quarta-feira, 28 de abril de 2021

Dúvidas sobre o seguro automóvel? A DECO esclarece...

Quais as coberturas e exclusões de um contrato de seguro automóvel? Em caso de acidente de viação a quem podemos recorrer? 

Em algumas situações, os consumidores são abordados pelo vendedor no sentido de contratarem um seguro de vida associado ao crédito automóvel. Será uma boa opção? Deixamos a resposta a algumas das dúvidas mais frequentes: 

*A aquisição de um veículo automóvel impõem a contratação de um seguro de responsabilidade civil contra terceiros. A obrigatoriedade impõem-se para todos os veículos terrestres a motor e seus reboques. Se circular sem seguro fica sujeito à aplicação de uma contraordenação. 

*No que respeita às coberturas obrigatórias devemos reter que o seguro apenas garante indemnizações por danos pessoais ou materiais causados a terceiros, bem como às pessoas transportadas no veículo, excluindo-se os danos do condutor. 

*Em caso de anulação do Seguro ou venda do veículo deverá informar a sua companhia de seguros, por escrito, dentro das 24 horas seguintes. 

*A Franquia do Seguro Automóvel representa um montante fixo ou variável (percentual) do capital coberto pelo seguro, que o consumidor terá que disponibilizar aquando de um sinistro. 

*A duração normal de um contrato de seguro automóvel é de um ano com renovação automática. Para prazo inferior a um ano. este deverá constar na proposta de seguro e posteriormente na carta verde. Caso não liquide o prémio de seguro na data para o efeito, o contrato de seguro termina. 

*Antes de contratualizar um seguro automóvel analise diferentes propostas, fazendo simulações.

*Verifique se a empresa está autorizada a exercer a atividade, informando-se junto do Instituto de Seguros de Portugal, entidade reguladora e fiscalizadora do setor. 

*A seguradora e segurado podem, a qualquer momento e desde que com justa causa, terminar o contrato, notificando a outra parte no prazo fixado no contrato, através de carta registada com aviso de recepção. 

*A seguradora terá de devolver a parte do prémio do seguro já pago que corresponde ao prazo que falta até terminar o contrato. *Em caso de acidente de viação, de onde resulte um conflito, pode recorrer ao CIMPAS – Centro de Informação, Mediação, Provedoria e Arbitragem de Seguros. Dispõem apenas de seis meses para acionar o CIMPAS a contar da data da última comunicação escrita da companhia de seguros. (Ilustração nossa)

quarta-feira, 14 de abril de 2021

DECO - As compras online também têm garantias?

A DECO recebe diariamente questões por parte dos consumidores relacionadas com as garantias, nomeadamente se os bens comprados digitalmente também têm garantia. 

Todos os bens móveis, desde eletrodomésticos até mobiliário, têm garantia de 2 anos, tenham sido comprados em lojas físicas ou online, é a chamada garantia legal. 

As garantias, da iniciativa do produtor ou vendedor, só prevalecem sobre a legal se forem mais completas ou tiverem uma duração superior. Se receber uma garantia com mais de dois anos, peça um comprovativo, assim, não terá dificuldade em provar a oferta se surgir um problema mais tarde. 

Só no negócio entre particulares é que não existe garantia e esta situação é muito comum nas compras online. Cabe ao consumidor conservar as faturas, os recibos e as garantias durante esse período 2 anos. Se se trata de um presente, entregue também o comprovativo da compra e a garantia, se aplicável. 

Mas a garantia é assim tão importante? 

e surgirem avarias no produto, por exemplo num eletrodoméstico, no período dos 2 anos, tem desde logo 60 dias a contar da data da avaria para acionar a garantia, tendo ao dispor 4 vias possíveis para a resolução desse problema: reparação, troca, um desconto sobre o preço ou a devolução com reembolso. No entanto alertamos que não há uma ordem para ativar cada uma destas soluções, por isso, o consumidor pode optar por uma, desde que seja possível e seja considerada razoável. 

Através do site e-comprascomdireitos.pt pode ter acesso a mais informação sobre os seus direitos nas compras online. (Ilustração nossa)

terça-feira, 23 de março de 2021

DECO = Novas regras na cobrança de comissões bancárias trazem benefícios aos consumidores!

A 1 de janeiro de 2021 entraram em vigor novas regras que impõem limites e proibições na cobrança de comissões bancárias. Fique a conhecer os créditos e as condições em que se aplicam. 

No crédito à habitação e hipotecário passa a ser proibida a cobrança de comissões: 

No processamento de prestações nos contratos celebrados após 1 de janeiro de 2021; 

Na emissão de declaração de extinção de dívida que passa a ser emitida num prazo máximo de 14 dias úteis a contar do fim do contrato; 

Pela emissão de declarações de dívida solicitadas com vista à obtenção de apoios ou prestações sociais e serviços públicos, até seis por ano. 

No crédito ao consumo é proibida a cobrança de comissões: 

No processamento das prestações nos contratos celebrados a partir de 1 de janeiro de 2021; 

Na renegociação das condições de crédito; 

Pela emissão de declaração de extinção de dívida, nos contratos de crédito com garantia real que deverá ser emitida nas mesmas condições apontadas para o crédito à habitação; 

Pela emissão de declarações de dívida, solicitadas com vista à obtenção de apoios ou prestações sociais e serviços públicos, até seis por ano. 

Impõem-se limites nas cobranças de comissões por transferências: 

Realizadas através de MBWay ou outra aplicação de pagamento levada a cabo por entidades terceiras, não poderão ser cobradas comissões desde que não sejam ultrapassados um dos seguintes limites:

• 30 € por transferência; • 150 € transferidos através da aplicação no mesmo mês; • Vinte e cinco transferências realizadas no mesmo mês. 

No caso de titulares de conta de serviços mínimos bancários os consumidores poderão realizar, sem encargos, trinta transferências, por mês, de montante não superior a 30 euros, através de aplicações de pagamento operadas por terceiros. Caso um dos limites seja ultrapassado, o valor da comissão não poderá ser superior a 0,2% sobre o valor da operação, se esta tiver sido efetuada com cartão de débito, ou 0,3% sobre o valor da operação, quando seja utilizado cartão de crédito. (Ilustração nossa)

segunda-feira, 1 de março de 2021

DECO: Transição energética global e justa para todos é possível

Organizada por Fuel Poverty Research Network, DECO-Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade (CENSE FCT NOVA) e o ENGAGER - Energy Poverty Research and Action Network (financiada pela EU COST) a Conferência Internacional sobre Pobreza Energética e Descarbonização (1 - 4 de março) reúne mais de 200 intervenientes nacionais e internacionais, desde representantes de consumidores, profissionais do setorda energia, decisores políticos e investigadores, que defendem uma transição energética global mais justae acessível para todos. Discutir-se-á sobre qual o papel que cada setor deve desempenhar para garantir que o compromisso global para alcançar metas ambiciosas de descarbonização não afetará negativamente os cidadãos vulneráveis. 

