quarta-feira, 19 de junho de 2024

DECO: Apoio ao pagamento da renda vai abranger contratos alterados

O apoio extraordinário ao pagamento da renda vai voltar a abranger inquilinos com contrato alterado que se mantenham na mesma casa.
O Conselho de Ministros aprovou uma alteração às regras do apoio ao pagamento das rendas que vai beneficiar aquelas pessoas que perderam este subsídio, por terem visto o seu contrato ser alterado.

Em causa está a possibilidade de continuarem a ter acesso ao apoio extraordinário às rendas as pessoas que tinham um contrato anterior a 15 de março de 2023 e que o perderam por ter havido uma alteração e esta ter sido classificada como sendo um novo contrato de arrendamento.

A alteração agora aprovada irá permitir que mantendo-se as partes e o imóvel, o inquilino que teve o apoio vai voltar a recebê-lo mesmo que tenha havido uma alteração, renovação ou substituição do contrato existente antes de 15 de março de 2023, desde que a pessoa mantenha os requisitos, como ter uma taxa de esforço com o pagamento da renda superior a 35%.

Este apoio aos inquilinos com rendimentos até ao 6º escalão do IRS e com taxa de esforço acima dos 35%, e as alterações agora aprovadas, respondem a algumas das preocupações já manifestadas pela DECO acerca da atual crise na habitação.

Mas continuam a chegar diariamente à nossa Associação pedidos de famílias que solicitam apoio para uma solução a curto prazo, que as ajude a suportar o pagamento de valores de renda que muitas vezes ultrapassa mais de metade do seu rendimento. Ainda não se alcançou a resposta necessária às dificuldades enfrentadas por todos estes agregados.

terça-feira, 7 de maio de 2024

Núcleo Regional do Centro da LPCC abriu candidaturas a sete Bolsas de Investigação em Oncologia

O Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (NRC.LPCC) abre, a partir de hoje (06.maio.2024) o prazo de candidaturas às Bolsas de Investigação em Oncologia. Na sessão simbólica - que decorreu na sede da Instituição, em Coimbra – destaque para uma novidade: às seis atribuídas na última edição, junta-se, pela primeira vez, uma Bolsa de Investigação destinada à Investigação na área do cancro ginecológico, Bolsa Professor Carlos de Oliveira.

Quatro Bolsas de Investigação em Oncologia NRC-LPCC/CIMAGO, uma Bolsa Dr. Rocha Alves, uma Bolsa Dr. Dário Cruz e, pela primeira vez, uma Bolsa Professor Carlos de Oliveira. São as sete Bolsas de Investigação em Oncologia anunciadas, esta segunda-feira, pelo NRC.LPCC, com candidaturas abertas até 30 de junho de 2024.
O NRC.LPCC dispõe, assim, de 70 mil euros para o incentivo a projetos inovadores de investigação sobre o cancro, distribuindo este valor equitativamente pelas sete bolsas na edição de 2024/2025.

Este ano, a grande novidade é a criação da Bolsa Professor Carlos de Oliveira, em homenagem ao médico ginecologista, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, ex-presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro e do Núcleo Regional do Centro, pelo seu indelével percurso académico na área do cancro ginecológico.

Presente na cerimónia, o homenageado não escondeu o orgulho e a “honra” de ver o seu nome atribuído a uma Bolsa de Investigação, lembrando os anos em que esteve ligado à Instituição e reforçando o desejo de ver perdurar esta Bolsa no tempo, com resultados gratificantes. “Espero poder ver um dia mais tarde um(a) bolseiro(a) desta Bolsa de Investigação que tenha contribuído para a sobrevivência ou a cura de um doente oncológico”, conclui.
Vítor Rodrigues, presidente do NRC.LPCC, fez um breve balanço das Bolsas atribuídas nos últimos anos, destacando o lançamento de uma sétima nesta edição, e frisando que “isto só é possível graças ao apoio da comunidade, a nós cabe-nos saber gerir da melhor forma”, acrescentando, ainda, que, caso a Consignação de IRS venha a aumentar para 1% “podemos vir a aumentar o número de Bolsas”.

Isabel Carreira, a Coordenadora do Centro de Investigação em Meio Ambiente, Genética e Oncobiologia (CIMAGO) e José Manuel Casanova, Presidente da ACIMAGO (Associação de apoio ao CIMAGO), também presentes na sessão, salientaram o papel preponderante do ex-presidente do NRC.LPCC, Carlos de Oliveira, que deu início a esta parceria com o NRC.LPCC, congratulando-se pelo “crescimento contínuo” que tem vindo a ter com o passar dos anos.

Bolsas de Investigação 2024/2025

Relembre-se que as Bolsas de Investigação em Oncologia NRC-LPCC/CIMAGO 2024/25 destinam-se a investigadores com possibilidade de desenvolverem, em Portugal, um projeto de investigação na área da oncologia, no âmbito das atividades de investigação do Centro de Investigação em Meio Ambiente, Genética e Oncobiologia (CIMAGO).

Podem candidatar-se a estas Bolsas todos os investigadores licenciados e/ou com grau de mestre ou de doutor, que apresentem um projeto de investigação em oncologia a desenvolver no âmbito de uma equipa de investigação integrante do CIMAGO.

Já a Bolsa Dr. Rocha Alves abrange investigadores com projeto de investigação em oncologia, a desenvolver no âmbito de uma equipa de investigação sediada num dos distritos da região Centro. Podem concorrer a esta Bolsa todos os investigadores licenciados e/ou com os graus de mestre ou de doutor.

A Bolsa Dr. Dário Cruz destina-se a equipas de investigação que integrem investigadores licenciados e/ou com os graus de mestre ou de doutor, que apresentem um projeto de investigação na área do cancro da mama e que estejam sediadas nos distritos da região Centro da zona de ação do NRC.LPCC.

A Bolsa Professor Carlos de Oliveira destina-se a projetos de investigação na área da ginecologia oncológica, podendo concorrer equipas de investigação que integrem investigadores licenciados e/ou com os graus de mestre ou de doutor e que estejam sediadas num dos distritos da zona Centro.

As candidaturas para as Bolsas de Investigação em Oncologia 2024/25 do NRC.LPCC estão abertas a partir de hoje (6) e até dia 30 de junho de 2024 e a apreciação dos projetos pelo Júri será feita 45 dias após o término do prazo das candidaturas. A comunicação dos resultados será feita 15 dias após a decisão do júri, seguindo-se a assinatura dos contratos de concessão de Bolsa. Mais informações, formulário de candidatura e respetivos regulamentos estão disponíveis em (http://bit.ly/2JxvhZ2). 

terça-feira, 23 de abril de 2024

Prémio de Arte da Fundação Altice já tem finalistas em Arte e Tecnologia e em Jovens Artistas

A Fundação Altice divulga os 20 finalistas da primeira edição do Prémio Norberto Fernandes, iniciativa que visa promover e dinamizar a Arte Contemporânea.

Das 250 candidaturas recebidas foram eleitos os 10 finalistas de cada uma das categorias a concurso - Arte e Tecnologia e Jovens Artistas.

