---------------------- NOTICIAS E ATIVIDADES DE OUTROS SÍTIOS DE PORTUGAL E DO MUNDO ------------------------ .........Página complementar do Jornal Weblog Diário O PALHETAS NA FOZ-Figueira da Foz-Portugal-Europa.........
domingo, 17 de janeiro de 2021
quarta-feira, 30 de dezembro de 2020
DECO = Se vai pedir um crédito prepare-se para os vários tipos de garantias exigidas!
Se vai pedir um crédito, prepare-se, podem pedir-lhe vários tipos de garantias que, sendo opcionais, delas poderá depender a aprovação do crédito, nomeadamente de um crédito à habitação.
Para que o banco conceda crédito terá de provar que tem capacidade financeira para cumprir com as prestações que lhe serão exigidas, mas poderá ir mais longe e exigir-lhe garantias adicionais, designadamente:
Fiador O fiador é alguém que pessoalmente poderá vir a responder por uma dívida que não é sua, através do seu rendimento e património, caso o devedor não pague. O fiador ficará vinculado ao empréstimo até ser liquidado na totalidade e não poderá deixar de o ser, exceto se devedor e credor aceitarem. Se, por incumprimento do devedor, o fiador vier a ser chamado a pagar a dívida não ficará proprietário da casa, como muitos pensam e o único direito que terá será o de exigir do devedor o pagamento da dívida.
Hipoteca O banco pode exigir também a hipoteca do imóvel financiado, a seu favor (e/ou sobre imóvel de terceiro). Trata-se de uma garantia real que confere ao banco a preferência face a outros credores no recebimento do valor em dívida em caso de venda judicial do imóvel por incumprimento ou penhora a que o mesmo venha a ser sujeito por outra dívida (exceto à AT ou Segurança Social).
Seguros Outra garantia habitualmente exigida é a do seguro de vida, em nome de um ou mais titulares do crédito, que garantirá ao banco ser ressarcido do valor em dívida em caso de falecimento ou de invalidez total e permanente (ITP) ou absoluta e definitiva (IAD) do(s) devedor(es).
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A DECO através do Gabinete de Proteção Financeira poderá prestar mais esclarecimentos sobre o assunto.
DECO CENTRO - Conte com o apoio da DECO Centro através do número de telefone 239 841 004, do endereço eletrónico (deco.centro@deco.pt).
(Ilustração nossa)
sexta-feira, 18 de dezembro de 2020
DECO: Responsabilização de lavandaria por danos provocados num artigo deixado para limpeza!
Saiba que quando nos dirigimos a uma lavandaria estamos a fazer um contrato de prestação de serviços. A empresa obriga-se a proporcionar ao consumidor certo resultado do seu trabalho, isto é, obriga-se a proceder à limpeza da peça de roupa mediante o pagamento do respetivo preço pelo consumidor, restituindo-a nas mesmas condições em que foi entregue.
Caso haja algum incidente a lei prevê que o consumidor tem direito a ser ressarcido pelos prejuízos sofridos.
Para uma reclamação bem fundamentada deverá ter alguns cuidados prévios. Assim, ao deixar a peça na lavandaria, deve sempre verificar se o talão que lhe é entregue tem toda a informação indispensável, se o preço a pagar pelo serviço está de acordo com a tabela de preços afixada no estabelecimento, se existe qualquer anotação relativa à peça e a data em que deve ser restituída.
É fundamental guardar o talão pois só com ele o consumidor pode reclamar em caso de desconformidade, tendo, assim, a prova documental.
Sublinhe-se que por vezes existem cláusulas em determinados talões em que as empresas se desresponsabilizam por eventuais danos. Todavia elas são tidas como nulas sempre que restrinjam os direitos dos consumidores, pelo que não os vinculam.
Por último, antes de levantar o artigo, analise-o sempre no local verificando eventuais danos.
Caso se verifiquem e a entidade não se queira responsabilizar, reclame por escrito, ou através de carta registada com aviso de receção ou solicitando o livro de reclamações.
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
A Palhaços d'Opital promoveu a decoração de duas salas de espera do IPO de Coimbra para levar "mais cor e alegria"!
Na próxima 5ª feira, dia 10 de dezembro pelas 16h30, no IPO de Coimbra, decorrerá a inauguração das intervenções artísticas do concurso "Entre Paredes d'Opital", nome do concurso nacional lançado a 2 de Março pela Palhaços d’Opital que pretende levar mais cor, alegria e boa disposição a 4 paredes do Instituto Português de Oncologia de Coimbra.
A iniciativa, surge na continuidade do trabalho desenvolvido pela Palhaços d´Opital nesta unidade hospitalar e tem como intuito a valorização de duas salas de espera com intervenções artísticas, por forma a que este local seja mais acolhedor, sereno e promotor da alegria, do bem-estar e da esperança, e trazer arte e afetos aos utentes que vêm ao IPO de Coimbra, segundo Isabel Rosado, presidente da Palhaços d’Opital.
Margarida Ornelas, presidente do conselho de administração do IPO de Coimbra realça a importância desta atividade, uma vez que “por estas duas salas de esperas passam diariamente centenas de pessoas, e achámos que precisariam de um espaço mais acolhedor”.
Serão apresentados os trabalhos dos artistas Malva (Mariana Bento, licenciada em Artes Plásticas na ESAD CR e ilustração na FBAUP com a obra "Bailarico"); Leonor Violeta (licenciada em Design de Comunicação na ESAD Matosinhos, com a obra "Balanço"; Sérgio Marques (licenciado em Design de Comunicação na Escola Universitária de Artes de Coimbra e mestrado em Ilustração pela Escola Superior de Artes de Guimarães com a obra "Amanhã"; e Tatiana Santos (licenciada em Pintura na ARCA_ EUAC - Escola Universitária de Artes de Coimbra, com a obra "Leveza do ser".
Esta iniciativa foi patrocinada pelas seguintes empresas Somengil (Vagos), Ramalhos (Águeda), A Pousadinha (Tentúgal) e Ferneto (Vagos).