A pobreza energética, o seu relacionamento com outros tipos de pobreza e os movimentos sociais inclusivos para influenciar a política energética, serão alguns dos temas a debater neste fórum. Hoje, 1º dia da Conferência, a realidade de Portugal está em destaque com a participação do Secretário de Estado da Energia, João Galamba, do vereador José Sá Fernandes da Câmara Municipal de Lisboa e de um painel de especialistas nacionais. 

“É inaceitável que haja famílias a passar frio nas suas casas por não poderem suportar o pagamento das suas faturas de energia. A transição energética tem que necessariamente incluir medidas para mitigar a pobreza energética. Esta conferência é um contributo importante para a discussão de soluções e medidas para a pobreza energética”, afirma Luís Silveira Rodrigues vice-presidente da Direção da DECO, apoiado nesta reivindicação por João Pedro Gouveia investigador no Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade (CENSE) da Universidade Nova de Lisboa “uma vez que a pobreza energética é um problema multidimensional, as medidas para a sua mitigação terão de acomodar componentes sociais, económicas e ambientais, com especial foco na melhoria da eficiência energética do parque edificado. Para além disso, é importante que todas as política se medidas de descarbonização não esqueçamos consumidores mais vulneráveis. 

”Assegurar que todos os cidadãos têm energia suficiente para ter uma qualidade de vida digna, saudável, sustentável, confortável e moderna é um princípio universal, descrito nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 7 - energias renováveis e acessíveis). Embora se registem avanços substanciais na distribuição de eletricidade de baixo custo nos países em desenvolvimento, 831 milhões de pessoas continuam sem acesso e 3 mil milhões dependem de lenha e biomassa para cozinhar e aquecer as suas casas. Nos países desenvolvidos, onde a energia está geralmente imediatamente disponível, são os elevados preços da energia, combinados com os baixos rendimentos e ineficiência das habitações e equipamentos que levam as famílias à situação de pobreza energética. 

Já é hoje evidente que a adoção de medidas e políticas direcionadas para a Pobreza Energética é essencial para assegurar uma transição energética justa: este evento pretende identificar que intervenções serão necessárias e sensibilizar para a adoção de soluções que tenham uma abrangência mais global. 

Para mais informações, visite a página do evento: Making Decarbonisation Fair.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Parlamento Europeu atribui prémio ao Corpo Nacional de Escutas - Escutismo Católico Português!

O Parlamento Europeu atribuiu aos escuteiros católicos de Portugal o Prémio do Cidadão Europeu. A distinção destaca o trabalho do Corpo Nacional de Escutas (CNE) - Escutismo Católico Português ao nível da educação e formação dos jovens para a cidadania ativa e para o desenvolvimento de competências.

A atribuição do Prémio do Cidadão Europeu 2020 ao CNE resulta de uma proposta apresentada pelo Eurodeputado José Manuel Fernandes e que foi eleita pela Chancelaria para o Prémio do Cidadão Europeu liderada pelo presidente do Parlamento Europeu. 

"É um justo reconhecimento público pelo trabalho desenvolvido no escutismo, com um contributo de excelência na educação e formação de jovens, com resultados inestimáveis para a construção de uma sociedade mais justa e solidária, desenvolvida e sustentada nos valores europeus e humanistas", sublinha José Manuel Fernandes. 

O Eurodeputado do PSD e coordenador do PPE comissão dos orçamentos salienta o facto da instituição, com quase 100 anos de vida em Portugal, ter a capacidade de adaptar e evoluir a sua atividade no atual período pandémico, e destaca que, em contraciclo com o decréscimo da natalidade em Portugal, o escutismo tem tido um crescimento contínuo do seu efetivo. 

O CNE é a maior associação de juventude em Portugal, com cerca de 72 mil escuteiros, dos géneros masculino e feminino, distribuídos por mais 1.000 Agrupamentos, em todas as regiões do país. 

O Corpo Nacional de Escutas - Escutismo Católico Português foi fundado em 27 de maio de 1923 e tem estatuto de Utilidade Pública desde 1983. É uma associação sem fins-lucrativos, apartidária e integrada na Igreja Católica. Baseia a sua ação num programa de educação não-formal, adaptado aos desafios da nova era e nas finalidades e princípios do método escutista concebido por Baden-Powell – fundador do Escutismo. 

A cerimónia de entrega do Prémio do Cidadão Europeu ao CNE está agendada para novembro. 

A distinção do CNE ocorre precisamente no ano em que a iniciativa registou um maior número de candidatos, beneficiando de pela primeira vez as candidaturas poderem ser apresentadas não apenas por membros do Parlamento Europeu, passando a admitir propostas da sociedade civil. 

O Prémio do Cidadão Europeu tem como objetivo "recompensar atividades excecionais desempenhadas por cidadãos, grupos, associações ou organizações nos domínios da promoção de uma maior integração dos cidadãos europeus, cooperação, reforço do espírito europeu e no âmbito dos valores consagrados na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia". 

O prémio tem um valor simbólico e assume a forma de uma insígnia honorífica ou, no caso de distinções de natureza coletiva, de uma medalha ou placa alusiva. 

Na edição de 2020, o CNE foi a única entidade portuguesa distinguida. Em anos anteriores, foram já premiados a Fundação Francisco Manuel dos Santos, a jornalista Teresa de Sousa e a Plataforma de Apoio aos Refugiados.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Palhaços d'Opital:5000 Sorrisos para os HUC e Hospital dos Covões

O mês de fevereiro é o mês da Palhaços d'Opital

Depois do enorme sucesso da iniciativa "1.200 Sorrisos para o IPO de Coimbra", a Palhaços d'Opital e a A Pousadinha terminam as festividades do 8º aniversário, levando "5000 Sorrisos para o Hospital da Universidade de Coimbra e para o Hospital dos Covões" levando a todos profissionais destes hospitais um "doce miminho" oferecido por A Pousadinha (Tentúgal). 

A iniciativa "5000 Sorrisos para os HUC e Hospital dos Covões" visa homenagear todos os Profissionais de Saúde de Portugal e irá decorrer nos dias 23, 25 e 26 de fevereiro, e no dia 25 pelas 10h30 a equipa de 'Doutores palhaço' da Palhaços d'Opital irá fazer uma entrega simbólica ao Conselho de Administração dos CHUC. 

No mês de fevereiro esta associação realizou 6 diretos nas suas redes sociais, para dar a conhecer os seus Doutores Palhaço e respetivo artista "por detrás do nariz", um direto no dia do aniversário do IPO de Coimbra (estiveram à conversa com a dra Margarida Ornelas presidente do Conselho de Administração do IPOC) e um direto no dia do aniversário com a participação dos seus embaixadores Nilton e Sónia Santos, e dos convidados Sofia Cerveira e André Sardet. 