A qualidade e diversidade dos projetos submetidos superaram as expectativas, refletindo a riqueza do panorama artístico contemporâneo. A escolha da shortlist foi da responsabilidade da Comissão de Avaliação, constituída por Adelaide Duarte, Historiadora de arte, investigadora e subdiretora do Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa; Manuel da Costa Cabral, Diretor do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian entre 1994 e 2011; e Pedro Portugal, Cofundador dos movimentos artísticos Homeostética, Ases da Paleta, Etno-Estética, Explicadismo, Pandemos, Zuturismo, Arthomem e KWZero.
Os projetos selecionados, que serão expostos no Espaço Coleção da Fundação Altice, situado no Fórum Picoas, em data a indicar, serão avaliados pelo Júri do Prémio, composto por elementos de referência e reconhecimento do meio artístico e académico, acompanhados por um elemento da Fundação Altice. Os vencedores serão conhecidos numa cerimónia em data e local a ser comunicado.

Visando incentivar a criação de valor na arte contemporânea, ao apoiar projetos na área das artes plásticas, o galardão é uma iniciativa da Fundação Altice e conta com prémios no montante global de 40 mil euros: categoria “Arte e Tecnologia” (30 mil euros) e categoria “Jovens Artistas” (10 mil euros).

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Carnaval Sustentável: DECO promove conselhos ambientais

A DECO lança conselhos práticos de consciência ambiental a todos os cidadãos que gostam de celebrar o Carnaval, usando a inovadora ferramenta LifestyleTest.

Embora seja uma época de festejos, o Carnaval, pelo desperdício causado pelas fatos e máscaras, a decoração, brinquedos, entre outros, tem um impacte ambiental significativo.

Assim, a DECO quer inspirar os consumidores a adaptar os seus comportamentos e hábitos de festa. Siga as dicas para gozar o Carnaval em modo criativo e amigo do ambiente:

Em casa - é possível dar uma nova vida aos fatos de Carnaval, reutilizando e reciclando materiais, transformando-os em criações únicas.Nas escolas - esta é uma oportunidade para educar as crianças sobre a reutilização e redução do desperdício. Reutilizar material de outros anos para criar peças divertidas ou fazer um desfile de máscaras criativas com direito a prémio, é sempre um bom incentivo.

Nos municípios - é importante promover o uso de decorações sustentáveis e providenciar uma reciclagem eficaz. As festas de rua devem ser um motivo para consciencializar os consumidores para a sustentabilidade.

Máscaras Reutilizáveis: Use uma peça de roupa antiga para criar a base do seu disfarce de Carnaval e dê largas à imaginação: pode acrescentar ao disfarce ou máscaras materiais que tem em casa, como rolos de papel higiénico, tampas de garrafa, caixas de ovos ou outros recicláveis.

Explore sua coleção de bijuterias antigas para encontrar contas, pedras ou outros elementos que possam ser aplicados à sua máscara.

Redução de Plástico: Nas festas em casa, nas escolas, na rua ou nas empresas, opte por utensílios reutilizáveis, como copos e talheres, para reduzir o consumo de plástico descartável.

Considere, por exemplo, levar a sua própria garrafa de água reutilizável. Reciclagem Responsável: No fim da festa, não se esqueça de reciclar os materiais que utilizar. E coloque-os nos recipientes de reciclagem adequados.

Transporte Sustentável: Priorize meios de transporte sustentáveis, como o transporte público, bicicletas ou caminhadas, para reduzir a pegada de carbono durante as deslocações para os eventos de Carnaval.

Faça o Lifestyle Test e descubra formas personalizadas de tornar seu estilo de vida mais sustentável. Comprometa-se a implementar pequenas mudanças para um grande impacte.

Sobre o Lifestyle Test: Desenvolvido em parceria com Entidades de 8 países europeus incluindo a DECO no caso de Portugal, o Lifestyle Test é uma ferramenta inovadora que avalia a sustentabilidade em diversas áreas, oferecendo conselhos personalizados para um estilo de vida mais positivo e sustentável. Para mais informações sobre o Lifestyle Test, visite (lifestyleTest.eu/pt).

sábado, 23 de dezembro de 2023

DECO: Total discordância de obrigar clientes a deter cartão bancário para efetuar pagamentos online

A DECO manifesta total discordância da decisão da SIBS de obrigar os clientes bancários a deter um cartão bancário, de débito ou de crédito, para efetuar pagamentos online, por exemplo de serviços, pagamentos ao Estado, pagamentos de compras e os carregamentos de telemóveis, telecomunicações e transportes.
Esta exigência está a ser comunicada pelos bancos aos seus clientes, passando a vigorar a partir de 1 de janeiro de 2024. Para justificar esta medida, a SIBS indicou que estaria a cumprir uma imposição direta do Banco de Portugal e da aplicação de regulamentação europeia ou nacional.

Porém, o Banco de Portugal emitiu um comunicado, em que desmente a SIBS e esclarece que não emitiu qualquer disposição que obrigue a esta mediada, nem considera que haja interpretação de qualquer regulamentação europeia ou nacional que a justifique.

O supervisor esclarece ainda que na sua comunicação à SIBS, através de uma Determinação Específica, “não foi prescritiva quanto à forma como a SIBS FPS deveria conformar as operações de pagamento disponibilizadas na rede Multibanco com a legislação aplicável, deixando ao critério daquela entidade a melhor forma de o fazer”, e que “de entre os requisitos cujo incumprimento importava corrigir, não se incluía a obrigatoriedade de detenção de um cartão na realização de operações de pagamentos de serviços, pagamentos ao Estado e carregamentos de telemóveis no homebanking das instituições.”

Na base desta comunicação está a adequação ao Regulamento (UE) 2015/751 do Parlamento Europeu relativo às taxas de intercâmbio aplicáveis a operações de pagamento baseadas em cartões.

De acordo com o comunicado, o Banco de Portugal visava que a SIBS “tornasse as operações de pagamento disponibilizadas na rede Multibanco, incluindo as operações de pagamentos de serviços, pagamentos ao Estado e aquelas efetuadas na App MB WAY, conformes com esse enquadramento regulamentar”, sendo um dos principais objetivos do referido Regulamento limitar os custos cobrados no âmbito da aceitação de pagamentos. Neste ponto, pretendia-se que aqueles pagamentos passassem a ter custos limitados, sujeitos aos mesmo limites das taxas de intercâmbio cobradas aos comerciantes, de 0,2% e de 0,3% às operações com cartões de débito e de crédito dos consumidores, respetivamente.

A DECO considera que esta ação unilateral da SIBS é abusiva e sem enquadramento legal, tendo já enviado carta à SIBS com as suas preocupações. A Associação enviou, também, carta ao Ministério das Finanças, manifestando a sua posição e exigindo intervenção no sentido de impedir esta imposição.

Os impactos obrigariam os clientes de contas bancárias a deter cartões de débito ou de crédito, físicos ou virtuais, para continuar a efetuar pagamentos online. Esta medida levaria a que os clientes que optem por não deter cartões não possam efetuar pagamentos online. De entre os clientes impactados incluir-se-iam aqueles que residem no estrangeiro, mas mantêm pagamentos em Portugal ou aqueles que têm mais do que uma conta e só precisam de cartões numa delas.