A Palhaços d'Opital é uma Associação Cultural sem fins lucrativos que leva a arte e o trabalho da sua equipa de Doutores Palhaços a seniores/adultos em ambiente hospitalar e está presente nos hospitais: Unidade Local de Saúde de Matosinhos, IPO de Coimbra, Centro Hospitalar Tondela Viseu, Hospital Distrital da Figueira da Foz e Centro Hospitalar do Baixo Vouga (Aveiro).
DECO = Problemas na consola Nintendo Switch sob análise de dez organizações europeias!
A DECO, em conjunto com outras nove organizações europeias de consumidores, alerta os consumidores em Portugal para alguns problemas encontrados nos comandos da consola Nintendo Switch, apelando a todos os utilizadores que, já tendo encontrado falhas nestes equipamentos, lhe façam façam chegar o seu testemunho.
A Nintendo Switch entrou no mercado europeu em março de 2017 e, logo após o seu lançamento, um problema técnico recorrente com seus comandos que se tornou conhecido como “Joy-Con Drift” foi denunciado. Esse problema resulta no movimento dos personagens do jogo sem que o jogador toque no comando tornando difícil ou mesmo impossível utilizar a consola.
Foram já vendidas mais de 68 milhões de unidades da consola Nintendo Switch em todo o mundo muitas das quais para consumidores na Europa. No nosso país, a DECO recebeu já algumas reclamações mas acredita que o número de consumidores lesados seja muito superior.
Assim, juntamente com outras associações de consumidores de França, Bélgica, Holanda, Itália, Noruega, Eslováquia, Eslovénia e Grécia, todas membros do BEUC (The European Consumer Organisation), a DECO solicita aos consumidores prejudicados que os contatem para garantir que todos consumidores europeus vejam os seus direitos respeitados.
“Lançamos hoje este apelo aos consumidores com problemas persistentes com a consola Nintendo para nos fazerem chegar o seu testemunho e experiência com este equipamento para conseguirmos agir e defender melhor os seus direitos e interesses. Sabemos que noutros países europeus muitos consumidores estão insatisfeitos com a curta durabilidades destas consolas e com a falta de opções de reparação, sendo obrigados a fazer substituições caras”, afirmou a diretora geral da DECO, Ana Tapadinhas.
"Se foi afetado, junte-se a nós, preenchendo um pequeno questionário disponível naspáginas de FB e Twitter da DECO Associação e ajude-nos a lutar por produtos de consumo mais duráveis, e com soluções adequadas de reparação". (Ilustração nossa)
sexta-feira, 27 de novembro de 2020
Palhaços d’Opital ativos em várias frentes = lançou Canal Youtube, workshop com Ami Hattab e a campanha MB Way PdO!
A Palhaços d’Opital lançou no seu canal de Youtube “d’Opital TV”, e também nas redes sociais alguns vídeos de sensibilização com o mote “Apresento-lhe o sorriso, a melhor forma de cuidar”. Os Doutores Palhaços revelaram o seu significado num vídeo bastante divertido.
E para si o que é o sorriso? Partilhe e subscreva o canal :) VER AQUI.
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Workshop com Ami Hattab Sabia que todos os anos a equipa faz mais de 250 horas de formação interna e externa? Assim, nos dias 7, 8, 9 e 10 de novembro os 'palhaços' estiveram em formação intensiva, online, com o Ami Hattab, considerado um dos melhores formadores do mundo na área do Doutor Palhaço.
Nesta formação foram exploradas várias ferramentas e técnicas de improviso em contexto hospitalar adaptado às circunstâncias da Covid-19, entre outras.
VER AQUI.
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MB Way PdO A Palhaços d'Opital lançou também a sua campanha de angariação de fundos assente no seu número MB Way: 938780202. Podem-se assim enviar milhões de sorrisos para os mais velhos e profissionais de saúde. VER AQUI. Recorde-se que o Hospital Distrital da Figueira da Foz é um dos hospitais parceiros da Associação Cultural sem Fins Lucrativos Palhaços d'Opital.
VER AQUI,
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
Investigadoras portuguesas da Universidade de Aveiro na fronteira da exploração do mar profundo!
Depois de Marte, é, provavelmente, o mais enigmático local que a Humanidade não pisou: o mar profundo. Simbolicamente batizado de Challenger 150, em alusão ao ponto mais profundo do planeta (o Challenger Deep), um novo programa com cientistas de todo o mundo propõe-se trazer à superfície o conhecimento que ainda se esconde nas profundezas dos oceanos.
Ao leme, a bióloga portuguesa Ana Hilário, do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro (UA), quer dar um grande mergulho para a Humanidade e fazer com que o Challenger 150 seja uma referência da Década das Nações Unidas da Ciência do Oceano para o Desenvolvimento Sustentável.
"O mar profundo [vastas extensões de água e fundos marinhos entre os 200 e os 11000 metros abaixo da superfície do oceano] é reconhecido globalmente como uma importante fronteira da ciência e da descoberta”, aponta a bióloga marinha Ana Hilário, coordenadora da Challenger 150 a par com Kerry Howell, investigadora na Universidade de Plymouth (Reino Unido) e especialista em Ecologia do Mar Profundo.
Apesar de o mar profundo representar cerca de 60 por cento da superfície da Terra, aponta a investigadora da UA, “uma grande parte permanece completamente inexplorada e a Humanidade conhece muito pouco sobre os seus habitats e como estes contribuem para a saúde de todo o planeta”.
Para colmatar esta lacuna, Ana Hilário e Kerry Howell juntaram à sua volta uma equipa de cientistas de 45 instituições de 17 países que propõe um programa de investigação, com a duração de 10 anos, dedicado ao estudo do mar profundo. De Portugal, para além da equipa da UA, contribuíram para o desenho do programa também cientistas do CIIMAR (Universidade do Porto), do Okeanos (Universidade dos Açores) e do CIMA (Universidade do Algarve).
O Challenger 150 - o ano 2022 marca o 150º aniversário da expedição do navio HMS Challenger que circum-navegou o globo, mapeando o fundo do mar, registando a temperatura global do oceano, e proporcionando a primeira perspetiva da vida no mar profundo - irá coincidir com a Década das Nações Unidas da Ciência do Oceano para o Desenvolvimento Sustentável, que decorre de 2021 a 2030.
