“Nos
termos do n.º 1 do artigo 25.º dos Estatutos, e dos artigos 17.º e
18.º do Regulamento Interno da Associação Novo Olhar, convoco a
reunião de Assembleia Geral para o dia 31
de março de 2026 pelas 18h30,
a efetuar na sede sita na Rua
Comandante João Mano n.º 2 — 3090-877,
freguesia de S.
Pedro da Figueira da Foz.
Ordem
de Trabalhos:
Aprovação
do Relatório de Contas e Relatório de Atividades de 2025
Outros
assuntos de interesse da instituição.
De
acordo com o n.º 1 do artigo 21.º do Regulamento Interno da
Associação Novo Olhar, a Assembleia Geral reunirá à hora marcada
na convocatória, se estiverem presentes mais de metade dos
associados com direito a voto, ou trinta minutos depois com qualquer
número de presentes.
Quem
desejar expressar o seu voto por via escrita pode, como usualmente,
fazê-lo, sendo que poderão recorrer a votação via email.
O
Presidente da Mesa da Assembleia, Pedro Rodrigues”.
Circular
com pneus abaixo da pressão recomendada pode aumentar o consumo de
combustível até 7%, alerta a Euromaster, especialista em manutenção
integral do veículo, com base em dados da Michelin.Um
gesto simples como verificar a pressão dos pneus torna-se assim uma
forma de poupança face ao aumento do preço do gasóleo, que
aumentou quase 20% em duas semanas, já com o apoio do Estado, e da
gasolina, que teve uma subida cerca de 10%.
Este
aumento do consumo acontece porque um pneu com pressão inferior à
adequada gera uma maior resistência ao rolamento. Nestas situações,
o motor necessita de mais energia para mover o veículo, o que se
traduz num maior gasto de combustível. Em termos práticos, manter
os pneus com pressão abaixo do recomendado pode representar, ao
longo de um ano, um custo adicional equivalente a um depósito
completo de combustível num automóvel de gama média, com
capacidade aproximada de 45 litros.
Além
disso, circular de forma habitual com pressão baixa reduz a vida
útil do pneu, uma vez que provoca um desgaste prematuro nas suas
extremidades. Por outro lado, um pneu com pressão excessiva diminui
a superfície de contacto com o piso, o que também pode originar
desgaste prematuro e irregular, neste caso na zona central do pneu.
Além
da poupança, está em causa a segurança
Para
além do impacto económico, a pressão incorreta dos pneus tem
também consequências diretas na segurança rodoviária. Em
concreto, circular com cerca de 10% a menos de pressão pode aumentar
a distância de travagem entre dois e três metros em piso seco. Esta
diferença torna-se ainda mais significativa em piso molhado.
Nessas
situações, uma pressão até um bar abaixo do recomendado pelo
fabricante do veículo pode aumentar a distância necessária para
imobilizar o automóvel até 11 metros.
A
Euromaster recorda ainda que os pneus perdem pressão naturalmente
com o passar do tempo - cerca de 0,07 bares por mês -, pelo que é
essencial realizar verificações periódicas.
Para
além da pressão, os especialistas aconselham também a verificação
da profundidade do piso do pneu. Embora a legislação permita
circular com uma profundidade mínima de 1,6 milímetros, a
Euromaster recomenda que esta seja de, pelo menos, 2,5 milímetros,
de forma a garantir uma correta evacuação da água e melhorar a
aderência quando se circula em piso molhado.
Por
todas estas razões, a Euromaster recomenda a verificação regular
da pressão dos pneus, tanto por motivos económicos como de
segurança. A recomendação passa por realizar esta verificação
pelo menos uma vez por mês, preferencialmente num centro técnico ou
numa oficina especializada, onde o serviço é gratuito e os
manómetros utilizados são regularmente verificados e certificados,
garantindo medições precisas.
O
Município de Silves
vai assinalar
o Dia Mundial do Teatro a 29 de março
e
o Ciclo de Teatro do Concelho, com o espetáculo “Piolhos &
Actores” no Teatro Mascarenhas Gregório, pelas 17h30.
A
Companhia Teatro do Bigode, sedeada na Figueira da Foz,
apresenta
uma mistura de comédia e música com uma energia contagiante. O
espetáculo celebra o teatro com apenas dois atores em palco que se
desdobram em várias personagens, num ritmo viciante e hilariante.