Este tema assume maior relevância num contexto de elevados custos associados a deter um cartão físico, sabendo que as anuidades de cartões bancários rondam em média €18,35 por um de débito (de acordo com o Comparador de comissões do Banco de Portugal).

Para mais informações e apoio, contacte a Deco Centro. (Ilustração nossa)

quinta-feira, 30 de novembro de 2023

DECO aconselha - Informe-se sobre o Programa Vale Eficiência

O Programa Vale Eficiência já está em vigor, dirigindo-se a mais beneficiários e com novos contornos. Com este programa de combate à pobreza energética e vulnerabilidade, os consumidores (ou algum dos membros do agregado familiar) que sejam beneficiários de tarifa social da energia ou de prestações sociais, respetivamente, poderão receber até três vales de 1300,00€. Os arrendatários e os usufrutuários que residam permanentemente nas habitações poderão, também, ser elegíveis.
Os consumidores que beneficiem deste apoio poderão realizar obras ou instalar equipamentos nas suas habitações – desde a substituição de janelas não eficientes por janelas eficientes até à instalação de sistemas de aquecimento, fotovoltaicos e outros equipamentos para autoconsumo – de forma a obter um melhor conforto térmico e simultaneamente a poupar na utilização de energia (e na fatura!).

Beneficiários do vale eficiência

Famílias vulneráveis que habitem edifícios em situação de potencial pobreza energética, nomeadamente:

- As pessoas titulares de um contrato de fornecimento de eletricidade elegíveis para aplicação de tarifa social de energia elétrica (TSEE) ou beneficiários da Bilha Solidária;

- Consumidores cujo agregado familiar tem alguém que beneficia de umas das seguintes prestações sociais: Complemento solidário para idosos, rendimento social de inserção, pensão social de invalidez do regime especial de proteção na invalidez, complemento da prestação social para a inclusão, pensão social de velhice, subsídio social de desemprego, proprietários, usufrutuários ou arrendatários que residam permanentemente na habitação.

O valor da comparticipação por parte do Estado são 1.300€ (mil e trezentos euros) acrescido de IVA à taxa legal em vigor. O atual Programa Vale Eficiência, 2ª fase, contempla a atribuição até três vales por beneficiário.

O número de vales concedidos dependerá do tipo de intervenção selecionada, após validação dos orçamentos recolhidos junto dos fornecedores PVE, e de acordo com o racional constante da tabela do aviso.

Saiba tudo sobre o Programa Vale Eficiência através da comunidade EVA da DECO – (www.eva.deco.pt) onde poderá esclarecer as suas questões com os nossos especialistas em energia, bem como partilhar as suas experiências com outros consumidores curiosos!

A DECO, com o apoio da ERSE, desenvolveu este portal informativo – Eva (Energy Virtual Assistent) que, para além de uma assistente virtual, disponibiliza também aos consumidores, de forma gratuita, a possibilidade de participarem numa comunidade online para partilhar e obter informação por parte de técnicos da DECO, especializados em energia, prontos para responder em real time a todas as questões e encaminhar os consumidores para as melhores soluções.

Não perca tempo, entre em www.eva.deco.pt e esclareça as suas dúvidas!

DECO CENTRO

Conte com o apoio da DECO CENTRO através do número de telefone 239 841 004, ou do endereço eletrónico (deco.centro@deco.pt). E siga nas redes sociais Facebook, Twitter, Instagram, Linkedin, Youtube e no site da DECO.

(Ilustração nossa)

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Palhaços d’Opital - Projeto Erasmus+ = Mais pessoas alcançadas via Virtual Healthcare Clowning!

Nos dias 14 e 15 de novembro de 2023, no âmbito do projeto Erasmus+ “Virtual Healthcare Clown (VHC)", três organizações europeias de palhaços que trabalham na área da saúde vão reunir-se na ANJE (Associação Nacional de Jovens Empresários), Porto, para continuar os trabalhos deste projeto.

No dia 15 de novembro, pelas 15 horas, será apresentada a Plataforma VHC que está a ser desenvolvida pela empresa Blue Room Innovations (Espanha) em parceria com as três organizações: Palhaços d’Opital (Portugal), Soccorso Clown (Itália) e Humor Hilft Heilen (Alemanha).

A apresentação, aberta ao público, decorrerá na ANJE e terá transmição online e nas redes sociais da Palhaços d’Opital.Esta plataforma estará, no final do projeto, novembro 2024, disponível gratuitamente para todas as organizações de palhaços profissionais em ambiente hospitalar.

O projeto VHC:

Este projeto surgiu como forma de dar resposta às necessidades decorrentes da pandemia Covid-19, mas também para permitir fazer intervenções artísticas de forma remota, vencendo distâncias geográficas, isolamentos, pandemias, etc.
Durante a pandemia, as visitas de palhaços da área da saúde foram substituídas por intervenções virtuais e usadas como um “plano de emergência”.
Essas experiências e as aprendizagens retiradas estão a orientar o desenvolvimento desta plataforma, bem como da formação necessária para este tipo de intervenções.

O objetivo deste projeto é criar uma plataforma onde palhaços profissionais, profissionais de saúde, pacientes e familiares possam interligar-se de forma remota, com segurança e com as condições/equipamento/formação necessárias para uma boa “visita virtual” - nas palavras de Jorge Rosado, Diretor Artístico da Palhaços d’Opital.
A Palhaços d’Opital aceitou ser parceiro deste projeto porque sempre defendeu a profissionalização dos palhaços hospitalares e a importância de criar diferentes formatos de intervenções artísticas, ultrapassando barreiras como o isolamento geográfico, situações de pandemia e outras.

A duração do projeto é de dois anos no total, tendo começado em novembro de 2022, em Itália.

Um dos produtos finais deste projeto é o manual que define as bases da formação artística destes profissionais e que está dividido em 5 grandes áreas:

-História das artes cênicas contemporâneas e sua aplicação na intervenção do Virtual Healthcare Clown;

-Psicologia e desenvolvimento humano, autocuidado e prevenção do cansaço emocional; saúde e higiene no ambiente de palhaço de saúde; segurança no local de trabalho;

-Especialização Ator-Palhaço nas performances virtuais: técnicas expressivas e artísticas;
-Música, marionetes, trabalho com objetos e artes circenses básicas para intervenção do ator-palhaço;

-Competências digitais e técnicas + Privacidade/Segurança de dados.

Erasmus+ é um programa da UE que engloba todos os programas da UE para fins gerais de formação profissional, juventude e desporto combinados, e foi lançado em 2014.

Sobre a Palhaços d'Opital:

A Palhaços d'Opital é uma iniciativa inovadora e pioneira em Portugal e na Europa, por ter sido criada, em 2013, de raiz para trabalhar com adultos e Mais Velhos em ambiente hospitalar. É a única em território nacional com foco no público sénior em ambiente hospitalar e que utiliza, de forma inovadora, o humor e performances artísticas para promover o bem-estar, tendo já sido alvo de vários estudos de caso científicos que validam a sua intervenção.