“Um dos grandes objetivos do Challenger 150 é a capacitação e aumento da diversidade no seio da comunidade científica, uma vez que atualmente a investigação no oceano profundo é conduzida principalmente por nações desenvolvidas com recursos financeiros suficientes e acesso a infraestruturas oceanográficas”, explica a bióloga portuguesa.
Este programa, esperam os cientistas, irá também gerar mais dados geológicos, físicos, biogeoquímicos e biológicos através da inovação e da aplicação de novas tecnologias, e utilizar estes dados para compreender como as mudanças no mar profundo afetam todo o meio marinho e a vida no planeta. Este novo conhecimento será usado para apoiar a tomada de decisões a nível regional, nacional e internacional sobre questões como a exploração mineira nos fundos oceânicos, a pesca e a conservação da biodiversidade, bem como a política climática.
Mais e melhor colaboração e conhecimento
Mas o mergulho no mar profundo do Challenger 150 só será possível através da cooperação internacional. Por isso, os investigadores do programa publicam hoje um apelo na revista Nature Ecology and Evolution enquanto, simultaneamente, publicam um esquema detalhado do Challenger 150 na revista Frontiers in Marine Science.
Liderada por membros das redes internacionais Deep-Ocean Stewardship Initiative (DOSI) e Scientific Committee on Oceanic Research (SCOR), a lista de autores dos dois artigos inclui cientistas de países desenvolvidos, emergentes e em desenvolvimento de seis dos sete continentes. Os cientistas alegam que a Década anunciada pela ONU proporciona uma oportunidade ímpar de unir a comunidade científica internacional para dar um salto gigantesco no nosso conhecimento das profundezas do oceano.
“A nossa visão é a de que, dentro de 10 anos, qualquer decisão que possa ter impacto no mar profundo, seja de que forma for, será tomada com base num conhecimento científico sólido dos oceanos”, aponta Kerry Howell. Para que isso seja alcançado, sublinha a investigadora britânica, “é necessário que haja consenso e colaboração internacional”.
Ana Hilário antevê que “a Década proporciona a oportunidade de construir um programa a longo prazo de formação e capacitação de recursos humanos em ciências do oceano”. Com o Challenger 150, “pretendemos formar a próxima geração de biólogos do mar profundo. Vamos concentrar-nos na formação de cientistas de países em desenvolvimento, mas também de jovens cientistas de todas as nações, incluindo Portugal”.
Tal
formação, acredita, “irá criar uma rede reforçada que permitirá
aos países exercer plenamente o seu papel nos debates internacionais
sobre a utilização dos recursos marinhos dentro e fora das suas
fronteiras nacionais”.
DECO: Seja um consumidor consciente!
Muitos consumidores quando recebem a sua fatura de eletricidade tem imensas dificuldades em perceber o que vem descrito na mesma. Identificam o valor a pagar mas o restante conteúdo torna-se difícil de compreender.
A DECO com o projeto ACT4ECO pode ajudar. O que a fatura nos diz é fundamental para, conseguir controlar e reduzir os consumos e reduzir o valor a pagar ao final do mês. Mas para além do valor a pagar, há outros valores e também informações que é importante prestar atenção para conseguir reduzir a nossa fatura de energia.
Em Portugal existem diversos comercializadores de energia e cada um tem o seu próprio modelo de fatura, apesar de existir um conjunto de informações obrigatórias como os consumos estimados e reais, as tarifas, a origem da energia, entre outras. Mas basta olhar para a fatura de eletricidade para perceber que a sua leitura pode ser um bicho-de-sete-cabeças!
Vamos dar algumas luzes para fazer uma leitura mais esclarecida da fatura e, assim, ter um comportamento mais eficiente:
Verifique sempre e compare as faturas mensais de eletricidade.
Confirme no seu contador a quantidade de energia consumida durante o período de faturação.
Avalie se houve circunstâncias invulgares que exigiram um maior consumo de eletricidade (por exemplo, lavou mais roupa do que o normal, cozinhou mais vezes?). Se possível, compare a fatura atual com a do ano passado referente ao mesmo período.
Na plataforma ACT4ECO pode encontrar mais informação útil sobre a fatura de eletricidade e perceber que a poupança é possível se compreender a fatura e também se agir de forma a reduzir os consumos.
Depois deste trabalho de observação e avaliação, pondere bem sobre os hábitos de consumo de energia do agregado e se há vontade de fazer algumas mudanças que podem baixar o valor da fatura.
As alterações de que falamos estão relacionadas
com pequenos gestos que em nada retiram conforto, mas que fazem toda a diferença
na eficiência energética da sua casa. Verifique alguns exemplos:
Sempre que possível, colocar lâmpadas LED nos vários pontos de luz; Reduzir um ciclo de lavagem de roupa por semana; Reduzir um ciclo de lavagem de loiça por semana; Desligar a televisão e outros equipamentos sempre que não estiverem a ser utilizados.
Simples? Sem dúvida! Seja um consumidor consciente e não desperdice energia!
ACT4ECO é uma plataforma aprendizagem online sobre eficiência energética onde encontra informação que o ajuda a fazer as mudanças certas lá em casa. Junta-se a nós em (https://act4eco.eu).
DECO CENTRO = Conte com o apoio da DECO Centro através do número de telefone 239 841 004 ou do endereço eletrónico (deco.centro@deco.pt).
domingo, 22 de novembro de 2020
#NãoSejasPato - Campanha do Portal da Queixa com a participação do OLX, MB WAY, Worten, CTT, KuantoKusta e euPago
Numa altura em que as compras online vão dominar nesta Black Friday, o Portal da Queixa lança a campanha #NãoSejasPato que conta com a participação do OLX, MB WAY, Worten, CTT, KuantoKusta e euPago. Aumentar a literacia digital dos consumidores, alertar para os perigos da internet, evitar burlas e esquemas fraudulentos, ajudar a população a fazer compras com maior segurança e confiança, são os principais objetivos desta iniciativa que terá a duração de um ano. Em 2019, as burlas geraram 23% das reclamações relacionadas com a Black Friday.