“Nesta
peça somos apenas dois actores, eu e o Vítor Emanuel, mas cada um
de nós divide-se em vários e o ritmo é frenético.. O desafio está
nesta dupla que faz tudo, enquanto o texto segue” destaca Guilherme
de Bastos Lima, ator e encenador.
Depois da estreia no CAE da
Figueira da Foz e passagem por Oliveira de Frades, chegou a vez de
Silves receber os Piolhos & Actores. Em breve, serão confirmadas
mais duas datas na zona centro do país.
Os
bilhetes para a hilariante peça de teatro "Piolhos &
Actores" estão à venda na plataforma
(https://www.bol.pt)
e
nos locais habituais. Para mais informações os interessados podem
contactar o Setor de Cultura pelo telefone 282 440 847 ou pelo email
/cultura@cm-silves.pt).
A Companhia está a preparar a
estreia de uma peça para toda família, baseada num conto
tradicional português, que estreará muito em breve e promete trazer
muita alegria, música e arte.
A Escola Nacional de Bombeiros (ENB) está a promover, durante o mês de março, uma campanha nacional de sensibilização dos cidadãos para o Kit de Emergência e para o Plano Familiar de Emergência, dando assim seguimento à sua estratégia de proximidade aos cidadãos.
Esta campanha, iniciada no Dia Internacional da Proteção Civil, a 1 de março, inclui a distribuição digital, junto da população em geral, dos dois cartazes: “Já tem… 1 Kit de Emergência para Situações de Catástrofe?” e “Já tem… 1 Plano Familiar de Emergência para Situações de Catástrofe?”
Para minimizar o impacto de desastres e catástrofes naturais ou humanas é fundamental estar preparado. A ENB explica, passo por passo, através destes dois cartazes, como criar um Kit de Emergência e como elaborar um Plano Familiar de Emergência.
Ambos são disponibilizados com informação complementar e detalhada, na seguinte ligação: (https://www.enb.pt/multimedia.html).
Nas suas redes sociais, a ENB está a divulgar pequenos vídeos intitulados “Cidadão Resiliente”, que dão voz a celebridades, figuras conhecidas da sociedade portuguesa, mas também ao cidadão comum. Pode colaborar na campanha, partilhando os vídeos e ajudando a fazer chegar esta mensagem o mais longe possível.
Em simultâneo, a ENB está a preparar dois MOOC (Curso Online Aberto e Massivo) para formação à distância dirigido à população em geral. O primeiro, denomina-se “Kit de emergência e Plano familiar de emergência”, com arranque público a 16 de abril de 2026, na sequência da campanha nacional de sensibilização.
O segundo, denomina-se “Incêndios Rurais, o que fazer, antes, durante e depois do incêndio”, com arranque público a 30 de abril de 2026.
Colabore, partilhe com todos os seus contactos e imprima, afixando nas suas instalações estes cartazes que ajudam a salvar vidas!Cartaz “Já tem… 1 Kit de Emergência para Situações de Catástrofe?”: (https://enb.pt/admin/docs/repositorio/Cartaz_ENB_KIT.pdf);
A
DECO avaliou os sistemas digitais de apoio ao cliente de 24 empresas
de 8 setores essenciais da economia, desde as comunicações
eletrónicas à energia, passando pela banca, mobilidade, saúde,
comércio eletrónico, serviços digitais e turismo. Os resultados
não são, porém, animadores: numa escala entre o Muito Mau e o
Muito Bom, a maioria das empresas situa-se entre o Mau e o Razoável.
A avaliação da DECO incidiu sobretudo sobre os chatbots e formulários
online, os dois mecanismos que hoje dominam os sistemas de contacto
das empresas, estando presentes em mais de metade das empresas
analisadas. Contudo, a existência destes canais não significa que o
consumidor tenha um melhor apoio das empresas. Pelo contrário, a
experiência de contacto revelou percursos complexos, menus
sucessivos e sistemas que limitam a exposição livre do problema. Em
vários casos, os chatbots funcionam essencialmente como instrumentos
de triagem, encaminhando o consumidor para perguntas frequentes ou
para novos formulários, sem permitir que a reclamação seja
formalmente registada no próprio fluxo da conversa.
