gasolina, que teve uma subida cerca de 10%.
Este
aumento do consumo acontece porque um pneu com pressão inferior à
adequada gera uma maior resistência ao rolamento. Nestas situações,
o motor necessita de mais energia para mover o veículo, o que se
traduz num maior gasto de combustível. Em termos práticos, manter
os pneus com pressão abaixo do recomendado pode representar, ao
longo de um ano, um custo adicional equivalente a um depósito
completo de combustível num automóvel de gama média, com
capacidade aproximada de 45 litros.
Além
disso, circular de forma habitual com pressão baixa reduz a vida
útil do pneu, uma vez que provoca um desgaste prematuro nas suas
extremidades. Por outro lado, um pneu com pressão excessiva diminui
a superfície de contacto com o piso, o que também pode originar
desgaste prematuro e irregular, neste caso na zona central do pneu.
Além
da poupança, está em causa a segurança
Para
além do impacto económico, a pressão incorreta dos pneus tem
também consequências diretas na segurança rodoviária. Em
concreto, circular com cerca de 10% a menos de pressão pode aumentar
a distância de travagem entre dois e três metros em piso seco. Esta
diferença torna-se ainda mais significativa em piso molhado.
Nessas
situações, uma pressão até um bar abaixo do recomendado pelo
fabricante do veículo pode aumentar a distância necessária para
imobilizar o automóvel até 11 metros.
A
Euromaster recorda ainda que os pneus perdem pressão naturalmente
com o passar do tempo - cerca de 0,07 bares por mês -, pelo que é
essencial realizar verificações periódicas.
Para
além da pressão, os especialistas aconselham também a verificação
da profundidade do piso do pneu. Embora a legislação permita
circular com uma profundidade mínima de 1,6 milímetros, a
Euromaster recomenda que esta seja de, pelo menos, 2,5 milímetros,
de forma a garantir uma correta evacuação da água e melhorar a
aderência quando se circula em piso molhado.
Por
todas estas razões, a Euromaster recomenda a verificação regular
da pressão dos pneus, tanto por motivos económicos como de
segurança. A recomendação passa por realizar esta verificação
pelo menos uma vez por mês, preferencialmente num centro técnico ou
numa oficina especializada, onde o serviço é gratuito e os
manómetros utilizados são regularmente verificados e certificados,
garantindo medições precisas.
O
Município de Silves
vai assinalar
o Dia Mundial do Teatro a 29 de março
e
o Ciclo de Teatro do Concelho, com o espetáculo “Piolhos &
Actores” no Teatro Mascarenhas Gregório, pelas 17h30.
A
Companhia Teatro do Bigode, sedeada na Figueira da Foz,
apresenta
uma mistura de comédia e música com uma energia contagiante. O
espetáculo celebra o teatro com apenas dois atores em palco que se
desdobram em várias personagens, num ritmo viciante e hilariante.
“Nesta
peça somos apenas dois actores, eu e o Vítor Emanuel, mas cada um
de nós divide-se em vários e o ritmo é frenético.. O desafio está
nesta dupla que faz tudo, enquanto o texto segue” destaca Guilherme
de Bastos Lima, ator e encenador.
Depois da estreia no CAE da
Figueira da Foz e passagem por Oliveira de Frades, chegou a vez de
Silves receber os Piolhos & Actores. Em breve, serão confirmadas
mais duas datas na zona centro do país.
Os
bilhetes para a hilariante peça de teatro "Piolhos &
Actores" estão à venda na plataforma
(https://www.bol.pt)
e
nos locais habituais. Para mais informações os interessados podem
contactar o Setor de Cultura pelo telefone 282 440 847 ou pelo email
/cultura@cm-silves.pt).
A Companhia está a preparar a
estreia de uma peça para toda família, baseada num conto
tradicional português, que estreará muito em breve e promete trazer
muita alegria, música e arte.
A Escola Nacional de Bombeiros (ENB) está a promover, durante o mês de março, uma campanha nacional de sensibilização dos cidadãos para o Kit de Emergência e para o Plano Familiar de Emergência, dando assim seguimento à sua estratégia de proximidade aos cidadãos.
Esta campanha, iniciada no Dia Internacional da Proteção Civil, a 1 de março, inclui a distribuição digital, junto da população em geral, dos dois cartazes: “Já tem… 1 Kit de Emergência para Situações de Catástrofe?” e “Já tem… 1 Plano Familiar de Emergência para Situações de Catástrofe?”
Para minimizar o impacto de desastres e catástrofes naturais ou humanas é fundamental estar preparado. A ENB explica, passo por passo, através destes dois cartazes, como criar um Kit de Emergência e como elaborar um Plano Familiar de Emergência.
Ambos são disponibilizados com informação complementar e detalhada, na seguinte ligação: (https://www.enb.pt/multimedia.html).
Nas suas redes sociais, a ENB está a divulgar pequenos vídeos intitulados “Cidadão Resiliente”, que dão voz a celebridades, figuras conhecidas da sociedade portuguesa, mas também ao cidadão comum. Pode colaborar na campanha, partilhando os vídeos e ajudando a fazer chegar esta mensagem o mais longe possível.
Em simultâneo, a ENB está a preparar dois MOOC (Curso Online Aberto e Massivo) para formação à distância dirigido à população em geral. O primeiro, denomina-se “Kit de emergência e Plano familiar de emergência”, com arranque público a 16 de abril de 2026, na sequência da campanha nacional de sensibilização.
O segundo, denomina-se “Incêndios Rurais, o que fazer, antes, durante e depois do incêndio”, com arranque público a 30 de abril de 2026.