O contexto de pandemia acelerou o consumo online e veio quebrar barreiras nos hábitos de compra de milhares de portugueses. Há cada vez mais pessoas a comprar online e a tendência veio para ficar. Atento a esta mudança de paradigma, o Portal da Queixa - enquanto comunidade online de consumidores e marcas -, entendeu ter o dever de contribuir para o aumento da literacia digital dos consumidores em Portugal, com o propósito de mitigar ao máximo os casos de burla e fraude. Assim nasce a campanha: #NãoSejasPato.
Com esta iniciativa - que é um movimento cívico nacional -, pretende-se ajudar os consumidores portugueses a identificarem os perigos online para poderem efetuar as suas compras em maior segurança, sabendo como evitar as burlas e os esquemas enganosos.
Para tal, o Portal da Queixa desenvolveu uma plataforma lúdica - www.naosejaspato.pt -, idealizada para atrair a atenção das várias faixas etárias e sociais, com vista a garantir que o conhecimento é adquirido por toda a sociedade de consumo a fim de evitar que caia em esquemas fraudulentos, lesando o seu património. A plataforma disponibiliza um jogo – um quiz formulado pelas marcas que aderiram à campanha -, permitindo aos visitantes que, de uma forma inclusiva e divertida, façam um teste de conhecimento acerca das boas práticas de compras através da internet.
Reconhecendo a importância deste movimento cívico nacional, a campanha conta com a associação das principais marcas representativas dos setores que interagem na jornada de compra do consumidor: OLX, MB WAY, Worten, CTT, Kuanto Kusta e euPago.
Segundo David da Costa Mota, Head of Operations do OLX Group: “Este movimento é um desejo tanto do OLX como do Portal da Queixa com o intuito de ajudar a sociedade a ganhar uma maior consciência acerca da utilização correta da internet. O nosso propósito é de construir algo maior para além deste movimento pois como líderes de mercado no digital a nossa responsabilidade também é a de educar a sociedade partilhando o conhecimento necessário para uma maior segurança.”
A SIBS (MB WAY) partilha da opinião de que, só um movimento conjunto, entre várias entidades, poderá promover a literacia digital e financeira junto dos cidadãos: “Na SIBS é nosso propósito contribuir de forma consistente para a digitalização da economia e da sociedade, através de serviços e soluções inovadoras que facilitem o dia a dia dos portugueses. É com um enorme sentido de missão que nos associamos a esta iniciativa e, uma vez mais, ao Portal da Queixa, porque só através de um esforço coletivo entre várias entidades será possível promover a literacia digital e financeira junto de todos os cidadãos, sobretudo dos que têm mais dificuldade no acesso a esta informação”, sublinha Joaquim Correia, Diretor de Marca e Comunicação da SIBS.
Parceria cívica e social que convida à luta todos
Para Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa, é urgente uma mudança paradigmática da literacia digital em Portugal.
“Enquanto fundador da maior comunidade de consumidores em Portugal, não consigo ficar indiferente aos inúmeros relatos diários que recebemos no Portal da Queixa, relativos às experiências negativas por fraude e burla. Infelizmente, assistimos à total inércia por parte dos organismos do estado, a quem foram atribuídas as funções de promover a política de salvaguarda de direitos dos consumidores, relativamente à discriminação de milhares de portugueses que se aventuram, todos os dias, pela internet fora, na tentativa de conseguirem obter os produtos ao melhor preço, cumprindo os condicionalismos que a pandemia tem causado.
Na falta da iniciativa dos responsáveis governamentais, decidimos dar o passo em frente e criar um movimento cívico pela literacia digital dos portugueses em plena crise pandémica. Mais do que uma intenção, trata-se de uma parceria cívica e social que convida à luta todos os que não ficam indiferentes a estes fenómenos e aos consequentes perigos diários que representam para milhões de consumidores. Esta realidade só poderá ser invertida com a partilha de conhecimento, assente numa estratégia global e com a mobilização de todos na construção desta mudança social.
Portanto, foi com muito orgulho que sentimos, logo no primeiro momento, a vontade de inúmeras marcas em quererem contribuir para um ecossistema de consumo, mais informado, justo e equilibrado.”
De referir que, durante esta Black Friday, quase 40% dos portugueses admite comprar exclusivamente online e 84% dos consumidores mantém a expectativa de poder aproveitar as campanhas promocionais, revela um estudo da Worten.
Relativamente ao número e tipo de queixas gerados pela Black Friday em 2019:
Entre 1 de novembro a 15 de dezembro de 2019, foram registadas no Portal da Queixa 274 reclamações relativas à Black Friday, um aumento de 51% face ao período homólogo (182 reclamações). No período em análise, por categoria, a maior rede social de consumidores de Portugal revela que: 45% das queixas estão relacionadas com Tecnologia, TV e Eletrodomésticos; 15% com vestuário e acessórios; 8% com perfumarias; 8% com mobiliário e decoração; 5% com companhias aéreas; 4% com híper e supermercados; 3% com livraria, 2% com Marketplaces e Outros (10%).
Principais motivos:
Falha e atraso de entrega (41%); Burla (23%); Apoio ao cliente (18%); Pagamento (11%); Devoluções e/ou troca (4%); Envio de produto errado (3%).
Sobre
o Portal da Queixa:
O Portal da Queixa é uma plataforma global de comunicação entre consumidores e marcas que foi fundada em junho de 2009. Hoje, posiciona-se como a maior rede social de consumidores e marcas do país, sendo uma referência nacional em matéria de consumo e um Marketplace de reputação.
O Portal da Queixa é visitado por mais de 2 milhões de consumidores mensais e recebe em média 15.000 reclamações por mês. Tem mais de 500.000 utilizadores registados e 8.200 marcas estão presentes na plataforma.