Em março de 2020, face as condicionantes da pandemia, foi lançado o canal d'Opital TV na plataforma youtube, onde são disponibilizados conteúdos gratuitos para todos os hospitais e instituições que trabalhem com adultos e idosos, público alvo da missão e trabalho da Palhaços d'Opital. 

E desde 3 de julho de 2020 que a Palhaços d'Opital retomou as visitas semanais, regulares e presenciais a esta unidade de saúde. 

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A Palhaços d'Opital é uma Associação Cultural sem fins lucrativos que leva a arte e o trabalho da sua equipa de Doutores Palhaços a seniores e adultos em ambiente hospitalar e está presente nos hospitais: Unidade Local de Saúde de Matosinhos, IPO de Coimbra, Centro Hospitalar Tondela Viseu, Hospital Distrital da Figueira da Foz e o Centro Hospitalar do Baixo Vouga (Aveiro).

Tecnologia une Altice Portugal e GNR: Equipamentos entregues pela empresa em Coimbra!

Para combater isolamento social e com o objetivo de dotar todos os comandos territoriais da Guarda Nacional Republicana dos meios necessários para apoiar o seu trabalho de proximidade junto da população, a Altice Portugal desloca-se agora aos comandos territoriais da GNR para lhes entregar equipamentos e conectividade e apoiar o combate ao isolamento social. 

Depois de, este mês, ter anunciado em Évora o reforço do apoio prestado à Guarda Nacional Republicana, com a pretensão de dotar todos os comandos territoriais do continente com os meios tecnológicos necessários para apoiar a população neste contexto de pandemia, a Altice Portugal volta agora ao terreno com a sua equipa de gestão para materializar este apoio com a entrega de tablets Huawei e serviço de comunicações móveis. 

Em representação da Altice Portugal, serão vários os membros da equipa de gestão a deslocar-se aos quatro cantos do país, a 17 comandos territoriais, para concretizar este compromisso. Além de Coimbra, também os comandos territoriais da GNR de Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu receberão estes equipamentos. Esta ação simboliza o compromisso assumido pela Altice Portugal com a GNR, mas também com a sociedade, ao contribuir para que a população portuguesa, em particular a mais vulnerável, possa manter-se ligada às suas famílias através da tecnologia, que se assume enquanto ferramenta incontestável de proximidade no contexto atual. A Proximidade é exatamente o conceito que liga a Altice Portugal à GNR e a concretização mais evidente do compromisso de ambas as instituições para com a sociedade portuguesa e as pessoas. A GNR pelo seu meritório trabalho de apoio às populações, e a Altice Portugal, levando tecnologia indistintamente a todo o território. 

Através desta parceria, a GNR dispõe agora de mais meios para reforçar a sua intervenção junto da população, em particular no âmbito do seu programa 65 Longe+Perto. Este é um apoio que lhe é amplamente reconhecido pela sociedade e que se revela agora fundamental para fazer face às consequências da crise pandémica que vivemos, nomeadamente no que concerne ao isolamento social que se impõe, e que impede as famílias de estarem juntas. 

Para a Altice Portugal é uma vez mais uma honra poder acompanhar a Guarda Nacional Republicana nesta missão de proteção das pessoas e do território, reafirmando um compromisso que há muito faz parte da sua atuação: um compromisso para com um país mais justo e inclusivo, com a tecnologia a contribuir para derrubar todas as barreiras.

LPCC em reunião de trabalho e realiza visita ao setor de Virologia do Instituto Português de Oncologia de Coimbra!

O Conselho de Administração do IPO de Coimbra (IPOC) recebeu a visita do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC). À reunião de trabalho seguiu-se a visita ao novo setor de Virologia do Laboratório de Patologia Clínica, e para o qual a LPCC concretizou um apoio de cerca de 40 mil euros. 

O Presidente da Direção da LPCC, Professor Vítor Rodrigues, e a Secretária da Direção da LPCC, Dra. Natália Amaral, estiveram, ontem, 22 de fevereiro, no IPOC para uma reunião de trabalho, seguida de uma visita às instalações do novo setor de Virologia do Laboratório de Patologia Clínica desta unidade hospitalar. A reunião contou com a presença dos elementos do Conselho de Administração (CA) do IPO de Coimbra. Centrando-se no balanço da atividade realizada entre as duas Instituições, nomeadamente das ações de resposta ao doente oncológico no contexto da pandemia provocada pela COVID-19, foram feitas algumas reflexões sobre o trabalho desenvolvido, nomeadamente na área ativa do voluntariado, a continuidade e reforço da investigação em biologia molecular e o ponto de situação dos restantes projetos em curso. 
No seguimento da reunião, os elementos presentes visitaram o setor de Virologia do Laboratório de Patologia Clínica do IPOC, e que vem capacitar a instituição e a Região Centro de uma infraestrutura cabal, do ponto de vista técnico e científico no campo da virologia. 

O espaço, inaugurado a 4 de fevereiro passado com a presença da Ministra da Saúde, foi concretizado através do Programa de Financiamento Centralizado do Plano de Expansão da Capacidade Laboratorial do SNS para diagnóstico de SARS-CoV-2, correspondendo a um investimento global de 210.114,75€ (valor c/ IVA), tendo a Liga Portuguesa Contra o Cancro assegurado a dotação dos equipamentos relevantes para a sua atividade, no valor de 39.825€. 

Atualmente este setor assegura a realização diária de cerca de 150 testes à COVID-19.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

DECO: Cuidado com intermediários de crédito-Muitos consumidores liquidam montantes mas depois não recebem o crédito prometido!

A DECO Centro tem sido contactada por consumidores que relatam ter celebrado contratos com entidades, julgando tratar-se de instituições de crédito, não tendo recebido o crédito prometido. Acrescentam que liquidaram vários montantes a título de despesas contratuais. 

Na atual situação de pandemia, muitas são as famílias que procuram soluções para fazer face a despesas, que se tornam cada vez mais difíceis de suportar em virtude de uma acentuada quebra de rendimentos. 

Proliferam entidades que oferecem aos consumidores serviços de consultoria e mediação mediante o pagamento de um valor pela prestação de serviços. A atividade exercida por estas entidades passa por averiguar a solvabilidade do consumidor e encetar as diligências necessárias para que uma instituição de crédito conceda financiamento ao mesmo. 

Contudo, nem toda a publicidade é transparente e clara podendo, muitas vezes, sugerir a possibilidade de concessão de crédito de fácil aprovação através de anúncios publicitários. Alguma publicidade é sugestiva mas enganosa levando as pessoas a efetuar pagamentos a empresas de consultadoria financeira ou mediadores de crédito acreditando estar a contratar diretamente com as instituições de crédito. 