Colabore, partilhe com todos os seus contactos e imprima, afixando nas suas instalações estes cartazes que ajudam a salvar vidas!Cartaz “Já tem… 1 Kit de Emergência para Situações de Catástrofe?”: (https://enb.pt/admin/docs/repositorio/Cartaz_ENB_KIT.pdf);
A
DECO avaliou os sistemas digitais de apoio ao cliente de 24 empresas
de 8 setores essenciais da economia, desde as comunicações
eletrónicas à energia, passando pela banca, mobilidade, saúde,
comércio eletrónico, serviços digitais e turismo. Os resultados
não são, porém, animadores: numa escala entre o Muito Mau e o
Muito Bom, a maioria das empresas situa-se entre o Mau e o Razoável.
A avaliação da DECO incidiu sobretudo sobre os chatbots e formulários
online, os dois mecanismos que hoje dominam os sistemas de contacto
das empresas, estando presentes em mais de metade das empresas
analisadas. Contudo, a existência destes canais não significa que o
consumidor tenha um melhor apoio das empresas. Pelo contrário, a
experiência de contacto revelou percursos complexos, menus
sucessivos e sistemas que limitam a exposição livre do problema. Em
vários casos, os chatbots funcionam essencialmente como instrumentos
de triagem, encaminhando o consumidor para perguntas frequentes ou
para novos formulários, sem permitir que a reclamação seja
formalmente registada no próprio fluxo da conversa.
A
investigação da DECO revelou também uma tendência preocupante: o
próprio conceito de “apoio ao cliente” está a desaparecer dos
websites das empresas. Em muitos casos, é substituído por
expressões mais neutras como “ajuda”, “opiniões” ou
“dúvidas”, diluindo a identificação clara do canal de apoio e
tornando menos evidente o exercício dos direitos do consumidor. À
autoajuda das perguntas frequentes juntou-se, agora, o
“autoatendimento”!
A
DECO identificou ainda situações em que os clientes registados ou
com estatuto premium obtêm uma resolução mais rápida ou
facilitada dos seus problemas, criando um tratamento diferenciado
entre os consumidores.
Perante
estes resultados, a Associação alerta para um risco crescente: a
digitalização do atendimento ao cliente está a transformar-se num
sistema cada vez mais difícil de utilizar. A DECO defende, por isso,
que o acesso a um interlocutor humano - nesta fase em que a IA revela
ainda uma capacidade limitada - deve continuar a ser a base do apoio
ao cliente, e não uma possibilidade residual.
A
DECO apresentou um conjunto de Recomendações dirigidas ao Governo e
às empresas. Entre as principais propostas estão:
A
consagração legal do direito do consumidor a contactar um
interlocutor humano quando o solicite;
A
proibição de práticas que criem entraves ou discriminação no
acesso à reclamação, incluindo situações em que consumidores
premium obtêm tratamento preferencial;
A
obrigatoriedade de disponibilizar um contacto por email e telefone
claramente identificável;
A
garantia de que os chatbots permitem sempre o acesso imediato a um
operador humano;
A
obrigação de informar previamente o consumidor quando está a
interagir com um assistente virtual;
A
definição de prazos máximos de resposta e limites de espera nos
chats e linhas telefónicas.
Para
assinalar o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, a mensagem da
DECO é clara: o apoio ao cliente das empresas deve servir para
resolver os problemas dos consumidores e não para os deixar a “falar
pró boneco”.
A
Procissão dos Passos é uma das manifestações mais marcantes da
Quaresma em muitas localidades de Portugal e não só. Ela, recria
simbolicamente o percurso de Jesus Cristo desde o Pretório até ao
Calvário, representando episódios da Paixão de Cristo.Assim,
a música desempenha um papel central na atmosfera da procissão.
Normalmente é executada por Bandas de Música Civis locais ou
contratadas para o efeito, caracterizando-se por: marchas fúnebres
lentas, cujo ambiente sonoro típico, ajuda os participantes e
espetadores a entrar num espírito de reflexão sobre o sofrimento de
Cristo.
Durante
a procissão, a música alterna com outros elementos sonoros
característicos: Silêncio profundo entre os “passos”, Cânticos
litúrgicos ou motetes executados por coros, Toques de tambor surdo
marcando o compasso, muitas vezes ajudando à cadência de quem
transposta os andores.
Em
alguns locais, cânticos tradicionais populares ligados à Paixão e
ainda atendendo à tradição local, em muitas aldeias, vilas e
cidades portuguesas, especialmente no norte e centro, cada “Passo”
(pequeno oratório que marca uma estação do percurso) é
acompanhado por uma pausa da procissão, leitura bíblica e música
apropriada.
Entre
outras, deixo alguns exemplos das peças mais tocadas pelas bandas:
“Concha” e “Mater Mea”, muito populares em procissões
ibéricas, sendo lentas e expressivas, muito usada em momentos
solenes da Quaresma. Também os compositores europeus clássicos nos
deixaram as “marchas Fúnebre de Chopin, de Verdi de Beethoven e
outros.Também
em Portugal existe um variado número de marchas fúnebres escritas
por compositores nacionais, cujas bandas de música portuguesas
partilham esses repertórios há décadas. Partituras circulavam
entre coletividades e gerações de músicos, criando um “cânone”
informal de marchas adequadas à “Procissão dos Passos”.
Essas
mesmas, na sua linguagem emocional usam: tonalidades menores,
melodias longas e cantáveis, harmonias densas em metais, criando uma
atmosfera de luto e contemplação, perfeitamente alinhada com a
memória da Paixão de Cristo.
Concluindo,
os músicos tocam o que o maestro indica; contudo, é de bom tom que
este perceba e compreenda a narrativa que descrevo, tirando as
devidas notas e conclusões, em respeito pela tradição musical,
mormente pela cerimónia em que se insere.
(Texto
enviado pelo maetro e compositor Francisco
M. Relva Pereira)
Francisco Manuel Relva Pereira, conhecido pelo seu percurso enquanto maestro e compositor, revela igualmente uma sólida inclinação para a investigação histórica. Natural de Ançã, o autor prepara-se para apresentar uma nova obra, dedicada à Padroeira de Coimbra, na qual aborda de forma contextualizada os aspetos históricos e culturais associados à sua devoção.