A maioria das pessoas procura a plataforma para comunicar diretamente com outros consumidores, marcas e entidades públicas, bem como, para compararem marcas com base no Índice de Satisfação. Mais de 90% dos visitantes do Portal da Queixa, não efetua uma reclamação, pesquisa informações sobre uma marca ou serviço antes de procederem à decisão da compra final.
O crescimento exponencial e a consolidação do Portal da Queixa como um dos principais influenciadores nacionais em matéria de consumo, permitiu alcançar um novo posicionamento ao internacionalizar a sua plataforma para mercados com Espanha (Libro de Quejas) e África do Sul (Complaints Book), através do lançamento da sua marca global: Consumers Trust.
quarta-feira, 18 de novembro de 2020
Aumento das temperaturas vão ‘assar’ a Península Ibérica segundo o alerta de um estudo da Universidade de Aveiro!
As temperaturas da Península Ibérica vão aumentar de forma “muito preocupante” durante este século. O alerta é de um estudo da Universidade de Aveiro (UA) que prevê até 2100 aumentos da temperatura média de 2 a 3 graus ao longo de todo o ano, o suficiente para causar graves impactos no meio ambiente e, por consequência, na saúde pública. Em Portugal há mesmo regiões que poderão registar aumentos de 4 a 5 graus centígrados nas máximas diárias.
“As implicações poderão ser enormes”, alerta o investigador David Carvalho. Com base nos aumentos de temperatura detetados no estudo que coordenou, o cientista do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da UA antevê que “o número de dias por ano com temperaturas máximas acima dos 40 graus centígrados poderão aumentar até cerca de 50 dias por ano no final deste século”.
Ou seja, sublinha, “daqui a algumas décadas poderemos ter 3 meses por ano onde as temperaturas máximas diárias são acima de 40 ºC, se bem que esta tendência é mais predominante no centro-sul de Espanha e não tanto para Portugal”. Aumentos que, a acontecerem, “trarão de certeza consequências significativas para a saúde humana, mas principalmente para o meio ambiente e em áreas como a agricultura, os fogos florestais, a desertificação ou a seca”.
Subida dos termómetros em todas as linhas
Publicado na revista Climate Dynamics, o estudo assinado pelos investigadores do CESAM David Carvalho, Susana Cardoso Pereira e Alfredo Rocha projetou e analisou as temperaturas de superfície na Península Ibérica para dois períodos futuros, o primeiro de 2046 a 2065 e o outro de 2081 a 2100.
Os resultados apontam para aumentos da temperatura diária, não só da média como também da máxima e da mínima, para praticamente todo o território da Península Ibérica. As temperaturas máximas diárias aumentarão mais do que as médias e as mínimas serão as que aumentarão menos.
No entanto, existe uma grande variação espacial nestes aumentos de temperatura: para Portugal os aumentos andarão à volta dos 1,5-2 graus centígrados para o período 2046-2065 e de 2-3 graus centígrados para 2081-2100 em termos de temperatura média diária. No caso da temperatura máxima, o aumento poderá chegar aos 4-5 graus centígrados no final do século.
As zonas projetadas para terem maiores aumentos de temperatura são as zonas centro e sul de Espanha, onde poderão ultrapassar os 5 graus centígrados em termos de temperaturas médias diárias.
Os resultados das projeções “são, sem dúvida, muito preocupantes”, alerta David Carvalho, coordenador do estudo e investigador do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da UA. O cientista explica a preocupação com os resultados: “Aumentos de cerca de 2-3 graus centígrados em termos de temperaturas médias, máximas e mínimas são suficientes para causar impactos em áreas vitais como agricultura, fogos florestais, seca, desertificação e respetivos impactos na saúde e bem-estar das pessoas”.
“Quando os dados mostram aumentos de 5-6 graus centígrados em algumas zonas de Espanha e entre 1.5-3 graus centígrados para a maioria das zonas da Península Ibérica, isso é sem dúvida motivo de preocupação”, refere o investigador.
E como se já não bastasse, David Carvalho sublinha ainda a “unanimidade quase total nos dados de clima futuro no que diz respeito ao aumento generalizado de temperatura na Península Ibérica, em todas as estações do ano, zonas geográficas e tipo de temperaturas”, sejam elas médias, máximas e mínimas.
É urgente reduzir a emissão de gases
A emissão para a atmosfera de grandes quantidades de gases com efeito de estufa, como é o caso do dióxido de carbono e do metano, refere o cientista do CESAM, “são as principais causas para o aumento de temperatura que estamos já a assistir, e que serão amplificadas nas próximas décadas”.
As soluções para contrariar as subidas do termómetro são já conhecidas, mas David Carvalho sublinha-as mais uma vez: “apostar fortemente numa descarbonização do modelo socioeconómico em que vivemos, ou seja, usar meios de produção de energia que não impliquem a emissão de dióxido de carbono para a atmosfera, apostar também num uso mais eficiente dos nossos recursos energéticos e evitar a necessidade de produção de tantos bens de consumo”.
“O único caminho a seguir será gastar menos energia e recursos e ao mesmo tempo gerar a energia de que necessitámos sem emissão de gases com efeito de estufa”, resume David Carvalho.
quinta-feira, 12 de novembro de 2020
DECO - Cuidar de todos neste Natal! Porque só com o envolvimento de todos se poderão vencer os desafios que esta pandemia nos vai deixando!
Foi lançada a 4 de novembro a campanha “Natal 2020: compre cuidando de todos" uma iniciativa do Governo com o envolvimento da Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO), da Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC), da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) e da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP).
A campanha pretende antecipar as compras de Natal a partir de 4 de novembro, e alargar o prazo para trocas até 31 de janeiro, procurando assim evitar ajuntamentos de consumidores nos espaços comerciais.
A DECO, que desde o período de confinamento procurou responder direta e imediatamente aos problemas dos consumidores defendendo os seus direitos e interesses, e atuando também perante as empresas e o poder político, aderiu a esta iniciativa que procura contribuir para a resposta aos desafios e necessidades que todos atravessamos.
A campanha "Natal 2020: Compre cuidando de todos" permitirá não só sensibilizar os consumidores para a premência de antecipar as suas compras de Natal nas lojas físicas mas também garantir-lhes um período mais alargado para as tradicionais “trocas de Natal”.