A
investigação da DECO revelou também uma tendência preocupante: o
próprio conceito de “apoio ao cliente” está a desaparecer dos
websites das empresas. Em muitos casos, é substituído por
expressões mais neutras como “ajuda”, “opiniões” ou
“dúvidas”, diluindo a identificação clara do canal de apoio e
tornando menos evidente o exercício dos direitos do consumidor. À
autoajuda das perguntas frequentes juntou-se, agora, o
“autoatendimento”!
A
DECO identificou ainda situações em que os clientes registados ou
com estatuto premium obtêm uma resolução mais rápida ou
facilitada dos seus problemas, criando um tratamento diferenciado
entre os consumidores.
Perante
estes resultados, a Associação alerta para um risco crescente: a
digitalização do atendimento ao cliente está a transformar-se num
sistema cada vez mais difícil de utilizar. A DECO defende, por isso,
que o acesso a um interlocutor humano - nesta fase em que a IA revela
ainda uma capacidade limitada - deve continuar a ser a base do apoio
ao cliente, e não uma possibilidade residual.
A
DECO apresentou um conjunto de Recomendações dirigidas ao Governo e
às empresas. Entre as principais propostas estão:
A
consagração legal do direito do consumidor a contactar um
interlocutor humano quando o solicite;
A
proibição de práticas que criem entraves ou discriminação no
acesso à reclamação, incluindo situações em que consumidores
premium obtêm tratamento preferencial;
A
obrigatoriedade de disponibilizar um contacto por email e telefone
claramente identificável;
A
garantia de que os chatbots permitem sempre o acesso imediato a um
operador humano;
A
obrigação de informar previamente o consumidor quando está a
interagir com um assistente virtual;
A
definição de prazos máximos de resposta e limites de espera nos
chats e linhas telefónicas.
Para
assinalar o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, a mensagem da
DECO é clara: o apoio ao cliente das empresas deve servir para
resolver os problemas dos consumidores e não para os deixar a “falar
pró boneco”.
A
Procissão dos Passos é uma das manifestações mais marcantes da
Quaresma em muitas localidades de Portugal e não só. Ela, recria
simbolicamente o percurso de Jesus Cristo desde o Pretório até ao
Calvário, representando episódios da Paixão de Cristo.Assim,
a música desempenha um papel central na atmosfera da procissão.
Normalmente é executada por Bandas de Música Civis locais ou
contratadas para o efeito, caracterizando-se por: marchas fúnebres
lentas, cujo ambiente sonoro típico, ajuda os participantes e
espetadores a entrar num espírito de reflexão sobre o sofrimento de
Cristo.
Durante
a procissão, a música alterna com outros elementos sonoros
característicos: Silêncio profundo entre os “passos”, Cânticos
litúrgicos ou motetes executados por coros, Toques de tambor surdo
marcando o compasso, muitas vezes ajudando à cadência de quem
transposta os andores.
Em
alguns locais, cânticos tradicionais populares ligados à Paixão e
ainda atendendo à tradição local, em muitas aldeias, vilas e
cidades portuguesas, especialmente no norte e centro, cada “Passo”
(pequeno oratório que marca uma estação do percurso) é
acompanhado por uma pausa da procissão, leitura bíblica e música
apropriada.
Entre
outras, deixo alguns exemplos das peças mais tocadas pelas bandas:
“Concha” e “Mater Mea”, muito populares em procissões
ibéricas, sendo lentas e expressivas, muito usada em momentos
solenes da Quaresma. Também os compositores europeus clássicos nos
deixaram as “marchas Fúnebre de Chopin, de Verdi de Beethoven e
outros.Também
em Portugal existe um variado número de marchas fúnebres escritas
por compositores nacionais, cujas bandas de música portuguesas
partilham esses repertórios há décadas. Partituras circulavam
entre coletividades e gerações de músicos, criando um “cânone”
informal de marchas adequadas à “Procissão dos Passos”.
Essas
mesmas, na sua linguagem emocional usam: tonalidades menores,
melodias longas e cantáveis, harmonias densas em metais, criando uma
atmosfera de luto e contemplação, perfeitamente alinhada com a
memória da Paixão de Cristo.
Concluindo,
os músicos tocam o que o maestro indica; contudo, é de bom tom que
este perceba e compreenda a narrativa que descrevo, tirando as
devidas notas e conclusões, em respeito pela tradição musical,
mormente pela cerimónia em que se insere.
(Texto
enviado pelo maetro e compositor Francisco
M. Relva Pereira)