Os intermediários de crédito têm de prestar informações gratuitamente aos consumidores fomentando maior transparência quanto à sua atividade. Passam a ter que entregar a FIN (ficha de informação normalizada do crédito) ou seja, o documento que apresenta as principais caraterísticas do crédito, e a informação pré-contratual sobre o serviço de intermediação de crédito. Os intermediários de crédito estão sujeitos à regulação e supervisão do Banco de Portugal pelo que os consumidores podem apresentar as suas reclamações no livro de reclamações ou diretamente ao Banco de Portugal. 

A lista de pessoas singulares e coletivas autorizadas a exercerem a atividade de intermediários de crédito será disponibilizada no Portal do Cliente Bancário. 

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Para contar com o apoio da DECO Centro contacte pelo telefone 239841004 ou email (deco.centro@deco.pt) sendo também possível agendar atendimento via skype. Pode seguir a DECO nas páginas de Facebook, Twitter, Instagram e Linkedin. (Ilustração nossa)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Palhaços d'Opital comemoram aniversário em fevereiro com várias iniciativas!

O mês de fevereiro é o mês da Palhaços d'Opital. 

Este ano, na comemoração do 8º aniversário, estão previstas várias iniciativas: diretos todas as 2ªs feiras pelas 21 horas nas redes sociais da Palhaços d'Opital com os Doutores Palhaço; direto especial no dia 12 de fevereiro (dia do aniversário) no IPO de Coimbra com a equipa e vários convidados; direto especial nesse dia pelas 21 horas com a presidente da Palhaços d'Opital Isabel Rosado, com Nilton embaixador da organização, e vários amigos! 

Será também promovida a iniciativa "1200 Sorrisos para o IPO" que visa homenagear todos os profissionais de saúde de Portugal através da oferta de uns "miminhos" aos 1200 profissionais do IPO de Coimbra com o apoio de A Pousadinha, Tentúgal, que gentil e generosamente abraçou connosco esta iniciativa. 
Em março de 2020, face as condicionantes da pandemia, foi lançado o canal d'Opital TV na plataforma youtube onde são disponibilizados conteúdos gratuitos para todos os hospitais e instituições que trabalhem com adultos/idosos, público alvo da missão e trabalho da Palhaços d'Opital. 

Desde 3 de julho de 2020 que a Palhaços d'Opital retomou as visitas semanais, regulares e presenciais a esta unidade de saúde. 

A Palhaços d'Opital é uma Associação Cultural sem fins Lucrativos que leva a Arte e o trabalho da sua equipa de Doutores Palhaços a seniores/adultos em ambiente hospitalar e está presente nos hospitais: Unidade Local de Saúde de Matosinhos, IPO de Coimbra, Centro Hospitalar Tondela Viseu, Hospital Distrital da Figueira da Foz e o Centro Hospitalar do Baixo Vouga (Aveiro).

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Núcleo Regional do Centro da LPCC anuncia bolseiros vencedores de bolsas de investigação em oncologia

Em comunicado, o NRC anuncia os projetos vencedores das Bolsas de Investigação em Oncologia NRC-LPCC/CIMAGO e Bolsa de Investigação Dr. Rocha Alves, edição 2020/2021. 

(Ler comunicado completo AQUI)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Portal da Queixa = Setor da Saúde teve quase 800 reclamações em janeiro, o pior mês que há registo!

Janeiro passado, mês em que Portugal voltou a um confinamento geral devido ao agravamento da situação pandémica no país, foi o pior mês de sempre relativamente às queixas apresentadas pelos portugueses na área da Saúde. Um estudo do Portal da Queixa revela que foram registadas quase 800 reclamações, naquela que foi a maior média diária de queixas dirigidas ao setor da Saúde, cerca de 25 por dia. O SNS é o maior foco das reclamações e a impossibilidade de ser atendido por um médico é a principal queixa dos portugueses. 
De acordo com o estudo analítico desenvolvido pela equipa do Portal da Queixa, entre os dias 1 e 31 de janeiro de 2021, foram registadas na plataforma 787 reclamações. O pior mês que há registo e um recorde em termos de reclamações diárias dirigidas ao setor da Saúde, uma média de 25 por dia. Comparativamente com o período homólogo (janeiro de 2020) - com 455 queixas registadas -, verificou-se um aumento de 73% do número de reclamações, facto que evidencia todas as dificuldades que o setor enfrenta para dar resposta à pandemia de COVID-19. 

Relativamente ao TOP 5 das entidades com o maior número de reclamações recebidas, a análise revela que, em janeiro último, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) liderou o foco das queixas (com 186 reclamações registadas no Portal da Queixa). Seguem-se os Hospitais e Centros de Saúde (142), em terceiro os Planos e Seguros de Saúde (135), em quarto os Grupos Privados de Saúde (115) e em quinto, as Farmácias (74)... 

(Notícia completa de 'Comunicar-se - Agência de Comunicação' LER AQUI)

Em 2020 a DECO registou 396.767 reclamações mais16% face ao ano anterior!

Desde o turismo ao comércio eletrónico, passando pelos espetáculos e lazer, os portugueses enfrentaram conflitos que, até 2020, eram ocasionais. 
O impacto social e económico da pandemia na vida dos consumidores foi tal que muitas das medidas excecionais, publicadas desde março de 2020, não foram suficientes para proteger os seus direitos e legítimos interesses. Em 2020, a DECO registou 396.767 reclamações, mais 16% face ao ano transato. Só sobre turismo a DECO recebeu na sua linha de apoio ao consumidor turista 6.838 pedidos de ajuda. Por outro lado, problemas com compras em linha, dificuldades com o reembolso de bilhetes de espetáculos, concertos e festivais, pagamento de mensalidades e outros serviços em creches e jardins-de-infância, taxas cobradas nos serviços de saúde pelo uso de equipamentos de proteção individual constituíram os casos mais emblemáticos das 23.745 mediações efetuadas pela DECO. A pandemia marcou indubitavelmente o cenário das reclamações no nosso país. Para além dos conflitos motivados pela pandemia, os setores mais reclamados, à excepção do turismo, pouco divergem dos anos anteriores: 
Há 13 anos que as telecomunicações são o setor mais problemático para os consumidores. Conflitos relacionados com o período de fidelização, refidelização, práticas comerciais desleais e dificuldades no cancelamento do contrato têm sido uma constante, mas a crise pandémica acrescentou problemas, como os comprovativos para efeitos de cancelamento ou suspensão dos contratos. Num ano marcado pelo confinamento as compras em linha foram o problema principal do setor compra e venda. O setor alimentar mereceu, em 2020, um destaque, juntando-se a encomendas não entregues ou tardias, reembolso de valores pagos, problemas nos pagamentos e dificuldade de contactos com o apoio ao cliente. 
Na Banca, o ano de 2020 ficou assinalado por questões relacionadas com o crédito ao consumo, crédito à habitação e cartões de crédito: pagamentos, juros, informações sobre contratos, comissões. Quanto aos seguros, realce para as denúncias sobre os seguros de saúde (comparticipações, coberturas e exclusões) seguros de proteção ao crédito (situações de desemprego e incapacidade) e seguro automóvel (atualizações de prémios). Apesar da publicação de medidas excecionais para o regime de SPE, foram recebidos pedidos de apoio sobre acordos de pagamento das faturas, tarifa social e interrupção de fornecimento. Destaca-se também o setor da habitação, no qual se assistiu a um aumento dos contactos relativos ao arrendamento (8.138) e ao condomínio (5.711). Sem prejuízo das medidas que foram criadas face à pandemia, o certo é que, em muitos setores, foram os consumidores que pagaram a última fatura dos prejuízos. Foi por isso que a DECO reivindicou um quadro mais protetor para os consumidores em áreas como os Serviços Públicos Essenciais, os Serviços Financeiros e a Habitação. 
Com o acentuar da crise económica é urgente adotar medidas que protejam os consumidores, sobretudo nesta fase que o país atravessa.