Esta missão conta já com mais de 10 anos de empenho e dedicação e realiza atualmente visitas semanais regulares a oito hospitais parceiros.

A intervenção dos Palhaços d'Opital em ambiente hospitalar procura atuar como ferramenta de melhoria das condições de saúde, com impacto na redução do stress e alteração, de forma positiva, do estado anímico, contribuindo para a humanização do espaço hospitalar, valorizando e dignificando a pessoa mais velha.

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Evento de solidariedade em Quinhendros a favor de enfermeira que sofre de doença rara

O grupo Miragem, que se assume ao serviço de Montemor-o-Velho e das suas freguesias, vai levar a efeito no sábado de 7 de outubro, pelas 20h00, um evento de solidariedade a favor de Carla Ferraz, uma enfermeira de 38 anos que atravessa um momento difícil da sua vida, pois sofre de uma doença rara.

Será um evento solidário em que toda a receita reverterá a favor da Carla Ferraz, e que irá decorrer na ACRDS de Quinhendros. Irão atuar os Dancequi, o Grupo de Cantares da Casa do Lavrador, dos Casais de Maiorca, o Rancho Folclórico As Cantarinhas de Buarcos e o cantor Fábio Relvas, com a apresentação de Carmencita Figueiredo e Regina Nunes.

Os bilhetes podem ser adquiridos em 31 casas comerciais de Montemor-o- Velho que prontamente se associaram a esta nobre causa.

Outras informações pelo telefone 936589866.

sábado, 29 de julho de 2023

Novos limites às comissões bancárias foram publicados. Conheça as várias alterações há muito reivindicadas pela DECO!

Foi publicada em maio a Lei que vem reforçar a proteção do consumidor de serviços financeiros, eliminando algumas comissões bancárias e aumentando a informação prestada pela banca aos consumidores.
São estabelecidos novos limites e proibições à cobrança de comissões. Os bancos deixam de poder cobrar, por exemplo, pelo processamento da prestação de serviços, pelas fotocópias de documentos ou pela mudança de titularidade da conta em caso de divórcio ou morte do titular principal.

Entraram em vigor algumas medidas destinadas a mitigar os efeitos do aumento da Euribor nas prestações dos contratos de crédito para aquisição ou construção de habitação própria permanente. Assim, as recomendações do Banco de Portugal relativamente ao limite da maturidade, ou seja, da duração aconselhada dos novos empréstimos no crédito habitação, não pode impedir ou limitar a renegociação dos contratos já celebrados.

A banca passou a estar impedida de cobrar várias comissões como por exemplo, comissões em caso de incumprimento, num mesmo mês, do pagamento de prestações de vários contratos de crédito que sejam suportados por uma mesma garantia. Nesta situação, os bancos apenas poderão cobrar uma comissão associada a esse incumprimento.

Mas a proibição de cobrança da “Comissão de processamento de prestação”, comissão paga mensalmente ao banco simplesmente para que este possa aceder à conta e retirar o pagamento da prestação, será a que maior impacto causará na vida financeira do consumidor, sendo que é agora proibida para todos os contratos, inclusivamente os estabelecidos anteriormente.

Para ajudar o consumidor a tomar uma decisão responsável, os bancos, em caso de vendas cruzadas passam a estar obrigados a apresentar “informação sobre a simulação da prestação para cada item de desconto entre o ‘spread’ base e o ‘spread’ contratado, tanto no momento inicial de contratação do crédito, como futuramente a pedido do consumidor”.

No que diz respeito aos relatórios de avaliação dos imóveis passarão a ter a validade de seis meses. Assim, o consumidor poderá utilizar o mesmo relatório de avaliação nesse período, desde que tenha sido elaborado por iniciativa de um banco ou realizado por um perito registado na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários-CMVM.

Verifique sempre se a instituição financeira está a cumprir a lei. Esteja vigilante quanto à introdução de novas comissões! Se tiver dificuldade em interpretar o seu extrato ou ficar com dúvidas, não hesite e contacte o Gabinete de Proteção Financeira da DECO. (Ilustração de pesquisa Google)

domingo, 11 de junho de 2023

DECO = Sacos de plástico para pão, fruta e legumes passam a ser pagos!

A Lei que proibia a disponibilização de sacos de plástico muito leves e cuvetes em plástico nos pontos de venda de pão, frutas e legumes deveria entrar no dia 1 de junho, porém o Governo recuou e decidiu que a sua utilização ficará, afinal, sujeita a um pagamento, à semelhança dos sacos de plásticos leves.

Com a subida dos preços, os consumidores estão cada vez mais cautelosos com a gestão do seu orçamento familiar, tentando manter as suas finanças pessoais o mais equilibradas possível.

Neste contexto, verem-se confrontados com mais um custo na conta do supermercado é, sem dúvida, outro pequenino passo para comprometer a capacidade financeira dos portugueses, pelo que é essencial que sejam disponibilizadas aos consumidores alternativas reutilizáveis ou embalagens de outro material que não seja plástico que lhes permita trazer estes alimentos sem mais custos.Imagine que vai ao supermercado comprar legumes e fruta a granel. No futuro, caso não leve consigo os seus sacos, terá que pagar uma contribuição pelos sacos de plástico ultraleves habitualmente disponibilizados sem custos na loja. Na secção da padaria, se quiser comprar pão e croissants, por exemplo, verificará que já não serão vendidos dentro de embalagens de plástico.

Na verdade, não podemos assegurar, por exemplo, em que embalagens estes produtos serão disponibilizados, resultado, por um lado, da inexistência de campanhas de sensibilização dos consumidores e, por outro, do facto de os próprios dos estabelecimentos comerciais não terem antecipado a entrada em vigor destas normas e não disporem, na sua generalidade, de alternativas aos sacos de plástico muito leves, nem de sistemas de reutilização de embalagens, vendendo, apenas alguns, essas alternativas.

Os consumidores têm demostrando, ao longo dos últimos anos, o seu compromisso com a defesa do meio ambiente, adotando comportamentos mais sustentáveis.

No entanto, nenhuma mudança deverá acontecer sem que todos os intervenientes estejam devidamente informados. Por isso, além da definição de um valor adequado e justo em termos de taxa, deve ser fixado um período de adaptação devidamente alargado que permita aos consumidores acomodarem no seu dia-a-dia este novo hábito, sob pena de continuarem sozinhos a suportar grandemente a transição ecológica.

Embora os estabelecimentos comerciais sejam já obrigados a aceitar que os consumidores utilizem os seus próprios recipientes, está ainda por implementar um sistema de disponibilização de embalagens reutilizáveis quer no comércio a retalho, quer na prestação de serviços de restauração ou bebidas.

Neste sentido, a DECO encoraja o Governo a acelerar a implementação do sistema de embalagens reutilizáveis, pois apenas nesse momento, e com as empresas chamadas a assumir a sua responsabilidade perante os desafios que enfrentamos, poderemos caminhar para uma economia verdadeiramente circular, nestes setores.