Com o presente Compêndio Histórico intitulado Coimbra Isabelina – Memórias da Rainha Santa Isabel, é proporcionada uma compreensão profunda e documentada das datas mais relevantes associadas à vida, culto e memória da Rainha Santa Isabel (RSI). A obra expõe, com rigor e pormenor, todas as informações de que existe registo confiável até ao presente, incluindo os diversos episódios de abertura do seu túmulo e ataúde ocorridos entre os séculos XVII e XX.
O estudo oferece uma ampla e criteriosa compilação de dados históricos, iniciando-se nas motivações subjacentes à edificação do atual Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, cuja primeira pedra foi lançada a 3 de julho de 1649 por ordem de D. João IV com a finalidade de substituir o antigo Mosteiro afetado por sucessivas inundações do rio Mondego.Continua com a narrativa detalhada dos episódios relacionados com o túmulo jacente da Rainha Santa Isabel, esculpido em Pedra de Ançã e objeto de múltiplas aberturas documentadas ao longo dos séculos, bem como outros elementos de culto e memória, como relicários e práticas devocionais associadas à sua figura.
Ao folhear esta obra, o leitor terá a oportunidade de aprofundar o seu conhecimento sobre estes acontecimentos e sobre a construção historiográfica em torno de uma das figuras mais emblemáticas da espiritualidade e história de Portugal, beneficiando de uma explanação que combina rigor documental com atenção e apreciação das fontes.
A apresentação do livro, com prefacio da professora doutora Carlota Miranda Urbano, irá decorrer este domingo dia 11 de janeiro, pelas 18 horas, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Ançã António Parreiral.
Entre
os dias 14 e 18 de outubro de 2025, dois seniores portugueses
representaram Portugal na formação internacional do projeto europeu
SEAniors’ Alliance: Gerações unidas pela mudança ecológica e
digital, que se realizou em Kyparissia, na Grécia. Esta
mobilidade, organizada no âmbito do programa Erasmus+, fez parte de
um conjunto de ações dedicadas a promover o envelhecimento ativo, a
sustentabilidade e a inclusão digital entre gerações.Durante
cinco dias, os participantes tiveram acesso a um programa
diversificado de aprendizagem e experiências práticas. O primeiro
dia incluiu uma visita aos principais locais de nidificação de
tartarugas marinhas, onde foram apresentadas medidas de conservação
e os efeitos das alterações climáticas sobre as espécies.
Nos
dias seguintes, o grupo participou em atividades de educação
ambiental e cultural, como a visita ao lugar histórico de Olímpia
— berço dos Jogos Olímpicos —, uma caminhada na floresta de
carvalhos de Foloi para estudar os impactos das mudanças climáticas
nos ecossistemas florestais, e ainda visitas a lagares de azeite e
quintas locais, onde foram debatidas práticas agrícolas
sustentáveis.
O
programa incluiu também uma observação de biodiversidade na Lagoa
de Gialova e na praia de Voidokilia, uma das mais icónicas da região
e encerrou com um encontro de partilha e planeamento de futuras ações
dos participantes enquanto “Embaixadores SEAniors” — seniores
formados para promover hábitos sustentáveis e inspirar as suas
comunidades locais.
O
SEAniors’ Alliance é desenvolvido pela Future Balloons
(Portugal), em parceria com a MEDASSET e a Startagers (Grécia) e a
EduVita (Itália). O projeto tem como objetivo reforçar as
competências digitais e ambientais de cidadãos com mais de 65 anos,
incentivando a aprendizagem ao longo da vida, o diálogo
intergeracional e a inovação social em toda a Europa.
A
Future Balloons orgulha-se de contribuir para esta iniciativa
europeia que une gerações, países e saberes, reafirmando o
compromisso da empresa com a inovação social, a educação e a
sustentabilidade ambiental.
Os
consumidores confrontados com um elevado endividamento e/ou com
dificuldades em cumprir com o pagamento das suas prestações mensais
consideram a consolidação de créditos como uma solução viável,
no intuito de reequilibrar os seus orçamentos familiares.No
entanto, coloca-se a dúvida: a consolidação de créditos
contribuirá para a reorganização das finanças dos consumidores ou
agravará a sua situação financeira?
A
consolidação de créditos, em termos financeiros, resulta da junção
de vários empréstimos contratados pelo consumidor junto de uma ou
de várias instituições de crédito.
Consequentemente, as
informações relativas aos cartões de crédito, créditos pessoais
(e outros) são eliminadas do mapa da Central de Responsabilidades de
Crédito (CRC) do Banco de Portugal, criando-se um registo referente
ao novo crédito contratado: crédito consolidado.
Assim,
em muitas situações, poderá assumir-se como uma operação
favorável para redução da taxa de esforço do agregado familiar,
principalmente perante créditos sujeitos a elevadas taxas de juro e,
consequentemente, de maior custo a longo prazo (como cartões de
crédito, conta-corrente, descobertos bancários, etc).
Em
que consiste a renegociação de crédito?
Quando
confrontado com dificuldades financeiras, o consumidor deve começar
por contactar as entidades com quem celebrou os créditos e expor a
situação, de forma presentadas soluções para ultrapassar as
dificuldades.
Atente-se
que a instituição de crédito não está obrigada a renegociar o
crédito. Todavia, conforme a avaliação da situação por parte da
instituição de crédito, e se o consumidor dispuser de capacidade
financeira, deverá ser apresentada uma ou mais propostas adequadas
ao orçamento, objetivos e as suas necessidades.
Para
mais informações, a DECO aconselha a falar com os seus
especialistas do Gabinete de Proteção Financeira.
…......................................
DECO
CENTRO
Conte
com o apoio da DECO CENTRO através do número de telefone 239 841
004, ou do endereço eletrónico (deco.centro@deco.pt). E nas redes
sociais do Facebook, Twitter, Instagram, Linkedin, Youtube e site DECO.