domingo, 17 de janeiro de 2021

Liga Portuguesa Contra o Cancro - Núcleo Regional Centro mantém serviços mínimos e essenciais de apoio ao doente oncológico!

No cumprimento das medidas de renovação do estado de emergência e dever de confinamento, bem como das orientações da Direção Geral de Saúde, o Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC.NRC) manterá, a partir da presente data, o funcionamento de serviços mínimos e essenciais de apoio ao doente oncológico e familiares. 

O desenvolvimento da atividade será feito pela LPCC em regime, maioritariamente, de teleconsulta ou, em situações excecionais, de atendimento presencial. Assim, as consultas de Psico-Oncologia e Apoio Jurídico regressam o regime de teleconsulta. O atendimento presencial fica condicionado à avaliação e marcação prévia, por parte dos respetivos serviços. 

O Apoio Social terá igualmente reajustes: manter-se-á em funcionamento presencial nas instalações do Instituto Português de Oncologia de Coimbra, nomeadamente para os apoios de 1ª linha e necessidades do doente vulnerável no imediato. Este serviço funcionará igualmente através de linha de apoio. O atendimento presencial, na sede da LPCC.NRC, verificar-se-á em situações não passíveis de contactos não presenciais. 

Quanto às atividades de voluntariado no âmbito do Movimento “Vencer e Viver” (MVV), estas encontram-se desde já suspensas nas delegações da LPCC. Os serviços mínimos, particularmente para aquisição e envio de materiais ortopédicos, são assegurados neste período exclusivamente pela sede do Núcleo Regional do Centro. 

Para efeito de marcações de consultas, pedidos de esclarecimento ou aquisição de materiais ortopédicos, os utentes devem contactar previamente a LPCC.NRC, através do telefone 239487490 ou do e-mail (nucleocentro@ligacontracancro.pt). 

As adaptações das atividades de apoio ao doente por parte da LPCC, enquadradas no anexo II do Decreto n.º 3-A/2021, vão ao encontro das medidas extraordinárias de contingência para evitar a propagação do Coronavírus (COVID -19), e permanecerão em vigor durante a vigência do estado de emergência, sem prejuízo da sua reavaliação de acordo com a evolução epidemiológica no país.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

DECO = Se vai pedir um crédito prepare-se para os vários tipos de garantias exigidas!

Se vai pedir um crédito, prepare-se, podem pedir-lhe vários tipos de garantias que, sendo opcionais, delas poderá depender a aprovação do crédito, nomeadamente de um crédito à habitação. 

Para que o banco conceda crédito terá de provar que tem capacidade financeira para cumprir com as prestações que lhe serão exigidas, mas poderá ir mais longe e exigir-lhe garantias adicionais, designadamente: 

Fiador O fiador é alguém que pessoalmente poderá vir a responder por uma dívida que não é sua, através do seu rendimento e património, caso o devedor não pague. O fiador ficará vinculado ao empréstimo até ser liquidado na totalidade e não poderá deixar de o ser, exceto se devedor e credor aceitarem. Se, por incumprimento do devedor, o fiador vier a ser chamado a pagar a dívida não ficará proprietário da casa, como muitos pensam e o único direito que terá será o de exigir do devedor o pagamento da dívida. 

Hipoteca O banco pode exigir também a hipoteca do imóvel financiado, a seu favor (e/ou sobre imóvel de terceiro). Trata-se de uma garantia real que confere ao banco a preferência face a outros credores no recebimento do valor em dívida em caso de venda judicial do imóvel por incumprimento ou penhora a que o mesmo venha a ser sujeito por outra dívida (exceto à AT ou Segurança Social). 

Seguros Outra garantia habitualmente exigida é a do seguro de vida, em nome de um ou mais titulares do crédito, que garantirá ao banco ser ressarcido do valor em dívida em caso de falecimento ou de invalidez total e permanente (ITP) ou absoluta e definitiva (IAD) do(s) devedor(es). 

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A DECO através do Gabinete de Proteção Financeira poderá prestar mais esclarecimentos sobre o assunto. 

DECO CENTRO - Conte com o apoio da DECO Centro através do número de telefone 239 841 004, do endereço eletrónico (deco.centro@deco.pt).  

(Ilustração nossa)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

DECO: Responsabilização de lavandaria por danos provocados num artigo deixado para limpeza!

Saiba que quando nos dirigimos a uma lavandaria estamos a fazer um contrato de prestação de serviços. A empresa obriga-se a proporcionar ao consumidor certo resultado do seu trabalho, isto é, obriga-se a proceder à limpeza da peça de roupa mediante o pagamento do respetivo preço pelo consumidor, restituindo-a nas mesmas condições em que foi entregue. 

Caso haja algum incidente a lei prevê que o consumidor tem direito a ser ressarcido pelos prejuízos sofridos. 

Para uma reclamação bem fundamentada deverá ter alguns cuidados prévios. Assim, ao deixar a peça na lavandaria, deve sempre verificar se o talão que lhe é entregue tem toda a informação indispensável, se o preço a pagar pelo serviço está de acordo com a tabela de preços afixada no estabelecimento, se existe qualquer anotação relativa à peça e a data em que deve ser restituída. 

É fundamental guardar o talão pois só com ele o consumidor pode reclamar em caso de desconformidade, tendo, assim, a prova documental. 

Sublinhe-se que por vezes existem cláusulas em determinados talões em que as empresas se desresponsabilizam por eventuais danos. Todavia elas são tidas como nulas sempre que restrinjam os direitos dos consumidores, pelo que não os vinculam. 

Por último, antes de levantar o artigo, analise-o sempre no local verificando eventuais danos. 

Caso se verifiquem e a entidade não se queira responsabilizar, reclame por escrito, ou através de carta registada com aviso de receção ou solicitando o livro de reclamações.

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

A Palhaços d'Opital promoveu a decoração de duas salas de espera do IPO de Coimbra para levar "mais cor e alegria"!