(Ilustração nossa retirada de Pesquisa Google)

segunda-feira, 29 de maio de 2023

Saúde é dos setores com maior número de ciberataques bem-sucedidos!

Os sistemas de IT de hospitais, centros de saúde, fornecedores de equipamento médico e clínicas privadas têm sido atacados cada vez mais frequentemente nos últimos anos;O setor da saúde tem sido um dos mais afetados a nível global em 2023, tendo inclusivamente ocupado o terceiro lugar na primeira quinzena de março com um total de 16 novas vítimas expostas em sites de ransomware.

A S21sec, um dos principais fornecedores de cibersegurança da Europa, alerta para o elevado risco que as ameaças de ransomware representam para o setor da saúde, visto que estas podem resultar em consequências como a paralisação dos serviços ou a desconexão de equipamentos de monitorização médica ou equipamentos de gestão; A S21sec, um dos principais fornecedores de cibersegurança da Europa, dedicou-se a analisar os impactos que os ciberataques podem ter na saúde pública. Este setor, essencial e crítico para o funcionamento da sociedade, lida com informações de teor confidencial, muitas das quais protegidas pela legislação nacional e europeia, pelo que é urgente investir na sua cibersegurança.

Os dados dos cartões de crédito/débito têm pouco valor em comparação com os dados de saúde, o que explica o facto dos cuidados de saúde se estarem a tornar um alvo para os atacantes com vista a obtenção de lucros pessoais ou benefícios políticos. São várias as famílias de ransomware que, a nível internacional, exploram os sistemas de IT do âmbito da saúde, havendo, inclusivamente, algumas que se dedicam principalmente a atacar este setor, como é o caso do ransomware Royal.

A S21sec apurou que o setor da saúde é já um dos cinco mais atacados e recomenda que qualquer incidente ou indisponibilidade de serviços deve ser gerido rapidamente, de forma a minimizar o impacto, a curto, médio ou longo prazo, que pode causar. Nestes ataques a verdadeira vítima é sempre o paciente, quer seja em questões financeiras, reputacionais ou mesmo ao nível da sua própria vida.

Vetores de ataque à cibersegurança 

A cibersegurança no setor dos cuidados de saúde enfrenta diferentes tipologias de ataques conhecidos:

Ataque remoto ou online: todos os ataques que utilizam a rede ou os serviços online para atingir o seu objetivo. É uma das tipologias mais comuns, na qual os atacantes se podem ocultar com mais segurança e garantir pouca exposição. Estes ataques tornam-se especialmente sensíveis nos cuidados de saúde, com todas as opções de rede que estão a ser desenvolvidas e com a evolução rumo à 'e-Saúde'. O setor da saúde é um dos setores com o maior número de ataques bem-sucedidos devido a vulnerabilidades da web ou a configurações inseguras resultantes do recente aumento de aplicações e serviços online para a população em geral. Muitos dos ataques têm como propósito descredibilizar a organização, apesar de derivarem de motivos extrínsecos e ocultos.

Ataque interno: estes ataques têm origem em alguém que tem acesso à rede e aos serviços a partir do interior da organização. No âmbito da saúde existe um grupo variado de trabalhadores (médicos, enfermeiros, funcionários, administradores, etc.) com alta mobilidade e aos quais se tenta dar o máximo acesso para otimizar a atenção à saúde dos pacientes. Um colaborador pode, involuntariamente, tornar-se cúmplice de um atacante, por desconhecimento ou por engano, ou até mesmo ser o próprio atacante. A falta de hábito ou de formação na utilização de protocolos de segurança ou a vocação para se dedicar inconscientemente aos cuidados do paciente são as causas por detrás da sua vulnerabilidade. Também os pacientes, visitantes, acompanhantes ou aqueles que se fazem passar por eles estão dentro das instalações e podem tornar-se agressores a partir do interior. Outro risco interno é a entrada de dispositivos médicos no mercado com poucas medidas de proteção, ou mesmo com sistemas obsoletos e inseguros. Estes dispositivos podem ser utilizados por utentes a partir das suas próprias casas sem a necessidade de visitar centros médicos, em muitos casos por pessoas que não sabem como se proteger contra ameaças de cibersegurança e que utilizam credenciais previsíveis. Consequentemente, são vítimas perfeitas de um ciberataque de engenharia social ou candidatos para deixar o dispositivo exposto acidentalmente, permitindo que estes sejam estudados para ataques mais avançados.

Ataque de proximidade: estão relacionados com tecnologias de comunicação de curto alcance. Em particular, no sector da saúde encontramos muitos dispositivos médicos que fazem uso destas tecnologias (Bluetooth, WiFi, RFID, irDA, etc.), estando grande parte deles mal configurados ou com protocolos obsoletos e inseguros cuja atualização é dispendiosa ou complexa. Estão também localizados em áreas com um alcance de cobertura que atinge áreas comuns, permitindo que o atacante esteja próximo sem a possibilidade de ser descoberto. Como os estabelecimentos de saúde estão constantemente a receber pessoal externo, este tipo de ataques ocorre tanto com acesso físico restrito, como controlado.

Ataques à cadeia de fornecimento (ou fornecedor): são ataques provenientes do fornecedor com o objetivo de chegar aos seus clientes. Esta tipologia de ataque tornou-se muito popular na atualidade e assume uma conotação diferente nos cuidados de saúde devido ao grande número de fornecedores e aos múltiplos tipos de acesso que estes possuem. Durante várias auditorias, a S21sec deparou-se com inúmeras interfaces de gestão de dispositivos com medidas de segurança ineficientes, dispositivos estes que estavam diretamente ligados à rede de hospitais, centros de saúde ou outros dispositivos críticos.

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Sobre a S21sec A S21sec, Cyber Solutions by Thales, é o fornecedor líder europeu de serviços de cibersegurança, com mais de 500 peritos em segurança e um MultiSOC global espalhado por quatro locais. A S21sec trabalha com uma visão global para facilitar a transformação dos negócios dos seus clientes, gerindo os riscos de cibersegurança e protegendo os seus bens. Podemos satisfazer as necessidades das organizações completando as fases da framework NIST, desde a definição da estratégia de cibersegurança até à resposta aos incidentes mais complexos de cibersegurança. A S21sec faz parte da unidade de defesa do Grupo Thales, com presença em mais de 68 países.

quarta-feira, 24 de maio de 2023

Sin+fonia pela Paz estreou no mês passado em Portugal

Já fez um mês que ocorreu a estreia mundial da Sin+fonia pela Paz em Portugal, a qual foi escrita pelos compositores Charalampos Makris da Grécia, Ilio Volante de Itália, Francisco José Rosal Nadales de Espanha e Francisco Manuel Relva Pereira de Portugal, os quais fazem parte integrante do grupo “Musica pro populo”.