No próximo dia 15 de junho, às 15h30, o Pavilhão Centro de Portugal, em Coimbra, volta a receber “A Flor e o Gnomo”, um encantador musical infantil que promete fazer sonhar miúdos e graúdos. Este espetáculo reúne música ao vivo, dança e teatro, numa experiência sensorial especialmente criada para o público infantil.
Com uma narrativa ternurenta e educativa, o espetáculo, que no passado dia 6 de Abril levou ao Pavilhão Centro de Portugal ofertas de espetadores, leva-nos ao jardim de Bubá, um gnomo guardião que, ao lado de uma flor muito especial, explora o valor da amizade e da ligação com a natureza. Ao som de canções e numa atmosfera mágica, crianças e famílias são convidadas a cantar, dançar e imaginar com os personagens.
Com ideia original de Guilherme de Bastos Lima “A Flor e o Gnomo” é interpretada por Alexandra Curado (Lagarta), Gabriel de Castilho (Gnomo) e Alexandra Neto (Flor).
O pack 1 acompanhante + 1 criança é no valor de 12€ e o bilhete extra custa 8€. Uma produção Teatro do Bigode, com apoio da Orquestra Clássica do Centro e do Município de Coimbra.
…....................................................
O Teatro do Bigode é uma nova companhia teatral profissional que surgiu na Figueira da Foz, oficialmente lançada a 10 de maio de 2025. É a primeira companhia profissional de teatro do concelho com o objetivo de reforçar a oferta cultural regional e fixar talento jovem.
O
SITESTAR.pt, uma iniciativa da
DECO e do.PT, destina-se a escolas que promovem o talento, a visão e
a voz dos jovens consumidores.Na
12ª edição, a DECO convida a comunidade educativa a apostar nos
temas de inovação digital e expressão criativa, incentivando
professores e alunos a criarem websites em.pt com conteúdos digitais
em português. O SITESTAR.pt é uma excelente oportunidade para,
junto das escolas, reforçar a literacia digital, promover a
criatividade e o empreendedorismo e fortalecer o espírito de equipa.
Este projeto, lançado já em 2013, envolveu mais de 8 200 alunos e
permitiu a construção de 915 websites.Em
equipa, professores e jovens, podem explorar ideias e desenvolver
conteúdos originais que envolvam e representem a identidade das suas
escolas e dos seus desafios. Os alunos têm até 13 de janeiro de
2025 para se constituir e pedir a um professor para inscrever a sua
proposta numa das seguintes categorias:
Categoria 1 |
Escola mais digital
Contempla a
criação de sites de projetos educativos das escolas, sobre áreas
de conhecimento ou de cidadania e atividades específicas na escola
frequentada;
Categoria 2 |
Com Talento faz a diferença
Contempla a
criação de sites nas mais diversas atividades, como sejam, de
expressão artística e desportivas e que pretendem promover e
iniciativas de voluntariado e inclusão social, partindo sempre da
escola que frequentam.
Os
alunos devem organizar-se em equipas de acordo com o escalão a que
pertencem:
Escalão
1 | entre os 12 e os 14 anos a frequentar o 7º, 8º ou o 9º ano
letivos.
Escalão
2 | entre os 15 e os 18 anos a frequentar o ensino secundário
regular, profissional e de aprendizagem.
As propostas de
sites validadas receberão um voucher, válido para 12 meses, e que
integra as ferramentas necessárias para a construção do site –
domínio para o site em .pt, ferramenta para a construção do site e
respetivo alojamento e caixas de correio eletrónico.
Os
melhores
sites
serão
selecionados
por
um
júri
e
serão
atribuídos
3
prémios
por
escalão/categoria.
Os professores que inscreverem e apoiaram as equipas premiadas terão
também direito a um prémio.
São
parceiros deste projeto a Direção Geral de Educação, a Direção
Geral do Consumidor, o IGAC – Inspeção Geral das Atividades
Culturais, o INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o
PNL 2027- Plano Nacional de Leitura 2027 e a RBE – Rede de
Bibliotecas Escolares, a ANPRI - Associação Nacional de Professores
de Informática e o Centro Internet Segura.
A
tradição do Jubileu das Almas e Missa de Requiem
Em
Portugal o Jubileu das Almas é uma celebração tradicional que
ocorre no Dia de Todos os Santos (1 de novembro) e no Dia de Finados
(2 de novembro) datas dedicadas à memória dos falecidos. Esta
celebração é particularmente forte em algumas regiões do país,
onde as comunidades têm rituais específicos para homenagear as
almas dos entes queridos que já partiram, podendo ser um dos rituais
cristãos cuja longevidade se perde no tempo, ou seja desde o início
do cristianismo ou até antes.
Para
além daqueles dias, em certas zonas foram “concertadas e
acertadas” outras datas, ajustadas de acordo com as conveniências
e disponibilidade dos participantes principais, como o pároco, o
pregador e a banda de música. Assim, apesar de existirem datas
tradicionais ou estipuladas, algumas localidades estabeleceram um
calendário próprio, em concordância com a comunidade e a irmandade
local, mantendo viva a tradição e facilitando a participação de
todos os envolvidos.
Esta
cerimónia religiosa cristã é organizada pela já referida
Irmandade das Almas que todos os anos é nomeada para esse efeito,
cujo testemunho e nomeação
é passado para familiares ou amigos, incluindo quase sempre um
homem mais jovem, de forma a que a tradição prevaleça.
No
que concerne à Missa de Requiem, tradicional neste ritual, de acordo
com a forma particular do Missal Romano, um Réquiem ou Missa de
Réquiem, é também conhecida como "Missa para os fiéis
defuntos" ou "Missa dos fiéis defuntos". Esta
celebração eucarística da igreja católica é rezada e cantada
para o repouso das almas, rezando-se o ofício dos defuntos in
saecula saeculorum.