Na próxima 5ª feira, dia 10 de dezembro pelas 16h30, no IPO de Coimbra, decorrerá a inauguração das intervenções artísticas do concurso "Entre Paredes d'Opital", nome do concurso nacional lançado a 2 de Março pela Palhaços d’Opital que pretende levar mais cor, alegria e boa disposição a 4 paredes do Instituto Português de Oncologia de Coimbra. 

A iniciativa, surge na continuidade do trabalho desenvolvido pela Palhaços d´Opital nesta unidade hospitalar e tem como intuito a valorização de duas salas de espera com intervenções artísticas, por forma a que este local seja mais acolhedor, sereno e promotor da alegria, do bem-estar e da esperança, e trazer arte e afetos aos utentes que vêm ao IPO de Coimbra, segundo Isabel Rosado, presidente da Palhaços d’Opital. 

Margarida Ornelas, presidente do conselho de administração do IPO de Coimbra realça a importância desta atividade, uma vez que “por estas duas salas de esperas passam diariamente centenas de pessoas, e achámos que precisariam de um espaço mais acolhedor”. 

Serão apresentados os trabalhos dos artistas Malva (Mariana Bento, licenciada em Artes Plásticas na ESAD CR e ilustração na FBAUP com a obra "Bailarico"); Leonor Violeta (licenciada em Design de Comunicação na ESAD Matosinhos, com a obra "Balanço"; Sérgio Marques (licenciado em Design de Comunicação na Escola Universitária de Artes de Coimbra e mestrado em Ilustração pela Escola Superior de Artes de Guimarães com a obra "Amanhã"; e Tatiana Santos (licenciada em Pintura na ARCA_ EUAC - Escola Universitária de Artes de Coimbra, com a obra "Leveza do ser". 

Esta iniciativa foi patrocinada pelas seguintes empresas Somengil (Vagos), Ramalhos (Águeda), A Pousadinha (Tentúgal) e Ferneto (Vagos). 

A Palhaços d'Opital é uma Associação Cultural sem fins lucrativos que leva a arte e o trabalho da sua equipa de Doutores Palhaços a seniores/adultos em ambiente hospitalar e está presente nos hospitais: Unidade Local de Saúde de Matosinhos, IPO de Coimbra, Centro Hospitalar Tondela Viseu, Hospital Distrital da Figueira da Foz e Centro Hospitalar do Baixo Vouga (Aveiro).

DECO = Problemas na consola Nintendo Switch sob análise de dez organizações europeias!

A DECO, em conjunto com outras nove organizações europeias de consumidores, alerta os consumidores em Portugal para alguns problemas encontrados nos comandos da consola Nintendo Switch, apelando a todos os utilizadores que, já tendo encontrado falhas nestes equipamentos, lhe façam façam chegar o seu testemunho. 

A Nintendo Switch entrou no mercado europeu em março de 2017 e, logo após o seu lançamento, um problema técnico recorrente com seus comandos que se tornou conhecido como “Joy-Con Drift” foi denunciado. Esse problema resulta no movimento dos personagens do jogo sem que o jogador toque no comando tornando difícil ou mesmo impossível utilizar a consola. 

Foram já vendidas mais de 68 milhões de unidades da consola Nintendo Switch em todo o mundo muitas das quais para consumidores na Europa. No nosso país, a DECO recebeu já algumas reclamações mas acredita que o número de consumidores lesados seja muito superior. 

Assim, juntamente com outras associações de consumidores de França, Bélgica, Holanda, Itália, Noruega, Eslováquia, Eslovénia e Grécia, todas membros do BEUC (The European Consumer Organisation), a DECO solicita aos consumidores prejudicados que os contatem para garantir que todos consumidores europeus vejam os seus direitos respeitados. 

“Lançamos hoje este apelo aos consumidores com problemas persistentes com a consola Nintendo para nos fazerem chegar o seu testemunho e experiência com este equipamento para conseguirmos agir e defender melhor os seus direitos e interesses. Sabemos que noutros países europeus muitos consumidores estão insatisfeitos com a curta durabilidades destas consolas e com a falta de opções de reparação, sendo obrigados a fazer substituições caras”, afirmou a diretora geral da DECO, Ana Tapadinhas. 

"Se foi afetado, junte-se a nós, preenchendo um pequeno questionário disponível naspáginas de FB e Twitter da DECO Associação e ajude-nos a lutar por produtos de consumo mais duráveis, e com soluções adequadas de reparação". (Ilustração nossa)

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Palhaços d’Opital ativos em várias frentes = lançou Canal Youtube, workshop com Ami Hattab e a campanha MB Way PdO!

A Palhaços d’Opital lançou no seu canal de Youtube “d’Opital TV”, e também nas redes sociais alguns vídeos de sensibilização com o mote “Apresento-lhe o sorriso, a melhor forma de cuidar”. Os Doutores Palhaços revelaram o seu significado num vídeo bastante divertido. 

E para si o que é o sorriso? Partilhe e subscreva o canal :) VER AQUI.

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Workshop com Ami Hattab Sabia que todos os anos a equipa faz mais de 250 horas de formação interna e externa? Assim, nos dias 7, 8, 9 e 10 de novembro os 'palhaços' estiveram em formação intensiva, online, com o Ami Hattab, considerado um dos melhores formadores do mundo na área do Doutor Palhaço. 

Nesta formação foram exploradas várias ferramentas e técnicas de improviso em contexto hospitalar adaptado às circunstâncias da Covid-19, entre outras. 

VER AQUI

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MB Way PdO A Palhaços d'Opital lançou também a sua campanha de angariação de fundos assente no seu número MB Way: 938780202. Podem-se assim enviar milhões de sorrisos para os mais velhos e profissionais de saúde. VER AQUI. Recorde-se que o Hospital Distrital da Figueira da Foz é um dos hospitais parceiros da Associação Cultural sem Fins Lucrativos Palhaços d'Opital. 

VER AQUI,

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Investigadoras portuguesas da Universidade de Aveiro na fronteira da exploração do mar profundo!

Depois de Marte, é, provavelmente, o mais enigmático local que a Humanidade não pisou: o mar profundo. Simbolicamente batizado de Challenger 150, em alusão ao ponto mais profundo do planeta (o Challenger Deep), um novo programa com cientistas de todo o mundo propõe-se trazer à superfície o conhecimento que ainda se esconde nas profundezas dos oceanos.

Ao leme, a bióloga portuguesa Ana Hilário, do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro (UA), quer dar um grande mergulho para a Humanidade e fazer com que o Challenger 150 seja uma referência da Década das Nações Unidas da Ciência do Oceano para o Desenvolvimento Sustentável.

"O mar profundo [vastas extensões de água e fundos marinhos entre os 200 e os 11000 metros abaixo da superfície do oceano] é reconhecido globalmente como uma importante fronteira da ciência e da descoberta”, aponta a bióloga marinha Ana Hilário, coordenadora da Challenger 150 a par com Kerry Howell, investigadora na Universidade de Plymouth (Reino Unido) e especialista em Ecologia do Mar Profundo.