O objetivo principal deste grupo é compor música de forma totalmente altruísta e com fins beneficentes para terceiros, como mostraram na sua primeira criação conjunta denominada Suite 2020 composta para minimizar os efeitos da pandemia. Esta sinfonia, apresentada em abril no nosso país, é uma composição em quatro andamentos, cada um escrito pelos referidos compositores com o objetivo de angariar fundos para as vítimas das guerras.Os palcos foram o Pavilhão Multiusos de Febres em Cantanhede no passado dia 22 de abril, no dia seguinte no Salão de Festas da Sociedade Musical Santanense em Santana, e no dia 25 de abril no Jardim Visconde da Corujeira em Mira.

As bandas de música de suporte foram a de Lares e de Santana, às quais se juntaram músicos oriundos da União de Músicos e Ressurreição de Mira. Além destas associações registe-se a participação do Maestro Cristiano Barros da SIRLares, do Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede, do Grupo Folclórico de Portomar-Mira, do Coral das Pequenas Vozes de Febres, do acordeonista Pedro Torres e das vozes da Diana Matias e Patrícia Santos.

A resposta do público e das autoridades nos vários concertos foi fantástica, podendo-se afirmar que esta 'aventura' musical foi um êxito, e esperando-se assim que outras atuações aconteçam, tanto em Portugal como em outros países da Europa.

Passados 30 dias, nunca é demais agradecer a todos os que apoiaram (municípios de Cantanhede e de Mira, e juntas de freguesia de Ançã, Ferreira-a-Nova e Vila Verde) e também a todos que trabalharam em prol deste projeto!

(Texto enviado pelo maestro Francisco Manuel Relva Pereira)

sábado, 6 de maio de 2023

DECO: Comprou uma casa nova e foi surpreendido com defeitos? Ora saiba como reclamar!

Com a nova lei de garantias, os bens imóveis têm agora um prazo de garantia de 10 anos relativo a elementos construtivos estruturais, mantendo-se o prazo de cinco anos nos outros elementos da casa.

É frequente a denúncia de consumidores que, após a compra de casa nova, se deparam situações nada agradáveis, como sejam fissuras nas paredes, nos azulejos e mosaicos, defeitos nas instalações sanitárias, portas e soalhos empenados. Ora perante estas surpresas desagradáveis, os consumidores devem acionar a garantia que, como referido, abrange paredes, tetos, canalizações e outras partes estruturantes do imóvel.As características do imóvel devem estar descritas na ficha técnica da habitação, tal como esta se encontra no momento da compra. Caso haja falta de conformidade, o consumidor tem o direito da reposição dessa falha, a título gratuito, seja através da reparação, substituição, ou até mesmo à redução proporcional do preço ou à resolução do contrato.

Como deve o consumidor fazer para acionar a garantia?

Com esta nova lei, o consumidor já não é obrigado a denunciar o defeito dentro de um determinado prazo após o conhecimento do defeito. A comunicação deve ser feita através de carta registada ou por correio eletrónico com recibo de leitura, para salvaguarda do consumidor ou qualquer outro meio suscetível de prova.  Se tiver conhecimento de algum defeito à data da compra, deve comunicá-lo e estabelecer um prazo para o vendedor proceder à reparação.

Após comunicada a anomalia, caso o vendedor não responda ou não efetue nenhum procedimento, o consumidor deve recorrer aos julgados de paz ou ao tribunal. Deve iniciar a ação antes do prazo dos três anos a contar da comunicação do defeito, porque após este prazo o vendedor fica livre da obrigação de reparação dos defeitos em causa.

Se tem dúvidas sobre este ou outro assunto não hesite em contactar a DECO!

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Move For Wish Kids: uma das ações promovidas pela Make-A-Wish Portugal para assinalar o 'World Wish Day 2023' que comemora o 43º aniversário sob o lema “Esperança Sem Limites”

A Make-A-Wish convida, assim, os portugueses a saírem à rua e a moverem-se pelas crianças que estão a aguardar a realização do seu desejo, um movimento que pretende envolver a comunidade, as empresas e as escolas.
“Queremos envolver toda a comunidade num MOVIMENTO que promove o bem-estar, a prática de desporto, a partilha de momentos de lazer, mas também a generosidade e a solidariedade, levando a nossa FORÇA, ALEGRIA, ESPERANÇA a todas as crianças e jovens que sofrem de doenças graves”, afirma Mariana Carreira, CEO da Make-A-Wish Portugal.

Neste momento, existem em Portugal cerca de 180 crianças e jovens a aguardar a realização do seu desejo e está ao alcance de todos contribuir para a realização destes desejos. Participar no Move For Wish Kids é simples: é só entrar na Montra Solidária, fazer o donativo [valor de inscrição = donativo], e recebe o Kit de participação na morada indicada (cartão + dorsal + pulseira). Depois é escolher o “MOVE” (ex: caminhada / dança / outros), registar a ENERGIA do seu MOVE (minutos) e acompanhar a energia gerada por todos aqui . Se entender pode partilhar nas redes sociais com a identificação da @makeawishportugal e o #moveforwishkids.

E porque a Make-A-Wish Portugal é feita de escrita e imagens, a Fundação volta a surpreender com a concretização do Livro dos Desejos. Uma ideia que surge através da mãe do Gianni, um wish kid que realizou o desejo com a Make-A-Wish, com o objetivo de levar a missão da Make-A-Wish a outras famílias de uma forma divertida, para que mais crianças e jovens com doenças graves consigam realizar os seus desejos e sentir a força, alegria e esperança que é gerada ao longo de toda a wish journey.

“O objetivo do livro, escrito por Sofia Caessa (mãe do wish kid) e ilustrado por Carolina Branco, é que mais crianças conheçam a Make-A-Wish e a possibilidade de se candidatarem à realização do seu maior desejo, pelo que o livro será oferecido a todas as crianças e jovens que aguardam a realização do seu desejo e distribuído pelos vários hospitais parceiros, de onde vêm cerca de 90% das candidaturas que recebemos”, acrescenta Mariana Carreira, CEO da Make-A-Wish Portugal. O livro ficará brevemente disponível para leitura online.

A Make-A-Wish Portugal, associa-se assim às celebrações do 43º World Wish Day 2023, que este ano tem como tema “Esperança Sem Limites”. Recorde-se que a Make-A-Wish tem como missão a realização de desejos a crianças e jovens, entre os 3 aos 17 anos, que sofrem de doenças progressivas, degenerativas ou malignas, proporcionando-lhes um momento de força, alegria e esperança. A Make-A-Wish está presente em 52 países, conta com 30 mil voluntários e atingiu em 2023 a meta dos 550 mil desejos realizados em todo o mundo.

Há mais de uma década no nosso país, a Make-A-Wish Portugal continua empenhada em mostrar às crianças e adolescentes que nada é impossível. A Fundação conta atingir este mês 1800 desejos realizados no país e continua dedicada a levar esperança, força e alegria às crianças e famílias, acreditando no poder transformador do desejo.