Esta
missa tem a particularidade de ser concebida e composta
para um funeral, cuja letra contém passagens bíblicas e orações
para a entrada dos mortos no céu. Este termo foi no entanto retirado
da expressão Requiem
aeternam dona eis,
cujo significado é o seguinte: “Dai-lhes o repouso Eterno”.
Porém, o termo (réquiem) tem sido ocasionalmente associado a outras
composições musicais em honra aos mortos. Os réquiens mais famosos
foram compostos por Berlioz, Brahms, Mozart e Verdi.
Algumas
das bandas de música são também as guardiãs desse espólio, o
qual, após o Concílio Vaticano II (1962-65) foi alterado para a
língua vernácula, tendo sido mantido alguns dos sucessivos
cânticos, salmodias e outros ritos que faziam parte dessas missas.
Desde
a sua fundação em 1894 que a Banda de Santana / Figueira da Foz,
participa no cerimonial pela alma dos fiéis defuntos cujo ritual é
bastante comum em várias regiões do país. Assim, após a já
mencionada Missa de Requiem, inicia-se da igreja / capela uma
procissão até ao cemitério (e inversamente) onde se incorporam a
Irmandade das Almas, o povo da terra, o Séquito Clerical e a banda
de música.
Já no cemitério além das orações próprias do dia, é
efetuado um sermão pelo padre pregador findo o qual, além das
exéquias próprias, é executado um cântico apropriado. Com
atualizações recentes no que concerne à missa e de acordo com o
que foi proposto pelo pároco da paróquia, continua-se a trabalhar
para apresentar sempre um trabalho digno, sério, responsável e
sobretudo de qualidade e respeito pelos fiéis, o qual é reconhecido
e apreciado por todos.
Ao
som das marchas fúnebres (de Beethoven, Chopin, Ricardo Dorado,
Verdi e outros compositores) em direção ao cemitério e
inversamente, esta realidade já foi efetuada em Santana no passado
domingo dia 3 do corrente, acontecendo o mesmo noutros sábados, onde
a Banda de Santana estará presente, esperando que esta tradição
continue bem presente em todo o território nacional.
(Texto
enviado por Francisco
M. Relva Pereira maestro da Banda de Santana)
A
Associação dos Portos de Portugal (APP) marcou presença na
Assembleia Geral da Associação Europeia de Portos de Mar (ESPO –
European Sea Ports Organisation) que se realizou ontem em Bruxelas,
estando representada por Paula Cabaço presidente do Conselho de
Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira, e Eduardo
Feio presidente dos Conselhos de Administração do Porto de Aveiro e
do Porto da Figueira da Foz, membros da direção da APP.
Durante
a Assembleia Geral decorreu a eleição da nova direção da ESPO,
para o biénio 2025/2026, que passa a ser composta por:
•
Presidente:
Ansis Zeltiņš (Letónia) – CEO da Autoridade do Porto Livre de
Riga;
•
Vice-Presidentes:
Gerardo Landaluce Calleja (Espanha) presidente da Autoridade
Portuária da Baía de Algeciras, e Cédric Virciglio (França)
diretor de Planeamento Estratégico do Porto de Haropa.
A
Assembleia Geral da ESPO elegeu, também, os presidentes dos comités
técnicos da associação, destacando-se a eleição de Paula Sengo,
do Porto de Lisboa, para presidir ao Comité Técnico para o
Desenvolvimento Sustentável.
Lista
de presidentes dos restantes comités técnicos para os próximos
dois anos:
•
Comité
Intermodal e Logístico: Federica Montaresi (Porto de La Spezia);
•
Comité
de Facilitação do Comércio, Digitalização, Segurança e
Geopolítica: Lieselot Marinus (Porto de Antuérpia-Bruges);
•
Comité
de Capitães dos Portos e Peritos em Segurança Marítima: Stephan
Berger
(Bremenports);
•
Comité
de Governação e Gestão Portuária: Juan Manuel Diez (Porto de
Valência);
•
Vice-Presidente
EcoPorts: Andreas Slotte (Porto de Helsínquia);
•
Comité
de Energia e Crescimento Azul: Mark Dijk (Porto de Roterdão);
•
Comissão
de Análise Económica e Estatística: Cédric Virciglio (Porto de
Haropa);
•
Rede
de Portos de Cruzeiros e Ferries: Valeria Mangiarotti (Portos da
Sardenha);
•
Rede
de Trabalho e Operações: Panos Fevgas (Porto de Volos);
•
Grupo
de Peritos Jurídicos: Kai-Dieter Classen (Porto de Hamburgo).
Foi
ainda aprovado o orçamento da ESPO para o ano de 2025, que ascende a
1.351.772 euros, assim como, o plano de atividades da organização
para o mesmo ano.
A
Conferência Anual da ESPO, evento de referência para o setor
portuário europeu, é fundamental para promover o debate sobre o
futuro do setor, abordando temas como a transição energética, a
digitalização, a sustentabilidade e a competitividade dos portos.
Durante
a conferência decorre, ainda, a entrega do Prémio Anual da ESPO
(The ESPO Award), que é um reconhecimento ao trabalho e às
inovações no desenvolvimento sustentável e na melhoria da
qualidade dos portos europeus. O tema deste ano, "Projetos ou
estratégias portuárias de economia circular que beneficiem a cidade
e a comunidade envolvente”, reconhecerá a entidade gestora do
porto que desenvolveu uma estratégia de economia circular e/ou um
projeto significativo de economia circular que envolva diferentes
partes interessadas no porto ou nas suas imediações. O prémio visa
honrar os esforços que envolvem ativamente o porto e beneficiam a
comunidade circundante através de atividades de economia circular.
A
presença da Associação dos Portos de Portugal na Assembleia Geral
da ESPO reforça o compromisso do setor portuário português com a
inovação, a sustentabilidade e a colaboração internacional,
estreitando laços com os principais portos europeus e contribuindo
para o futuro do transporte marítimo e logístico no continente.