Assim, a DECO informa os consumidores sobre esta iniciativa e os seus benefícios, apelando aos operadores económicos para que adiram à campanha, pois só com o envolvimento de todos se poderão vencer os desafios que esta pandemia nos reserva.
Não se esqueça que o sucesso desta iniciativa também depende de si! Adira a esta campanha e verifique se as suas lojas favoritas fazem parte da lista dos aderentes (sempre em atualização) que pode consultar AQUI. (ilustração nossa)
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A DECO Centro informa que em linha com as orientações da Direção Geral de Saúde e de acordo com o Plano de Contingência para o COVID-19, o atendimento presencial na delegação Centro é feito por marcação através do nº de telefone 239 841 004.
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
Ruy de Carvalho, Nilton e Sofia Cerveira são Palhaços d’Opital
A primeira grande campanha de comunicação da associação Palhaços d’Opital conta com a participação dos embaixadores Ruy de Carvalho, Nilton e Sofia Cerveira. São eles os eleitos para promover o trabalho que estes palhaços desenvolvem diariamente com adultos e idosos nos hospitais portugueses, ajudando-os a sorrir.
“Esta campanha pretende chamar a atenção para a necessidade de humanizar e dignificar a vida e o tempo deste grupo etário, quando se encontra hospitalizado”, explica a associação em comunicado, reforçando a importância do seu trabalho em tempo de pandemia.
A campanha visa, por isso, dar a conhecer a Palhaços d’Opital e, ainda, angariar donativos para que a actividade da associação sem fins lucrativos possa continuar. Com criatividade e estratégia da agência Sumo, conta ainda com fotografia de Rui Carvalho (Estúdio Onshot) e apoio do Grupo Cofina, Sapo e MOP (via Tomi).
Está prevista uma fase de teaser e outra de revelação nos meios digitais, seguindo-se a campanha principal de apelo ao donativo em suportes outdoor e imprensa. O plano de comunicação envolve também uma activação protagonizada pelos embaixadores nas redes sociais.
(Fontes: Comunicado de Palhaços d’Opital e Marketeer)
DECO - Exceções ao direito de livre resolução das compras à distância
Todas as semanas a DECO recebe um vasto conjunto de questões relacionadas com as compras à distância e o direito de livre resolução. A consumidora Alcina colocou a seguinte questão: Comprei um vestido mas depois de experimentar, não gostei, também posso devolver?
Nas vendas à distância, o consumidor pode-se desvincular do contrato celebrado, sem penalização, no prazo de 14 dias após a receção do produto. Para isso, deve comunicar por escrito ao vendedor a sua intenção, sem que seja necessário indicar o motivo da sua decisão. O prazo é alargado para 12 meses caso o vendedor não tenha informado o consumidor acerca dessa possibilidade.
No entanto o exercício do direito de livre resolução contém exceções, nomeadamente nos casos em que o preço do produto depende de flutuações do mercado financeiro que não são controladas pelo vendedor, na compra de produtos feitos de acordo com especificações do consumidor ou personalizados para este e na compra de produtos que não possam ser reenviados ou que tenham um curto prazo de validade.
Este direito também deixa de poder ser exercido se a embalagem selada tiver sido aberta e a sua abertura colocar em causa a higiene do produto ou se disser respeito ao fornecimento de áudio, vídeo ou software selado.
O consumidor pode inspecionar o bem com o devido cuidado analisando a natureza, o funcionamento do bem e as suas caraterísticas. Porém, se a manipulação do bem exceder aquela que é habitualmente admitida num estabelecimento comercial, o consumidor pode ser responsabilizado pela depreciação do bem, mas apenas se o vendedor o tiver informado acerca do seu direito de livre resolução.
Para mais informações, poderá consultar o site (https://e-comprascomdireitos.pt/).
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
Universidade de Aveiro e Dreamdomus desenvolveram uma solução inovadora de construção modular

Sérgio Almeida (Dreamdomus) e
Carlos Relvas (UA)
e Alberto Montoya (arquiteto)
De construção rápida, fácil, barata e sem gruas. Estas são as principais vantagens da solução inovadora de construção modular desenvolvida na Universidade de Aveiro (UA). Já patenteado a nível nacional e a aguardar patente internacional, o sistema permite que os módulos possam ser fabricados em diferentes tipos de materiais e ser utilizados na construção de pequenas habitações e outras instalações permanentes ou temporárias.

Sérgio Almeida (Dreamdomus) e Carlos Relvas (UA)
e Alberto Montoya (arquiteto)
“Trata-se de um sistema de construção modular baseado em blocos multifuncionais, cuja principal característica é permitir uma montagem rápida, segura e limpa que pode ser efetuada por qualquer pessoa”, aponta Carlos Relvas, o investigador do Departamento de Engenharia Mecânica da UA que concebeu o novo sistema.
“Em termos de sustentabilidade e de economia circular as construções resultantes deste sistema oferecem boas condições de habitabilidade e consumos energéticos mínimos, além de que os blocos são reutilizáveis permitindo alterações futuras”, aponta o cientista.
A conceção do sistema patenteado beneficiou de uma candidatura de projeto de I&D ao programa COMPETE 2020 – P2020, em co-promoção entre uma equipa de investigadores da UA (Carlos Relvas, António Ramos, Jorge Ferreira, Mónica Oliveira e Nelson Martins) e a empresa Dreamdomus, de onde resultou o seu nome de batismo “BrickITsmart” (www.brickitsmart.com). O consórcio conta ainda com a participação do arquiteto Alberto Montoya.
Os estudos desenvolvidos no âmbito do projeto, permitem desde já concluir que os módulos garantem boas condições de habitabilidade e conforto e podem ser uma boa solução na utilização de espaços temporários multifuncionais ou até mesmo na criação de alojamento temporário nomeadamente residências para estudantes.