Apesar de o mar profundo representar cerca de 60 por cento da superfície da Terra, aponta a investigadora da UA, “uma grande parte permanece completamente inexplorada e a Humanidade conhece muito pouco sobre os seus habitats e como estes contribuem para a saúde de todo o planeta”.

Para colmatar esta lacuna, Ana Hilário e Kerry Howell juntaram à sua volta uma equipa de cientistas de 45 instituições de 17 países que propõe um programa de investigação, com a duração de 10 anos, dedicado ao estudo do mar profundo. De Portugal, para além da equipa da UA, contribuíram para o desenho do programa também cientistas do CIIMAR (Universidade do Porto), do Okeanos (Universidade dos Açores) e do CIMA (Universidade do Algarve).

O Challenger 150 - o ano 2022 marca o 150º aniversário da expedição do navio HMS Challenger que circum-navegou o globo, mapeando o fundo do mar, registando a temperatura global do oceano, e proporcionando a primeira perspetiva da vida no mar profundo - irá coincidir com a Década das Nações Unidas da Ciência do Oceano para o Desenvolvimento Sustentável, que decorre de 2021 a 2030.

Um dos grandes objetivos do Challenger 150 é a capacitação e aumento da diversidade no seio da comunidade científica, uma vez que atualmente a investigação no oceano profundo é conduzida principalmente por nações desenvolvidas com recursos financeiros suficientes e acesso a infraestruturas oceanográficas”, explica a bióloga portuguesa.

Este programa, esperam os cientistas, irá também gerar mais dados geológicos, físicos, biogeoquímicos e biológicos através da inovação e da aplicação de novas tecnologias, e utilizar estes dados para compreender como as mudanças no mar profundo afetam todo o meio marinho e a vida no planeta. Este novo conhecimento será usado para apoiar a tomada de decisões a nível regional, nacional e internacional sobre questões como a exploração mineira nos fundos oceânicos, a pesca e a conservação da biodiversidade, bem como a política climática.

Mais e melhor colaboração e conhecimento

Mas o mergulho no mar profundo do Challenger 150 só será possível através da cooperação internacional. Por isso, os investigadores do programa publicam hoje um apelo na revista Nature Ecology and Evolution enquanto, simultaneamente, publicam um esquema detalhado do Challenger 150 na revista Frontiers in Marine Science.

Liderada por membros das redes internacionais Deep-Ocean Stewardship Initiative (DOSI) e Scientific Committee on Oceanic Research (SCOR), a lista de autores dos dois artigos inclui cientistas de países desenvolvidos, emergentes e em desenvolvimento de seis dos sete continentes. Os cientistas alegam que a Década anunciada pela ONU proporciona uma oportunidade ímpar de unir a comunidade científica internacional para dar um salto gigantesco no nosso conhecimento das profundezas do oceano.

A nossa visão é a de que, dentro de 10 anos, qualquer decisão que possa ter impacto no mar profundo, seja de que forma for, será tomada com base num conhecimento científico sólido dos oceanos”, aponta Kerry Howell. Para que isso seja alcançado, sublinha a investigadora britânica, “é necessário que haja consenso e colaboração internacional”.

Ana Hilário antevê que “a Década proporciona a oportunidade de construir um programa a longo prazo de formação e capacitação de recursos humanos em ciências do oceano”. Com o Challenger 150, “pretendemos formar a próxima geração de biólogos do mar profundo. Vamos concentrar-nos na formação de cientistas de países em desenvolvimento, mas também de jovens cientistas de todas as nações, incluindo Portugal”.

Tal formação, acredita, “irá criar uma rede reforçada que permitirá aos países exercer plenamente o seu papel nos debates internacionais sobre a utilização dos recursos marinhos dentro e fora das suas fronteiras nacionais”.

DECO: Seja um consumidor consciente!

Muitos consumidores quando recebem a sua fatura de eletricidade tem imensas dificuldades em perceber o que vem descrito na mesma. Identificam o valor a pagar mas o restante conteúdo torna-se difícil de compreender. 

A DECO com o projeto ACT4ECO pode ajudar. O que a fatura nos diz é fundamental para, conseguir controlar e reduzir os consumos e reduzir o valor a pagar ao final do mês. Mas para além do valor a pagar, há outros valores e também informações que é importante prestar atenção para conseguir reduzir a nossa fatura de energia. 

Em Portugal existem diversos comercializadores de energia e cada um tem o seu próprio modelo de fatura, apesar de existir um conjunto de informações obrigatórias como os consumos estimados e reais, as tarifas, a origem da energia, entre outras. Mas basta olhar para a fatura de eletricidade para perceber que a sua leitura pode ser um bicho-de-sete-cabeças! 

Vamos dar algumas luzes para fazer uma leitura mais esclarecida da fatura e, assim, ter um comportamento mais eficiente: 

Verifique sempre e compare as faturas mensais de eletricidade. 

Confirme no seu contador a quantidade de energia consumida durante o período de faturação. 

Avalie se houve circunstâncias invulgares que exigiram um maior consumo de eletricidade (por exemplo, lavou mais roupa do que o normal, cozinhou mais vezes?). Se possível, compare a fatura atual com a do ano passado referente ao mesmo período. 

Na plataforma ACT4ECO pode encontrar mais informação útil sobre a fatura de eletricidade e perceber que a poupança é possível se compreender a fatura e também se agir de forma a reduzir os consumos.

Depois deste trabalho de observação e avaliação, pondere bem sobre os hábitos de consumo de energia do agregado e se há vontade de fazer algumas mudanças que podem baixar o valor da fatura. 

As alterações de que falamos estão relacionadas com pequenos gestos que em nada retiram conforto, mas que fazem toda a diferença na eficiência energética da sua casa. Verifique alguns exemplos:

Sempre que possível, colocar lâmpadas LED nos vários pontos de luz; Reduzir um ciclo de lavagem de roupa por semana; Reduzir um ciclo de lavagem de loiça por semana; Desligar a televisão e outros equipamentos sempre que não estiverem a ser utilizados. 

Simples? Sem dúvida! Seja um consumidor consciente e não desperdice energia! 

ACT4ECO é uma plataforma aprendizagem online sobre eficiência energética onde encontra informação que o ajuda a fazer as mudanças certas lá em casa. Junta-se a nós em (https://act4eco.eu).