Na
fotografia da esquerda para a direita: Paula Cabaço - Presidente do
Conselho de Administração dos Portos da Região Autónoma da
Madeira, Ansis Zeltiņš – Presidente da ESPO, Eduardo Feio -
Presidente dos Conselhos de Administração do Porto de Aveiro e do
Porto da Figueira da Foz, e Isabelle Ryckbost – Secretária Geral
da ESPO.
Eduardo
Feio, Presidente dos Conselhos de Administração do Porto de Aveiro
e do Porto da Figueira da Foz, participou no evento "Opportunity
Portugal - Blue Economy"
em representação da APP Associação dos Portos de Portugal,
acompanhado por Helena Gomes Fernandes, Diretora Comercial,
Marketing e Comunicação da APDL-Administração dos Portos de Douro
Leixões e Viana do Castelo, e de Tiago Lopes Paulo, Diretor de
Negócio Portuário da APS Administração dos Portos de Sines, que
decorreu, hoje, dia
30 de outubro, em Genebra, Suíça.O evento, promovido pela AICEP -Agência para o Investimento e
Comércio Externo de Portugal, contou com a presença do Embaixador
de Portugal em Berna,
Júlio
Vilela, e é direcionado para armadores suíços com o intuito de
promover Portugal como um parceiro estratégico na economia azul.
A
apresentação da APP abordou temas revelantes para o setor portuário
português e para o futuro
sustentável da economia azul.
A visão geral dos portos portugueses e as suas capacidades
logísticas; projetos de energia eólica offshore; combustíveis
alternativos, bem como o desenvolvimento de corredores verdes e uso
de metanol e amónia, como alternativas sustentáveis no setor
marítimo; digitalização para simplificação e automação dos
processos logísticos; soluções sustentáveis de fornecimento de
energia elétrica aos navios atracados (OPS), reduzindo as emissões
nos portos; assim como o investimento em terminais portuários e
áreas logísticas, como terminais secos e ferroviários que reforcem
a infraestrutura portuária, foram alguns dos temas abordados no
evento.
A
participação neste evento internacional reafirma as prioridades
do Governo para o setor marítimo-portuário:
(1) mais crescimento, (2) mais descarbonização e sustentabilidade,
(3) mais intermodalidade, (4) mais digitalização e (5) mais
integração. Estes objetivos (5+) estão em consonância com as
metas da economia azul e do Pacto Ecológico Europeu, contribuindo
para o fortalecimento das relações com armadores e outros
stakeholders
internacionais.
Está de volta mais uma edição, a XVI Feira da Castanha e do Mel, na localidade
de Quilho, no concelho de Mortágua, nos próximos dias 26 e 27 de outubro, este
ano com a novidade de debater em conferência o tema “Como tratar o
Castanheiro”, uma cultura milenar e marcante em Portugal, que foi durante
décadas o sustente de muitas famílias.
Esta conferência, marcada para as 9h30 do dia 26, sábado, vai estar a cargo de
técnicos especializados da Abastena, nomeadamente Rui Miguel Costa Droga,
entre outros, que vão explicar a melhor forma de recuperar os solos e a saúde
dos castanheiros autóctones, havendo em Portugal mais de 20 espécies destas
árvores.Não vão longe os tempos em que o castanheiro era considerado como a
“árvore-do-pão”, porque foi a base da alimentação antes da chegada da batata e
a principal fonte de hidratos de carbono no norte da Península Ibérica. Esta
árvore de folha caduca, é de grande longevidade e pode viver mais de mil anos.
Esta conferência visa cativar a população na defesa do castanheiro e atrair mais
gente para a Feira da Castanha e do Mel em Quilho que, para além da sua
essência, procurar também deliciarem todos aqueles que por ali passem, com a
sua gastronomia, animação musical e desfrutarem daquela magnifica paisagem
no norte do concelho.Sempre em meados de outubro as gentes da povoação de Quilho arregaçam as
mangas e dão o melhor do seu esforço para viver dois intensos dias e deixar
satisfeitos muitas centenas de pessoas que procuram a Feira da Castanha e do
Mel, que envolve a população, visitantes e os que gostam de saborear os
petiscos tradicionais desta localidade., entre eles, a sopa da matança,
serrabulho, torresmos/carne do alguidar, febras, feijoada, diversos petiscos e
pratos confecionados com castanhas, pão de trigo, broa caseira, vinhos, água-
pé e os doces (pastel de castanha, filhós com mel e bolo de cornos).
Cada vez mais estes eventos “acrescentam valor e amor à terra” diz Mário
Esteves, até porque a “Feira de Quilho é uma realidade, graças à dedicação da
população” cujo objetivo é também dignificar e valorizar os produtos da terra e
do seu trabalho.
A organização da 16ª edição está a cargo da Associação de Desenvolvimento
Social de Quilho (ADESQ) no Parque das Merendas daquela aldeia do concelho
de Mortágua.
No sábado haverá animação, a partir das 11h00, com o grupo Michel Neves e
Amigos (de Vila Facaia) estando marcado para as 12h00, a inauguração do
certame pelo presidente de Câmara Municipal de Mortágua, Ricardo Pardal,
acompanhado por outros autarcas e entidades. Ao início da tarde a animação
prossegue com o Duo San Pedro, de Buarcos.
No domingo, a partir das 10h00, Gaiteiros de Penacova e à tarde, com início às
14h00, Dj Banana seguindo-se, a partir das 15h00, a animação musical a cargo
do grupo “Carlos Rodrigues” de Arcos de Valdevez, estando agendado para as
16h00, o tradicional Magusto oferecido pela ADESQ.
Nesta feira à moda antiga os visitantes podem adquirir o fruto que dá mote ao
certame (a castanha) além de variados produtos agrícolas: avelãs, nozes, pão
caseiro, bolos, mel, licores, numa verdadeira mostra do mundo rural porque, um
dos objetivos da iniciativa é apoiar os produtores do concelho a escoar os seus
produtos, permitindo que obtenham um rendimento complementar à sua
atividade normal.