Reutilizável vezes sem conta! O BrickITsmart tem como principal caraterística a existência de um modulo base de 3x3 metros e 22,5 metros cúbicos que pode ser instalado em menos de 24 horas e com recursos mínimos, isto é, bastam uma ou duas pessoas para a sua instalação e sem recurso a gruas ou equipamentos auxiliares de elevação ou carga. A este módulo base podem ser acrescentados outros módulos idênticos ou com dimensões submúltiplo deste.
O sistema de construção modular, aponta Carlos Relvas, “é muito fácil de produzir, transportar e montar o que torna excelente a sua aplicação na construção pré-fabricada ou modular”. Este sistema “tem como elemento nuclear, um bloco dotado de uma geometria especifica que apresenta as seguintes vantagens: pode ser utilizado em paredes exteriores ou interiores; as paredes não racham, não precisam de manutenção e o seu aca
bamento interior e exterior pode ser personalizado”.
Leve, compacto, fácil de transportar e acondicionar, o investigador garante que o BrickITsmart permite uma montagem fácil e isenta de erros já que “a ligação entre os elementos é guiada, autoajustável, estável e desmontável, podendo ser montado em diferentes orientações atendendo à simetria dos encaixes de ligação”. Os blocos podem ser produzidos em diferentes tipos de materiais e serem reutilizados o número de vezes que se pretender uma vez que as ligações entre estes não é colada.
O desenvolvimento do sistema tem sido orientado para a sua utilização na área habitacional e de construção civil, mas o conceito poderá ser utilizado em outras áreas industriais, nomeadamente na indústria de mobiliário.
'Barulho, que se vai cantar o fado' = Projeto da EDP para descobrir novos talentos! Fadista Carminho é a embaixadora da iniciativa!
'Barulho, que se vai cantar o fado' é o mote do novo projeto que a EDP lança hoje: ‘EDP Tanto Fado’ é o nome do concurso que quer descobrir novos talentos da música num dos estilos mais populares do país, o fado, e levá-los a grandes palcos. Através deste concurso os participantes poderão revelar os seus dotes e a sua alma de fadista e ganhar uma oportunidade de projeção no meio musical. O vencedor da 1ª edição desta iniciativa irá atuar no palco EDP Fado Café na próxima edição do NOS Alive e gravar um álbum com a Sony Music Portugal.
A fadista Carminho é a embaixadora do concurso ‘EDP Tanto Fado’, fará parte de um workshop exclusivo com os finalistas, e irá atuar na grande final agendada para 20 de dezembro. O vencedor será escolhido pelo júri do concurso nesta final.
As inscrições para o concurso abriram em 29 de outubro e decorrem até 26 de novembro. Podem ser feitas no site (edp.com/edptantofado). Para mais informações, pode consultar o site da EDP.
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
Biólogos da Universidade de Aveiro alertam que aves marinhas são fortemente afetadas por lixo da pesca!
O lixo marinho, principalmente o material descartado ou perdido com origem em atividades piscatórias, tem consequências severas para a conservação das aves marinhas. O alerta é de um grupo de biólogos da Universidade de Aveiro (UA) que, durante dez anos, estudou as causas que levaram milhares de aves feridas ou mortas até ao centro de reabilitação de animais marinhos que atua na costa centro de Portugal.
Durante o período de estudo (2008-2018) foram analisadas as 2918 aves marinhas de 32 espécies que deram entrada no Centro de Reabilitação de Animais Marinhos do ECOMARE. Entre as causas de admissão das aves – entre elas, captura acidental, trauma, emaciação, doença ou intoxicação – quase 6,9 por cento (201 aves) traziam sinais de emaranhamento. Destas, 82 por cento dos casos referem-se a materiais relacionados com a pesca como anzóis, linhas e redes.
Mas os números estão muito aquém da realidade. “Como só conseguimos contabilizar os animais emaranhados que conseguiram dar à costa ou sobreviveram o tempo suficiente para chegar à costa, o problema está consideravelmente subestimado”, aponta Rute Costa, bióloga do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar, uma das unidades de investigação da UA.
“Não nos é possível quantificar o número exato de aves enredadas na costa centro, muito menos no total da costa nacional, mas podemos dizer que será certamente muito superior aos 6.9 por cento (201 aves) apresentado no estudo”, garante a coordenadora da investigação.
O cenário, garantem os investigadores, é “preocupante”. Rute Costa aponta que “os valores apresentados neste estudo mostram claramente o impacto deste tipo de lixo nas aves marinhas e a importância para que o cenário encontrado seja modificado”.
Para diminuir o número de aves afetadas, nomeadamente pelos materiais usados pelos pescadores, aconselha, “é necessária mais fiscalização por parte das autoridades”. Além disso, acrescenta, “devem ser feitos mais esforços na consciencialização de pescadores principalmente para que os materiais particularmente perigosos, como resíduos de equipamentos de pesca, sejam eliminados de forma segura”.
quinta-feira, 22 de outubro de 2020
DECO: A sigla TDT significa televisão digital terrestre e é um serviço que veio substituir a televisão tradicional - Saiba um pouco mais!
Com a TDT o sinal de televisão passou a ser transmitido de forma digital, em vez da forma tradicional designada de analógica.
Com esta nova tecnologia é possível aceder a vários canais, nomeadamente à RTP 1, RTP 2, RTP3, RTP Memória, SIC, TVI, ARTV Canal Parlamento, RTP Madeira e RTP Açores, com uma melhor qualidade de som e imagem, ter acesso a um guia de programação eletrónico com informação sobre os programas disponíveis, fazer gravações e pausas nas emissões, caso tenha um descodificador com essas funcionalidades.
Para ter acesso a este serviço, que é gratuito, basta adquirir o equipamento de receção adequado.
A televisão digital terrestre poderá ser acedida em todo o país, seja através de receção terrestre – zonas TDT – ou de receção por satélite – zonas DTH.
Contudo, atente-se que os equipamentos a adquirir são diferentes consoante o tipo de cobertura disponível pelo que, antes de proceder a qualquer aquisição, deverá informar-se sobre o tipo de cobertura disponível na sua morada – ou seja, se mora numa zona TDT ou numa zona DTH.