DECO CENTRO = Conte com o apoio da DECO Centro através do número de telefone 239 841 004 ou do endereço eletrónico (deco.centro@deco.pt).

domingo, 22 de novembro de 2020

#NãoSejasPato - Campanha do Portal da Queixa com a participação do OLX, MB WAY, Worten, CTT, KuantoKusta e euPago

Numa altura em que as compras online vão dominar nesta Black Friday, o Portal da Queixa lança a campanha #NãoSejasPato que conta com a participação do OLX, MB WAY, Worten, CTT, KuantoKusta e euPago. Aumentar a literacia digital dos consumidores, alertar para os perigos da internet, evitar burlas e esquemas fraudulentos, ajudar a população a fazer compras com maior segurança e confiança, são os principais objetivos desta iniciativa que terá a duração de um ano. Em 2019, as burlas geraram 23% das reclamações relacionadas com a Black Friday.

O contexto de pandemia acelerou o consumo online e veio quebrar barreiras nos hábitos de compra de milhares de portugueses. Há cada vez mais pessoas a comprar online e a tendência veio para ficar. Atento a esta mudança de paradigma, o Portal da Queixa - enquanto comunidade online de consumidores e marcas -, entendeu ter o dever de contribuir para o aumento da literacia digital dos consumidores em Portugal, com o propósito de mitigar ao máximo os casos de burla e fraude. Assim nasce a campanha: #NãoSejasPato.

Com esta iniciativa - que é um movimento cívico nacional -, pretende-se ajudar os consumidores portugueses a identificarem os perigos online para poderem efetuar as suas compras em maior segurança, sabendo como evitar as burlas e os esquemas enganosos.

Para tal, o Portal da Queixa desenvolveu uma plataforma lúdica - www.naosejaspato.pt -, idealizada para atrair a atenção das várias faixas etárias e sociais, com vista a garantir que o conhecimento é adquirido por toda a sociedade de consumo a fim de evitar que caia em esquemas fraudulentos, lesando o seu património. A plataforma disponibiliza um jogo – um quiz formulado pelas marcas que aderiram à campanha -, permitindo aos visitantes que, de uma forma inclusiva e divertida, façam um teste de conhecimento acerca das boas práticas de compras através da internet.

Reconhecendo a importância deste movimento cívico nacional, a campanha conta com a associação das principais marcas representativas dos setores que interagem na jornada de compra do consumidor: OLX, MB WAY, Worten, CTT, Kuanto Kusta e euPago.

Segundo David da Costa Mota, Head of Operations do OLX Group: “Este movimento é um desejo tanto do OLX como do Portal da Queixa com o intuito de ajudar a sociedade a ganhar uma maior consciência acerca da utilização correta da internet. O nosso propósito é de construir algo maior para além deste movimento pois como líderes de mercado no digital a nossa responsabilidade também é a de educar a sociedade partilhando o conhecimento necessário para uma maior segurança.”

A SIBS (MB WAY) partilha da opinião de que, só um movimento conjunto, entre várias entidades, poderá promover a literacia digital e financeira junto dos cidadãos: “Na SIBS é nosso propósito contribuir de forma consistente para a digitalização da economia e da sociedade, através de serviços e soluções inovadoras que facilitem o dia a dia dos portugueses. É com um enorme sentido de missão que nos associamos a esta iniciativa e, uma vez mais, ao Portal da Queixa, porque só através de um esforço coletivo entre várias entidades será possível promover a literacia digital e financeira junto de todos os cidadãos, sobretudo dos que têm mais dificuldade no acesso a esta informação”, sublinha Joaquim Correia, Diretor de Marca e Comunicação da SIBS.

Parceria cívica e social que convida à luta todos

Para Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa, é urgente uma mudança paradigmática da literacia digital em Portugal.

Enquanto fundador da maior comunidade de consumidores em Portugal, não consigo ficar indiferente aos inúmeros relatos diários que recebemos no Portal da Queixa, relativos às experiências negativas por fraude e burla. Infelizmente, assistimos à total inércia por parte dos organismos do estado, a quem foram atribuídas as funções de promover a política de salvaguarda de direitos dos consumidores, relativamente à discriminação de milhares de portugueses que se aventuram, todos os dias, pela internet fora, na tentativa de conseguirem obter os produtos ao melhor preço, cumprindo os condicionalismos que a pandemia tem causado.

Na falta da iniciativa dos responsáveis governamentais, decidimos dar o passo em frente e criar um movimento cívico pela literacia digital dos portugueses em plena crise pandémica. Mais do que uma intenção, trata-se de uma parceria cívica e social que convida à luta todos os que não ficam indiferentes a estes fenómenos e aos consequentes perigos diários que representam para milhões de consumidores. Esta realidade só poderá ser invertida com a partilha de conhecimento, assente numa estratégia global e com a mobilização de todos na construção desta mudança social.

Portanto, foi com muito orgulho que sentimos, logo no primeiro momento, a vontade de inúmeras marcas em quererem contribuir para um ecossistema de consumo, mais informado, justo e equilibrado.”

De referir que, durante esta Black Friday, quase 40% dos portugueses admite comprar exclusivamente online e 84% dos consumidores mantém a expectativa de poder aproveitar as campanhas promocionais, revela um estudo da Worten.

Relativamente ao número e tipo de queixas gerados pela Black Friday em 2019:

Entre 1 de novembro a 15 de dezembro de 2019, foram registadas no Portal da Queixa 274 reclamações relativas à Black Friday, um aumento de 51% face ao período homólogo (182 reclamações). No período em análise, por categoria, a maior rede social de consumidores de Portugal revela que: 45% das queixas estão relacionadas com Tecnologia, TV e Eletrodomésticos; 15% com vestuário e acessórios; 8% com perfumarias; 8% com mobiliário e decoração; 5% com companhias aéreas; 4% com híper e supermercados; 3% com livraria, 2% com Marketplaces e Outros (10%).

Principais motivos:

Falha e atraso de entrega (41%); Burla (23%); Apoio ao cliente (18%); Pagamento (11%); Devoluções e/ou troca (4%); Envio de produto errado (3%).

Sobre o Portal da Queixa:

O Portal da Queixa é uma plataforma global de comunicação entre consumidores e marcas que foi fundada em junho de 2009. Hoje, posiciona-se como a maior rede social de consumidores e marcas do país, sendo uma referência nacional em matéria de consumo e um Marketplace de reputação. 

O Portal da Queixa é visitado por mais de 2 milhões de consumidores mensais e recebe em média 15.000 reclamações por mês. Tem mais de 500.000 utilizadores registados e 8.200 marcas estão presentes na plataforma.

A maioria das pessoas procura a plataforma para comunicar diretamente com outros consumidores, marcas e entidades públicas, bem como, para compararem marcas com base no Índice de Satisfação. Mais de 90% dos visitantes do Portal da Queixa, não efetua uma reclamação, pesquisa informações sobre uma marca ou serviço antes de procederem à decisão da compra final.

O crescimento exponencial e a consolidação do Portal da Queixa como um dos principais influenciadores nacionais em matéria de consumo, permitiu alcançar um novo posicionamento ao internacionalizar a sua plataforma para mercados com Espanha (Libro de Quejas) e África do Sul (Complaints Book), através do lançamento da sua marca global: Consumers Trust.