Outra zona da feira está reservada para as atividades económicas e produtos
regionais, destacando-se os enchidos de fumeiro, o queijo da Serra da Estrela,
os vinhos de produção local, bem como artesanato que tem espaço próprio na
Feira, representado pela cestaria, bordados, rendas, tapeçaria, artes
decorativas, entre outras.
O conhecido empresário de restauração com atividade na Figueira da Foz, Mário Esteves, da organização do evento, destaca o apoio da Câmara Municipal de Mortágua e da Junta de Freguesia de Espinho, bem como a colaboração da
Delta Cafés, Farmácia Abreu e Caldas de Penacova Água Mineral Natural, sem
esquecer os cerca de 80 habitantes de Quilho, “que de forma graciosa e
voluntária colaboram nas mais diversas funções”, concluindo que Quilho “é uma
terra pequena mas com o coração do tamanho do mundo”, esperando que os
jovens da terra se associem ao evento, participando e dando a sua melhor
colaboração para que, num futuro próximo, Quilho tenha a sua feira de ano
como um polo de desenvolvimento e promoção turística da região até porque,
como explica Mário Esteves “é o segundo evento de animação mais importante
no concelho de Mortágua”!
A
The Navigator Company, em parceria com a EuroKraft, a Associação
Europeia de Produtores de Papel Kraft para a Indústria de Sacos de
Papel e Embalagens, celebra hoje, dia 18 de outubro, o Dia Europeu do
Saco de Papel. A iniciativa, lançada em 2018 pela plataforma The
Paper Bag, tem como objetivo sensibilizar os consumidores para os
benefícios destas embalagens mais sustentáveis e de menor impacto
ambiental como alternativa aos sacos de plástico de origem fóssil.Sob
o tema "O Futuro nas Tuas Mãos", a 7ª edição do Dia
Europeu do Saco de Papel deste ano destaca a importância de escolhas
conscientes e sustentáveis, promovendo uma mudança positiva no
comportamento dos consumidores em toda a Europa. Ao longo do dia,
serão realizadas diversas atividades por toda a Europa, com o
intuito de encorajar os cidadãos a reduzir a sua pegada ecológica.
O programa está disponível em
(https://www.thepaperbag.org/european-paper-bag-day).
A
Navigator e a EuroKraft incentivam todos os cidadãos a partilhar as
suas experiências nas redes sociais, utilizando o hashtag
#EuropeanPaperBagDay.
Num
contexto global marcado pelas alterações climáticas e pela
crescente escassez de matérias-primas, os consumidores estão a
adotar estilos de vida com menos impacte ambiental, impulsionados
pela legislação europeia. Um exemplo dessa mudança é a redução
de 88% no uso de sacos de plástico de utilização única (com uma
espessura inferior a 50 microns) na Suécia entre 2018 e 2021,
evidenciando o resultado das escolhas dos consumidores na promoção
de práticas mais ecológicas.
Assim,
neste Dia Europeu do Saco de Papel é crucial destacar o potencial do
papel – um bioproduto de base florestal, natural, renovável,
biodegradável e reciclável – como uma alternativa na substituição
dos plásticos de uso único ou de curta duração. Devido às suas
fibras longas e resistentes, o papel kraft é ideal para a produção
de sacos de papel de alta qualidade, caracterizados pela sua
durabilidade e resistência. Desta forma, estão preparados para
serem reutilizados e, no final do seu ciclo de vida, poderão ser
reciclados.
Inovação
e sustentabilidade em novas soluções de packaging
Alinhada
com esta visão, a Navigator lançou, no final de 2021, uma nova
linha de produtos de embalagem sob a marca gKRAFT™, com o objetivo
de contribuir para acelerar a transição do uso do plástico para a
utilização de fibras naturais, sustentáveis, recicláveis e
biodegradáveis, reforçando o compromisso da Empresa com a
sustentabilidade e a preservação do ambiente.
A
Navigator tem investido no desenvolvimento de outras soluções
sustentáveis de packaging, utilizando materiais de base
renovável e biodegradável, derivados da fibra curta do eucalipto
globulus – uma espécie que encontra em Portugal as condições
ideais de solo e clima, produzindo uma matéria-prima de excelência
reconhecida mundialmente na indústria de pasta e papel.
No
âmbito desta diversificação de negócios, a Navigator irá
inaugurar, no segundo semestre de 2024, a sua primeira linha de
produção integrada de peças de celulose moldada de eucalipto,
dando mais um passo significativo na sua trajetória de inovação e
compromisso com um futuro mais sustentável.
Foi hoje publicado em Diário da
República o anúncio do lançamento do Concurso Público para a
aquisição de serviços especializados de consultoria para a
elaboração dos Planos Diretores 2040 do Porto de Aveiro e do Porto
da Figueira da Foz, conforme previsto nos Planos de Atividades e
Orçamento 2024-2026 da Administração do Porto de Aveiro e da
Administração do Porto da Figueira da Foz.
A elaboração dos Planos
Diretores destas Administrações Portuárias permitirá: avaliar a
atual posição competitiva dos portos de Aveiro e da Figueira da
Foz; desenvolver um plano de ordenamento da área de jurisdição
destes portos; definir a estratégia de desenvolvimento dos mesmos e
a sua articulação com as regiões envolventes; e, ainda, densificar
o plano de implementação da estratégia definida para o horizonte
2035 dos portos de Aveiro e da Figueira da Foz e definição das
ações estratégicas pós 2035 a realizar por ambos os portos. Tendo em vista o horizonte
temporal de 2040, os trabalhos devem contemplar a revisão dos planos
estratégicos dos portos, de forma a dotar ambas as Administrações
Portuárias de um instrumento de gestão atualizado, face aos novos
desafios de mercado, às necessidades das empresas que servem e às
prioridades da política nacional e europeia definidas para o setor
dos transportes e logística, mormente a descarbonização, o reforço
da digitalização das suas atividades e a aposta na intermodalidade.