SOBRE A MAKE-A-WISH PORTUGAL:

A missão da Make-A-Wish é a realização de desejos a crianças e jovens, entre os 3 até aos 17 anos, em todo o território nacional, que sofrem de doenças progressivas, degenerativas ou malignas, proporcionando-lhes um momento de força, alegria e esperança. A Fundação Realizar um Desejo nasceu em 2007, foi reconhecida pela Make-A-Wish Internacional no mesmo ano e torna-se IPSS em 2009. Com sede em Lisboa, tem uma rede de mais de 200 voluntários para cobrir o território nacional e trabalha em parceria com todos os hospitais distritais do país. A Fundação Realizar Um Desejo é a filial portuguesa da Make-A-Wish® Internacional, presente em mais de 52 países, nos cinco continentes. No mundo foram já realizados mais de 550 000 desejos a crianças e jovens gravemente doentes. Em Portugal foram realizados perto de 1800 desejos e, neste momento, cerca de 180 crianças estão a aguardar.

quarta-feira, 29 de março de 2023

'Café Memória' - iniciativa da Sonae e Associação Alzheimer realiza sessão 'A Demência e a Família'

"Café Memória” é uma iniciativa da Sonae Sierra e da Associação Alzheimer Portugal com o objetivo de melhorar a qualidade de vida e reduzir o isolamento social das Pessoas com Demência e dos seus Familiares e Cuidadores;

No dia 1 de abril às 9h00, na Portugália do Centro Colombo, realiza-se uma sessão especial dedicada ao tema “A Demência e a Família”;

Há 10 anos, a Sonae Sierra e a Associação Alzheimer Portugal uniram-se para lançar o Café Memória em Portugal, projeto pioneiro no país criado com o propósito de juntar à conversa, em contexto informal, Pessoas com Demência, cuidadores, familiares e amigos, para atenuar o isolamento e exclusão social.

Desde então o projeto transformou-se numa rede informal de apoio de âmbito nacional tendo realizado mais de 1.100 sessões, com a participação de cerca de 5.000 pessoas e com o apoio de perto de 100 entidades parceiras a nível local e nacional. No dia 1 abril, às 9h00, vai realizar-se na Portugália do Centro Colombo, uma sessão especial do Café Memória, para assinalar os 10 anos do projeto, que terá como tema: “A Demência e a Família,” com o Prof. Manuel Goncalves Pereira, Médico Psiquiatra e Professor da NOVA Medical School.

A Rede Cafés Memória conta atualmente com 22 Cafés em funcionamento, com mais uma abertura em abril deste ano na Marinha Grande. As sessões do Café Memória têm tido uma regularidade mensal desde o arranque da iniciativa, mesmo durante a pandemia através de sessões virtuais. São dinamizadas por uma equipa de, pelo menos, dois profissionais de saúde ou ação social com formação específica na área das demências, e de um grupo de voluntários. Pretende-se que sejam um espaço de partilha de experiências, de informação e de suporte mútuo e que se realizem à volta de uma mesa de café e em espaços da comunidade, fora do ambiente institucional ou hospitalar.

Este projeto tem um lugar especial na história da nossa empresa”, quem o diz é Elsa Monteiro, Diretora de Sustentabilidade da Sonae Sierra. “Em 2013, a Sierra e a Associação Alzheimer Portugal uniram-se numa iniciativa inédita. Ao longo destes 10 anos, o Café Memória tornou-se num espaço de partilha muito importante na vida destas pessoas, o que nos deixa imensamente satisfeitos. Na Sierra assumimos o compromisso de criar impacto positivo na comunidade, motivo pelo qual temos um enorme orgulho em fazer parte deste projeto desde a sua génese e esperamos que a Rede Cafés Memória continue a crescer”, conclui.

Para Manuela Morais, Presidente da Direção Nacional da Associação Alzheimer Portugal, “a criação do Café Memória foi um marco decisivo para a nossa Associação. Conseguimos, ao longo destes anos, fazer a diferença na vida de milhares de pessoas com Demência, seus Cuidadores, Amigos e Familiares, assim como de pessoas que já tenham problemas de memória, o que nos deixa muito orgulhosos. É altura de agradecer a todos os que se empenharam em dar vida a este projeto de sucesso: colaboradores, voluntários, parceiros e amigos, assim como a todos os oradores que se disponibilizaram para enriquecer as sessões com todo o seu saber. Acredito que estamos a conseguir cumprir os nossos objetivos de forma a reduzir o isolamento social e contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que têm participado, bem como consciencializar a comunidade para a relevância crescente do tema das demências, diminuindo, assim, o estigma que lhe está associado”, conclui.

=SABERMAIS AQUI=

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

O grande Musical 'Cinderela' de Filipe La Féria ganhou o Prémio de Melhor Espetáculo para a Infância e Juventude nos Pumpkin Awards

O Musical de Filipe La Féria 'Cinderela', que está em cena no Teatro Politeama, é um grande Musical para adultos e crianças ao nível das melhores produções da Broadway e uma das mais deslumbrantes encenações de Filipe La Féria onde a magia, a música, os cantores, atores e bailarinos conseguem realizar diariamente uma verdadeira obra-prima que diverte e encanta todo o público. 'Cinderela' que irá completar brevemente as duzentas representações, é representada de terça a sexta-feira às 11h00 e às 14h00 e aos sábados, domingos e feriados às 11h00 e às 15h00, tendo sido vista já por mais de 160.000 espetadores.

E é com 'Cinderela', La Féria e o Teatro Politeama, que se acredita no impossível!

(Vídeo promocional (VER AQUI)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Filarmónica 25 de Setembro de Montemor-o-Velho tem novos órgãos sociais

A Associação Filarmónica 25 de Setembro, em reunião de Assembleia Geral realizada no passado sábado 28 de janeiro, deu posse aos novos órgãos sociais eleitos para o biénio de 2023-2024.

A nova direção iniciou assim funções tendo pela frente o enorme desafio de conduzir os destinos desta Filarmónica que, ao longo dos seus 130 anos de vida, sempre se tem mostrado ativa e resiliente ao serviço da cultura no concelho e da comunidade.

Integram assim os órgãos sociais:

Direção 

Presidente, Susana Isabel dos Santos Grou; Vice-presidente, Leonel Dinis Reis Girão; Secretária da Direção, Beatriz Morais Rebelo; Tesoureiro, Cristiano Correia de Santa Rita; Vogais da Direção, Graciete Fonseca Maia e João Miguel Assafrão Canoso.

Mesa da Assembleia Geral

Presidente, Maria Isabel Maranha Nunes Tiago Cardoso; Vice-presidente, António Maia Correia; 1º Secretário, Bruno André Morais Santos Costa; 2º Secretário, Tatiana Sofia Maia Cadima.

Conselho Fiscal

Presidente, Luís Manuel Barbosa Leal; Vice-presidente, Alexandre Miguel M. Pimentel Leal; Secretário relator, Luís Alberto Amaral da Silva. Integram estes órgãos sociais sócios, músicos, antigos músicos e o próprio maestro da Banda, Bruno Costa.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

DECO: Ser sustentável é bom para o negócio?