A sintonização dos canais na TDT depende das características do descodificador ou da televisão, caso esta já tenha o descodificador incluído. Em regra, os equipamentos fazem a pesquisa de canais de forma automática.
Os consumidores que têm contratos de prestação de serviços com empresas de telecomunicações não precisam de aceder à TDT, uma vez que têm acesso aos canais nacionais através da infraestrutura do seu operador. Se nem todas as televisões que tem em casa estiverem ligadas à empresa de telecomunicações terá que prepará-las para aceder à TDT. (Ilustração nossa)
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
DECO: Nutri-score o código que o vai ajudar a fazer escolhas mais saudáveis!
Quer ter uma alimentação mais saudável? Não se esqueça de ler o rótulo dos produtos alimentares. As más escolhas alimentares podem ter impacto na saúde. Olhar para o rótulo de um produto alimentar e interpretá-lo pode ser o passaporte para uma vida mais saudável.
O Nutri-score é um código de cores e letras que atribui uma classificação global a cada alimento consoante a sua composição nutricional.
Com uma forma retangular, dividido em cinco cores (verde, verde-claro, amarelo, laranja e vermelho) e com letras de A a E, o Nutri-score é um logótipo presente nas embalagens alimentares que pretende mostrar a qualidade nutricional dos alimentos, permitindo uma interpretação fácil e rápida.
Sendo o A em fundo verde um alimento nutricionalmente mais interessante e o E em fundo vermelho o oposto. As letras indicam uma nota identificada com base no teor em fibras, proteínas, fruta, legumes e frutos secos, ácidos gordos saturados, açúcares, sal e calorias.
Para as bebidas, óleos, gorduras e queijos o cálculo é feito de forma diferente, considerando os pontos favoráveis mas também os pontos desfavoráveis. A percentagem de fruta, legumes e frutos secos, fibras e proteínas são consideradas pontos positivos; já as calorias, as gorduras saturadas, os açúcares e o sal, são considerados pontos menos positivos.
Em Portugal as várias sinaléticas existentes para classificar os alimentos podem na verdade confundir o consumidor. De acordo com um estudo da Direção-Geral da Saúde 40% dos inquiridos não compreendem a informação nutricional nos rótulos. O Nutri-score surge como uma tentativa de harmonizar e tornar mais simples a leitura do rótulo. (Ilustração nossa)
terça-feira, 6 de outubro de 2020
DECO: Informe-se para evitar ser vitima de fraudes!
O número de casos de idosos vítimas de fraudes, burlas e outros esquemas maliciosos tem crescido enormemente nos últimos anos. “Negócios” que visam a obtenção do lucro fácil sem olhar nem à idade ou às condições económico-sociais dos consumidores são denunciados com frequência na DECO.
Uma das respostas necessárias para diminuir este cenário é a preparação do idoso para estas abordagens desleais e, muitas vezes, agressivas. A DECO considera importante que o consumidor idoso se dote de toda a informação disponível, de forma a proteger-se e prevenir-se face a estas eventuais fraudes, das quais destacamos as armadilhas como a usurpação dos dados pessoais e o uso e “abuso” da assinatura.
Sabe quais são os perigos associados a pedir dinheiro emprestado a desconhecidos?
Se
está ‘aflito’ com falta de dinheiro e não tem ninguém de
confiança a quem recorrer e o banco não facilita, evite contactar
aqueles anúncios que prometem dinheiro, poderá envolver-se em
sarilhos!
A necessidade de ter dinheiro por vezes é tão grande que se está exposto a “armadilhas” que poderão envolver a entrega de garantias avultadas. Assim, evite a todo o custo recorrer a estes ‘esquemas’ que ao prometerem-lhe dinheiro na hora estarão a cobrar-lhe juros elevadíssimos, bem como poderá estar a entrar numa espiral da qual será muito difícil sair.
Garantia do imóvel ou mesmo a sua venda, cheques que não são pré-datados, de modo a poderem ser levantados a qualquer momento, são alguns dos requisitos exigidos, num acordo apenas formalizado com a emissão de uma declaração de dívida como ‘comprovativo do negócio’ são artimanhas utilizadas com má-fé e que visam a obtenção do lucro fácil.
Recomenda-se que se afaste destas situações e que em caso de problemas financeiros, recorra a entidades devidamente autorizadas junto do Banco de Portugal, tais como os bancos e instituições financeiras, pois poderão conceder crédito adequado à sua condição e estrutura socioeconómica.
sábado, 3 de outubro de 2020
EDP apoia mais uma vez o desporto e as práticas saudáveis através do evento World Bike Tour
A
EDP apoia mais uma vez o World Bike Tour, um evento que tem como
objetivo aliar o desporto e as práticas saudáveis às novas
tendências de mobilidade das cidades. Os objetivos desta prova, de
que a EDP é parceira desde 2006, estão totalmente alinhados com a
mobilidade sustentável, um dos pilares fundamentais da estratégia
de atuação da marca EDP. A edição de 2020 realiza-se este domingo
dia 4 de outubro em Lisboa entre a Avenida da Liberdade e o Parque
das Nações. O evento irá decorrer com o cumprimento de todas as
regras estipuladas pela Direção Geral da Saúde tendo o limite
máximo de participantes sido reduzido a metade.
A EDP tem na sua estratégia de patrocínios um grande compromisso com os temas da sustentabilidade, quer na sua vertente ambiental como social. O World Bike Tour é uma oportunidade para colocar estes princípios em prática e, no âmbito desta iniciativa, a EDP vai doar um total de 40 bicicletas a quatro instituições de solidariedade social. O Núcleo Desportivo e Social da Guarda, a Associação Centro Jovem Tejo, o Centro Juvenil de Campanhã e a APPACDM- Delegação de Santarém foram as IPSS escolhidas para receber as bicicletas. Esta oferta vai ajudar as associações nas suas atividades de tempos livres com os respetivos utentes. A escolha das instituições foi baseada na dispersão geográfica e também no tipo de ajuda que prestam à sociedade.
quarta-feira, 30 de setembro de 2020
DECO: Conta poupança-habitação é uma forma segura de ir preparando a compra de casa!