Os trabalhos devem, ainda, incluir a atualização das linhas de
atuação estratégicas de desenvolvimento de ambos os portos, bem
como da Missão, Visão e Objetivos Estratégicos em 2035 e 2040.
No âmbito dos trabalhos a
realizar, e no que se refere à definição à promoção da
sustentabilidade, devem estar subjacentes os princípios da
autossuficiência energética e ambiental, designadamente, a
neutralidade carbónica, a produção de energia a partir de fontes
renováveis, a eficiência energética, a gestão eficiente dos
recursos hídricos, a gestão de resíduos com base na economia
circular e a promoção da biodiversidade.
O concurso foi lançado pelo valor
base de 150 mil euros, com um prazo de execução 240 dias,
terminando o prazo de entrega das propostas no próximo dia 30 de
setembro.
Link para o anúncio publicado em
Diário da
República:
Em
comunicado, a DECO informa sobre os direitos dos passageiros aéreos:A DECO
preparou um guia completo sobre os direitos dos passageiros aéreos,
desejando-lhe viagens mais tranquilas e umas excelentes férias.
Para chegar
ao seu destino, pode ser necessário fazer uma viagem de avião. No
entanto, e como já vem sendo habitual no período de verão, a DECO
tem conhecimento de muitas situações de atraso e cancelamento de
voos. Damos-lhe a conhecer os seus direitos como passageiro dos
transportes aéreos, para que possa antecipar contratempos e assim
ter uma boa viagem! Consulte o nosso “Guia Para Um Voo Tranquilo”
em www.deco.pt.
Como posso
antecipar eventuais cancelamentos de voo?
Verifique o
horário do voo no dia anterior ao embarque, devido a circunstâncias
diversas, o voo pode sofrer alterações. Desta forma, poderá
planear melhor o seu dia para garantir que chega ao aeroporto no
horário certo.
Esteja
também especialmente atento às notícias e verifique no site da
transportadora aérea e do aeroporto, assim como eventuais disrupções
no seu regular funcionamento.
Cheguei ao
aeroporto. E agora?
O aeroporto
é um espaço grande, com muitos passageiros a circular e outros
tantos milhares de funcionários essenciais ao seu regular
funcionamento, pelo que é fácil perdermo-nos. Por isso, para que
não perca o voo, cumpra sempre com a antecedência indicada pela
transportadora e pelo próprio aeroporto.
Precisará
deste tempo para fazer o check-in, despachar as malas, passar o
controlo de segurança e, eventualmente, o Serviço de Controlo de
Fronteira e, por fim, encontrar a porta de embarque correta – e
ainda ter uma margem de segurança para algum imprevisto.
Dica DECO!
Não se esqueça que se viajar num grupo grande, com crianças
pequenas, com pessoas com mobilidade reduzida, numa época festiva ou
época alta deverá equacionar chegar ainda mais cedo.
Se
leva o seu amigo de quatro patas, lembre-se que o check-in de
passageiros com animais pode demorar mais tempo, pelo que sugerimos
que se informe junto da companhia aérea sobre com que antecedência
deve estar no aeroporto e quais os procedimentos que tem de cumprir.
…......................................................
O seu voo foi cancelado?
Em plenas férias de verão, muitos são os consumidores
que optam por desfrutar das suas merecidas férias num destino fora
de Portugal. No entanto, viajar de avião pode muitas vezes não ser
assim tão tranquilo. A DECO ajuda-o a saber quais os seus direitos
em caso de cancelamento de voo!
Em caso de cancelamento de voo, devem oferecer-lhe
escolha entre:
- O reembolso no prazo de sete dias;
- O reencaminhamento, em condições de transporte
equivalentes, para o destino final, na primeira oportunidade; ou
- O reencaminhamento, em condições de transporte
equivalentes, para o destino final numa data posterior, da
conveniência do passageiro, sujeito à disponibilidade de lugares.
Tem, ainda, direito a assistência, o que inclui:
- Refeições e bebidas em proporção razoável com o
tempo de espera;
- Alojamento em hotel, caso se torne necessária a
estadia ou estadia adicional;
- Transporte entre o aeroporto e o local de alojamento;
- Duas chamadas telefónicas, mensagens via fax ou por
correio eletrónico.
Pode haver lugar ao pagamento de uma indemnização,
cujo montante oscila entre €250 e €600, salvo se, os passageiros:
- Tiverem sido informados do cancelamento pelo menos
duas semanas antes da hora programada de partida, ou
- Tiverem sido informados do cancelamento entre duas
semanas e sete dias antes da hora programada de partida e se lhes
tiver sido oferecido reencaminhamento que lhes permitisse partir até
duas horas antes da hora programada de partida e chegar ao destino
final até quatro horas depois da hora programada de chegada, ou
- Tiverem sido informados do cancelamento menos de sete
dias antes da hora programada de partida e se lhes tiver sido
oferecido reencaminhamento que lhes permitisse partir até uma hora
antes da hora programada de partida e chegar ao destino final até
duas horas depois da hora programada de chegada.
Tenha, no entanto, presente que, a transportadora aérea
não é obrigada a pagar uma indemnização, se puder provar que o
cancelamento se ficou a dever a circunstâncias extraordinárias que
não poderiam ter sido evitadas mesmo que tivessem sido tomadas todas
as medidas razoáveis, como é o caso de condições meteorológicas
adversas. Se, por exemplo, o cancelamento se dever a má gestão da
companhia ou falta de recursos, por exemplo, o passageiro poderá
exigir o pagamento da compensação.
Para
mais dicas e informação, consulte o nosso Guia Para Um Voo
Tranquilo em www.deco.pt.
Se os seus direitos não estão a ser respeitados? Contacte a DECO!
DECO CENTRO
Conte
com o nosso apoio através do número de telefone 239 841 004, ou do
endereço eletrónico deco.centro@deco.pt.
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