A DECO lança hoje uma campanha sobre o greenwashing e a existência de alegações ambientais que podem ser enganosas com o objetivo de capacitar os consumidores para a escolha de produtos mais sustentáveis.
Comecemos por perceber o conceito de greenwashing:

Ecológico, Biodegradável, Amigo do Ambiente... O que têm de comum estas expressões? Talvez muito pouco! Na verdade, são argumentos publicitários que procuram a atrair a atenção do consumidor, sobretudo daquele que tem maiores preocupações ambientais, na hora de fazer as suas compras, mas que não apresentam nenhuma prova ou evidência sobre a sustentabilidade do produto ou da empresa em questão. Portanto, numa altura em que 57% dos consumidores da União Europeia estão recetivos a alegações ambientais no momento de escolher e comprar, para algumas empresas mostrar-se verde, tornou-se bom para o negócio.

O aumento da consciência ecológica dos consumidores trouxe, então, consigo uma técnica de marketing conhecida como "greenwashing”, à luz da qual uma empresa consegue afirmar que cumpre “determinadas” metas de proteção do ambiente ou que tem um “determinado” desempenho ambiental, não o fazendo na verdade. Infelizmente, a proliferação de tais alegações no mercado, sendo uma elevada percentagem das mesmas não fundamentada, conduz a uma situação confusa em que a maioria dos consumidores tem dificuldade em compreender quais os produtos que são verdadeiramente amigos do ambiente.

Assim, a DECO quer informar e despertar todos os consumidores para o que é greenwashing, também conhecido como Ecobranqueamento, como funciona e como deve ser combatido. A campanha faz também o aviso às empresas “Não se pintem de verde! Contem as coisas como elas são” procurando evitar que os consumidores gastem o seu dinheiro em escolhas branqueadas de falsas alegações, potenciando o seu conhecimento sobre as escolhas verdadeiramente sustentáveis.

Esteja atento às redes sociais da DECO e aos episódios especiais no DECOPODe sobre o greenwashing. “-Queremos ajudá-lo a separar o trigo do joio!”

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Palhaços d'Opital presente em 7 hospitais (HDFF incluído) assinala 10 anos em fevereiro com Gala Solidária e bilhetes já disponíveis!

12 de fevereiro de 2023 - Esta é a data que assinala os 10 anos da fundação dos Palhaços d'Opital e se celebram milhares de horas de visitas, milhares de sorrisos, milhares de vidas tocadas pela arte do Doutor Palhaço, pelo amor e humanidade que os adultos, principalmente os Mais Velhos, merecem.

Em comunicado, a Organização da Palhaços d'Opital refere que:

“Esta não é uma missão qualquer.

Queremos chegar a mais pessoas. Lutamos pela valorização e dignificação da pessoa mais velha. Queremos deixar um legado de humanização do ambiente hospitalar.

A Palhaços d'Opital está presente em 7 hospitais, entre eles, Unidade Local de Saúde de Matosinhos, Instituto Português de Oncologia de Coimbra, Centro Hospitalar Tondela Viseu, Hospital Cândido de Figueiredo (Tondela), Centro Hospitalar do Baixo Vouga, Hospital Distrital da Figueira da Foz, Hospital Distrital de Águeda.

Em Novembro assinámos o mais recente protocolo com o Centro Hospitalar Universitário de São João, no Porto, e as visitas começam já em Janeiro!

Uma Gala Solidária no coliseu Ageas, no Porto, assinalará a data, com a apresentação de Nilton e a participação de Ruy de Carvalho, Pedro Abrunhosa, Fernando Daniel, André Sardet, Os Azeitonas, Cláudia Pascoal, Silvana Peres, As vozes da Rádio, Pedro Barroso e Paulo Lima.

Os bilhetes já estão disponíveis na Ticketline, a partir de 11€, e os fundos angariados permitirão suportar e ampliar o raio de ação, e trazer ainda mais visitas e sorrisos aos hospitais a norte.

É tempo de solidariedade. É tempo de ajudar quem se dedica ao outro. É tempo de pensar nos Mais Velhos. E por eles, oferecer amor.”

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Promoções e saldos: Os conselhos da DECO para esta época natalícia de compras

Aproxima-se a época de Natal e multiplicam-se as promoções e reduções de preço por parte das marcas. Mas será que as promoções campanhas representam oportunidades únicas de compra?

O que saber antes de decidir comprar?O 'preço mais baixo anteriormente praticado' é o preço mais baixo a que o produto foi vendido, fora de eventuais períodos de saldo ou de promoção, nos 90 dias anteriores ao dia em que é posto à venda em saldo ou em promoção. Já a 'percentagem de redução' é relativa ao preço mais baixo anteriormente praticado ou, tratando-se de um produto não comercializado previamente naquele estabelecimento respeita ao preço a praticar após o período de redução.

Na venda com redução de preço deve ser indicada de modo inequívoco, a modalidade de venda, o tipo de produtos, a respetiva percentagem de redução, bem como a data de início e o período de duração.

Acautele-se, informe-se e evite ‘comprar gato por lebre’.

Promoções, como seja “pague 2 e leve 3”, pode ser uma falsa ação de poupar, desde logo porque pode nem estar a precisar dos produtos, e comprá-los por impulso de estar em promoção. Antes de comprar estes artigos, verifique também a data de validade e pense bem se realmente precisa.

Leia primeira e atentamente os folhetos promocionais. Embora os descontos possam ser uma oportunidade para poupar dinheiro com as reduções de preço, há que ser crítico na escolha. Verifique se o preço compensa – por vezes preços de marca branca ou sem estar em promoção são opções ainda mais baratas, se precisa efetivamente do produto, analise as dimensões das embalagens e não se esqueça de confirmar se o valor registado na caixa corresponde ao anunciado.

Se preferir comprar à distância, via internet, esteja preparado para enfrentar centenas de anúncios de ofertas 'imperdíveis'. Desde a oferta de portes e outras despesas à compra de um artigo com 70% de desconto tudo parece ser uma oportunidade única. Porém, muitas lojas online impõem um limite mínimo de compras para oferecer os portes de envio, levando o consumidor a gastar mais do que planeado na sua compra inicial para não ter de suportar os custos de entrega.

É o caso paradigmático do barato sai caro, por exemplo: o limite mínimo para poder usufruir dos portes de envio gratuitos é de 30 euros e o a sua compras é de 20 euros. Se o custo de envio for 5 euros não poupara nada em gastar mais €10 noutro produto, que, talvez, nem seja imprescindível.

O que devo ainda saber sobre descontos, promoções e reduções de preço?

Os problemas mais comuns neste tipo de compra relacionam-se com as trocas de bens, sobretudo se aproveitou a campanha de saldos ou redução de preço para comprar presentes. O consumidor deve saber que o comerciante não é obrigado a trocar os artigos vendidos, a maioria efetua a troca por cortesia. Nada como dialogar com o comerciante e informar-se sobre a sua política de trocas ou devoluções.

E se as compras não correrem bem?

Reclame! Faça valer os seus direitos. Deve sempre reclamar por escrito e para tal pode usar o livro de reclamações do estabelecimento comercial. Tem ainda a possibilidade de recorrer à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica – ASAE e conte sempre com a DECO.

(Ilustração nossa)

DECO CENTRO

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